Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Tecnologia

Antonio Risério afirma que influência do identitarismo está em declínio

Antonio Risério lança livro onde discute a queda da influência do identitarismo.

28/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h33
Antonio Risério afirma que influência do identitarismo está em declínio

O escritor e antropólogo baiano Antonio Risério, de 72 anos, lançou recentemente o livro “Adeus, Identitarismo”, onde discute a diminuição da influência dos movimentos identitários baseados nas minorias na sociedade atual. Publicado em maio de 2026, o livro é descrito pelo autor como “uma espécie de ensaio-colagem (não muito linear)” e apresenta o tema de forma coloquial, mas densa, repleta de referências a autores de diversas partes do mundo.

Risério, que tem um histórico de envolvimento político, atuou na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006, mas se tornou um crítico do governo e do partido. Ele menciona que essa crítica resultou em resistências ao seu nome, especialmente na Bahia, embora ainda se defina como parte da “esquerda democrática”.

Publicidade

O autor argumenta que o identitarismo contradiz os princípios do marxismo clássico ao se sobrepor ao conflito de classes. Segundo ele, os partidos de esquerda abandonaram restrições em busca de novos militantes e votos. No entanto, Risério observa que o identitarismo está perdendo relevância também nesse contexto político.

Ele destaca que há uma percepção crescente de que o identitarismo se tornou um ônus. Risério faz uma crítica à maneira como o identitarismo influenciou a política americana, atribuindo à sua presença a derrota de Hillary Clinton nas eleições de 2016 para Donald Trump. Essa análise sugere que a relação entre identitarismo e política pode ser mais complexa e problemáticas do que se imaginava.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Além disso, o autor menciona a influência dos Estados Unidos na importação do identitarismo para o Brasil e, posteriormente, em sua decadência. “Mudança de rumo lá, mudança de rumo aqui”, afirma. Ele observa que a publicação de artigos críticos ao identitarismo na mídia brasileira começou a se intensificar depois que essa crítica se tornou comum em veículos jornalísticos norte-americanos.

O livro “Adeus, Identitarismo” possui 208 páginas e está disponível nas versões física e digital, com preços de R$ 62,90 e R$ 29,90, respectivamente. Os interessados podem adquirir a obra em plataformas como LVM, Amazon e Martins Fontes.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

O escritor e antropólogo baiano Antonio Risério, de 72 anos, lançou recentemente o livro “Adeus, Identitarismo”, onde discute a diminuição da influência dos movimentos identitários baseados nas minorias na sociedade atual. Publicado em maio de 2026, o livro é descrito pelo autor como “uma espécie de ensaio-colagem (não muito linear)” e apresenta o tema de forma coloquial, mas densa, repleta de referências a autores de diversas partes do mundo.

Risério, que tem um histórico de envolvimento político, atuou na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006, mas se tornou um crítico do governo e do partido. Ele menciona que essa crítica resultou em resistências ao seu nome, especialmente na Bahia, embora ainda se defina como parte da “esquerda democrática”.

O autor argumenta que o identitarismo contradiz os princípios do marxismo clássico ao se sobrepor ao conflito de classes. Segundo ele, os partidos de esquerda abandonaram restrições em busca de novos militantes e votos. No entanto, Risério observa que o identitarismo está perdendo relevância também nesse contexto político.

Ele destaca que há uma percepção crescente de que o identitarismo se tornou um ônus. Risério faz uma crítica à maneira como o identitarismo influenciou a política americana, atribuindo à sua presença a derrota de Hillary Clinton nas eleições de 2016 para Donald Trump. Essa análise sugere que a relação entre identitarismo e política pode ser mais complexa e problemáticas do que se imaginava.

Além disso, o autor menciona a influência dos Estados Unidos na importação do identitarismo para o Brasil e, posteriormente, em sua decadência. “Mudança de rumo lá, mudança de rumo aqui”, afirma. Ele observa que a publicação de artigos críticos ao identitarismo na mídia brasileira começou a se intensificar depois que essa crítica se tornou comum em veículos jornalísticos norte-americanos.

O livro “Adeus, Identitarismo” possui 208 páginas e está disponível nas versões física e digital, com preços de R$ 62,90 e R$ 29,90, respectivamente. Os interessados podem adquirir a obra em plataformas como LVM, Amazon e Martins Fontes.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA