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Brasil

Apoiadores de Sánchez tomam ruas de Lima em protesto eleitoral

Protestos em Lima marcam disputa eleitoral entre Sánchez e Fujimori, que pede respeito à apuração.

21/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h15
Apoiadores de Sánchez tomam ruas de Lima em protesto eleitoral

Centenas de peruanos marcharam na capital em defesa da transparência nas eleições presidenciais. Fujimori avança na apuração enquanto a tensão política cresce nas ruas.

Centenas de apoiadores do candidato presidencial peruano de esquerda, Roberto Sánchez, marcharam em Lima na sexta-feira (19) para protestar contra possíveis irregularidades nas eleições presidenciais. A manifestação ocorreu enquanto a candidata de direita, Keiko Fujimori, se aproximava de uma possível vitória na disputa.

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Sánchez conduziu seus apoiadores pela capital peruana, muitos dos quais estavam vestidos com roupas típicas incas e portando bandeiras. Os manifestantes clamaram por transparência no processo eleitoral e afirmaram que o candidato da esquerda havia vencido a votação. Em discurso, Sánchez enfatizou que o ato tinha como objetivo exigir justiça eleitoral, devido processo legal e maior transparência nas apurações.

De acordo com o escritório eleitoral do Peru, ONPE, na sexta-feira, Fujimori detinha 50,114% dos votos válidos, enquanto Sánchez contava com 49,886%, com 99,626% dos votos já apurados. Essa contagem conferiu a Fujimori, que já havia concorrido à presidência em outras três ocasiões, uma vantagem de 41.685 votos. Analistas indicam que essa margem deve se manter durante a contagem oficial dos votos que ainda faltam do segundo turno realizado em 7 de junho.

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O partido de Sánchez, Juntos por el Peru, protocolou ações legais no júri eleitoral com a intenção de anular votos provenientes de Lima e de outras localidades do exterior. Eles argumentam que houve padrões de votação que favoreceram Fujimori e mudanças nas regras que impactaram os votos do exterior. O júri eleitoral ainda precisa avaliar os votos contestados, que totalizaram cerca de 87 mil, conforme informações disponíveis na noite de sexta-feira.

Enquanto a contagem prosseguia, Fujimori fez um apelo para que Sánchez e seu partido respeitassem a vontade dos eleitores. “A votação e os números são contundentes”, declarou a candidata em entrevista a jornalistas. Keiko Fujimori, que tem a possibilidade de se tornar a primeira mulher eleita diretamente para o cargo de presidente do Peru, já havia enfrentado três derrotas no segundo turno, incluindo uma para o esquerdista Pedro Castillo em 2021, por uma margem de apenas 44.200 votos.

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Centenas de peruanos marcharam na capital em defesa da transparência nas eleições presidenciais. Fujimori avança na apuração enquanto a tensão política cresce nas ruas.

Centenas de apoiadores do candidato presidencial peruano de esquerda, Roberto Sánchez, marcharam em Lima na sexta-feira (19) para protestar contra possíveis irregularidades nas eleições presidenciais. A manifestação ocorreu enquanto a candidata de direita, Keiko Fujimori, se aproximava de uma possível vitória na disputa.

Sánchez conduziu seus apoiadores pela capital peruana, muitos dos quais estavam vestidos com roupas típicas incas e portando bandeiras. Os manifestantes clamaram por transparência no processo eleitoral e afirmaram que o candidato da esquerda havia vencido a votação. Em discurso, Sánchez enfatizou que o ato tinha como objetivo exigir justiça eleitoral, devido processo legal e maior transparência nas apurações.

De acordo com o escritório eleitoral do Peru, ONPE, na sexta-feira, Fujimori detinha 50,114% dos votos válidos, enquanto Sánchez contava com 49,886%, com 99,626% dos votos já apurados. Essa contagem conferiu a Fujimori, que já havia concorrido à presidência em outras três ocasiões, uma vantagem de 41.685 votos. Analistas indicam que essa margem deve se manter durante a contagem oficial dos votos que ainda faltam do segundo turno realizado em 7 de junho.

O partido de Sánchez, Juntos por el Peru, protocolou ações legais no júri eleitoral com a intenção de anular votos provenientes de Lima e de outras localidades do exterior. Eles argumentam que houve padrões de votação que favoreceram Fujimori e mudanças nas regras que impactaram os votos do exterior. O júri eleitoral ainda precisa avaliar os votos contestados, que totalizaram cerca de 87 mil, conforme informações disponíveis na noite de sexta-feira.

Enquanto a contagem prosseguia, Fujimori fez um apelo para que Sánchez e seu partido respeitassem a vontade dos eleitores. “A votação e os números são contundentes”, declarou a candidata em entrevista a jornalistas. Keiko Fujimori, que tem a possibilidade de se tornar a primeira mulher eleita diretamente para o cargo de presidente do Peru, já havia enfrentado três derrotas no segundo turno, incluindo uma para o esquerdista Pedro Castillo em 2021, por uma margem de apenas 44.200 votos.

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