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Aracaju, Terça-feira, 13 de outubro de 2026
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Saúde

Anvisa libera testes humanos da vacina brasileira contra a malária

Anvisa autorizou testes em humanos da Vivaxin, vacina brasileira contra Plasmodium vivax; fase I terá 48 participantes e acompanhamento por 360 dias.

13/10/2026 · 07h34
Anvisa libera testes humanos da vacina brasileira contra a malária

Vivaxin, vacina nacional da UFMG, inicia fase I para enfrentar a malária por Plasmodium vivax. O estudo avaliará segurança e resposta imune em voluntários. Governo prevê R$ 12 milhões de incentivo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início dos testes em humanos da vacina brasileira contra a malária causada pelo Plasmodium vivax, parasita responsável pela maioria dos casos da doença no Brasil. O imunizante, desenvolvido com tecnologia nacional, será avaliado em estudo clínico de fase I.

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Segundo o Ministério da Saúde, a vacina se chama Vivaxin e é resultado de pesquisas do Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, há previsão de incentivo de R$ 12 milhões para a realização de ensaios clínicos de fases I, II e III.

O estudo clínico de fase I vai avaliar a segurança da vacina, possíveis reações à aplicação e a capacidade de estimular uma resposta imunológica em um total de 48 participantes sem infecção prévia, com idades entre 18 e 59 anos. O acompanhamento clínico será feito por 360 dias.

“O avanço na pesquisa da tecnologia representa um marco e abre a possibilidade de uma nova forma de prevenção contra a doença que, em 2025, registrou 118.037 casos no território nacional”, avaliou a pasta no comunicado.

O ministério informou que as vacinas contra malária atualmente recomendadas por autoridades sanitárias foram desenvolvidas para o Plasmodium falciparum, espécie predominante na África, e que elas não foram feitas para o Plasmodium vivax, que predomina nas Américas e na Ásia.

Informações sobre a doença

A malária é uma doença infecciosa causada por um parasita do gênero Plasmodium, transmitido para humanos pela picada de fêmeas infectadas dos mosquitos Anopheles (mosquito-prego), mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer.

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“Não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir malária diretamente a outra pessoa”, reforçou o ministério.

O ministério também destacou que, embora qualquer pessoa possa contrair a malária, indivíduos que tiveram vários episódios podem apresentar imunidade parcial, mas que até o momento não foi observada imunidade esterilizante que confere proteção total.

“Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma. Porém, uma imunidade esterilizante, que confere total proteção clínica, até hoje não foi observada”, destacou a pasta.

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Estados com maior concentração de casos

  • Acre
  • Amapá
  • Amazonas
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Pará
  • Rondônia
  • Roraima
  • Tocantins

O ministério alertou que, no Brasil, a maioria dos casos se concentra na região amazônica formada pelos estados listados acima. Na região extra-amazônica, composta pelas demais unidades federativas, apesar das poucas notificações a doença não deve ser negligenciada. O órgão também ressaltou que, caso não seja tratado adequadamente, o paciente com malária pode ser fonte de infecção por meses ou mesmo anos, dependendo da espécie parasitária em questão.

Outros nomes da malária

  • impaludismo
  • paludismo
  • febre palustre
  • febre intermitente
  • febre terçã benigna
  • febre terçã maligna
  • maleita
  • sezão
  • tremedeira
  • batedeira

As informações divulgadas preservam os próximos passos do estudo clínico, que seguirá as fases e protocolos estipulados para avaliação de segurança e imunogenicidade antes de qualquer recomendação de uso em larga escala.

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Vivaxin, vacina nacional da UFMG, inicia fase I para enfrentar a malária por Plasmodium vivax. O estudo avaliará segurança e resposta imune em voluntários. Governo prevê R$ 12 milhões de incentivo.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou o início dos testes em humanos da vacina brasileira contra a malária causada pelo Plasmodium vivax, parasita responsável pela maioria dos casos da doença no Brasil. O imunizante, desenvolvido com tecnologia nacional, será avaliado em estudo clínico de fase I.

Segundo o Ministério da Saúde, a vacina se chama Vivaxin e é resultado de pesquisas do Centro de Tecnologia de Vacinas (CTVacinas) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, há previsão de incentivo de R$ 12 milhões para a realização de ensaios clínicos de fases I, II e III.

O estudo clínico de fase I vai avaliar a segurança da vacina, possíveis reações à aplicação e a capacidade de estimular uma resposta imunológica em um total de 48 participantes sem infecção prévia, com idades entre 18 e 59 anos. O acompanhamento clínico será feito por 360 dias.

“O avanço na pesquisa da tecnologia representa um marco e abre a possibilidade de uma nova forma de prevenção contra a doença que, em 2025, registrou 118.037 casos no território nacional”, avaliou a pasta no comunicado.

O ministério informou que as vacinas contra malária atualmente recomendadas por autoridades sanitárias foram desenvolvidas para o Plasmodium falciparum, espécie predominante na África, e que elas não foram feitas para o Plasmodium vivax, que predomina nas Américas e na Ásia.

Informações sobre a doença

A malária é uma doença infecciosa causada por um parasita do gênero Plasmodium, transmitido para humanos pela picada de fêmeas infectadas dos mosquitos Anopheles (mosquito-prego), mais abundantes nos horários crepusculares, ao entardecer e ao amanhecer.

“Não é uma doença contagiosa, ou seja, uma pessoa doente não é capaz de transmitir malária diretamente a outra pessoa”, reforçou o ministério.

O ministério também destacou que, embora qualquer pessoa possa contrair a malária, indivíduos que tiveram vários episódios podem apresentar imunidade parcial, mas que até o momento não foi observada imunidade esterilizante que confere proteção total.

“Toda pessoa pode contrair a malária. Indivíduos que tiveram vários episódios de malária podem atingir um estado de imunidade parcial, apresentando poucos ou mesmo nenhum sintoma. Porém, uma imunidade esterilizante, que confere total proteção clínica, até hoje não foi observada”, destacou a pasta.

Estados com maior concentração de casos

  • Acre
  • Amapá
  • Amazonas
  • Maranhão
  • Mato Grosso
  • Pará
  • Rondônia
  • Roraima
  • Tocantins

O ministério alertou que, no Brasil, a maioria dos casos se concentra na região amazônica formada pelos estados listados acima. Na região extra-amazônica, composta pelas demais unidades federativas, apesar das poucas notificações a doença não deve ser negligenciada. O órgão também ressaltou que, caso não seja tratado adequadamente, o paciente com malária pode ser fonte de infecção por meses ou mesmo anos, dependendo da espécie parasitária em questão.

Outros nomes da malária

  • impaludismo
  • paludismo
  • febre palustre
  • febre intermitente
  • febre terçã benigna
  • febre terçã maligna
  • maleita
  • sezão
  • tremedeira
  • batedeira

As informações divulgadas preservam os próximos passos do estudo clínico, que seguirá as fases e protocolos estipulados para avaliação de segurança e imunogenicidade antes de qualquer recomendação de uso em larga escala.

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