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Antonio Risério afirma que influência do identitarismo está em declínio

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Antonio Risério afirma que influência do identitarismo está em declínio

Antonio Risério lança livro onde discute a queda da influência do identitarismo.

28/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h33
Antonio Risério afirma que influência do identitarismo está em declínio

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O escritor e antropólogo baiano Antonio Risério, de 72 anos, lançou recentemente o livro “Adeus, Identitarismo”, onde discute a diminuição da influência dos movimentos identitários baseados nas minorias na sociedade atual. Publicado em maio de 2026, o livro é descrito pelo autor como “uma espécie de ensaio-colagem (não muito linear)” e apresenta o tema de forma coloquial, mas densa, repleta de referências a autores de diversas partes do mundo.

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Risério, que tem um histórico de envolvimento político, atuou na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006, mas se tornou um crítico do governo e do partido. Ele menciona que essa crítica resultou em resistências ao seu nome, especialmente na Bahia, embora ainda se defina como parte da “esquerda democrática”.

O autor argumenta que o identitarismo contradiz os princípios do marxismo clássico ao se sobrepor ao conflito de classes. Segundo ele, os partidos de esquerda abandonaram restrições em busca de novos militantes e votos. No entanto, Risério observa que o identitarismo está perdendo relevância também nesse contexto político.

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Ele destaca que há uma percepção crescente de que o identitarismo se tornou um ônus. Risério faz uma crítica à maneira como o identitarismo influenciou a política americana, atribuindo à sua presença a derrota de Hillary Clinton nas eleições de 2016 para Donald Trump. Essa análise sugere que a relação entre identitarismo e política pode ser mais complexa e problemáticas do que se imaginava.

Além disso, o autor menciona a influência dos Estados Unidos na importação do identitarismo para o Brasil e, posteriormente, em sua decadência. “Mudança de rumo lá, mudança de rumo aqui”, afirma. Ele observa que a publicação de artigos críticos ao identitarismo na mídia brasileira começou a se intensificar depois que essa crítica se tornou comum em veículos jornalísticos norte-americanos.

O livro “Adeus, Identitarismo” possui 208 páginas e está disponível nas versões física e digital, com preços de R$ 62,90 e R$ 29,90, respectivamente. Os interessados podem adquirir a obra em plataformas como LVM, Amazon e Martins Fontes.

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Risério, que tem um histórico de envolvimento político, atuou na campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2006, mas se tornou um crítico do governo e do partido. Ele menciona que essa crítica resultou em resistências ao seu nome, especialmente na Bahia, embora ainda se defina como parte da “esquerda democrática”.

O autor argumenta que o identitarismo contradiz os princípios do marxismo clássico ao se sobrepor ao conflito de classes. Segundo ele, os partidos de esquerda abandonaram restrições em busca de novos militantes e votos. No entanto, Risério observa que o identitarismo está perdendo relevância também nesse contexto político.

Ele destaca que há uma percepção crescente de que o identitarismo se tornou um ônus. Risério faz uma crítica à maneira como o identitarismo influenciou a política americana, atribuindo à sua presença a derrota de Hillary Clinton nas eleições de 2016 para Donald Trump. Essa análise sugere que a relação entre identitarismo e política pode ser mais complexa e problemáticas do que se imaginava.

Além disso, o autor menciona a influência dos Estados Unidos na importação do identitarismo para o Brasil e, posteriormente, em sua decadência. “Mudança de rumo lá, mudança de rumo aqui”, afirma. Ele observa que a publicação de artigos críticos ao identitarismo na mídia brasileira começou a se intensificar depois que essa crítica se tornou comum em veículos jornalísticos norte-americanos.

O livro “Adeus, Identitarismo” possui 208 páginas e está disponível nas versões física e digital, com preços de R$ 62,90 e R$ 29,90, respectivamente. Os interessados podem adquirir a obra em plataformas como LVM, Amazon e Martins Fontes.

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