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Apple e Intel firmam parceria para produzir chips em solo americano

Tecnologia

Apple e Intel firmam parceria para produzir chips em solo americano

Trump anunciou parceria entre Apple e Intel para fabricação de chips nos EUA.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h49
Apple e Intel firmam parceria para produzir chips em solo americano

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Trump anunciou acordo entre Apple e Intel para fabricar semicondutores nos EUA. A parceria reforça a estratégia americana de reduzir dependência externa na produção de chips.

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Na madrugada do dia 18 de junho de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que a Apple concordou em colaborar com a Intel no desenvolvimento e fabricação de chips dentro do território norte-americano. Essa parceria foi apresentada como um passo crucial na estratégia do governo para aumentar a produção de semicondutores no país.

Embora as empresas ainda não tenham confirmado oficialmente o acordo, informações anteriores do The Wall Street Journal indicaram que a Intel já havia estabelecido um acordo preliminar com a Apple, após mais de um ano de negociações. Essa potencial colaboração visa diversificar a cadeia produtiva da Apple, que atualmente depende da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) para a maioria dos seus chips, que também atendem a fabricantes de chips focados em inteligência artificial, como Nvidia e AMD.

Em uma postagem na rede social Truth Social, Trump criticou administrações anteriores que, segundo ele, permitiram a transferência da indústria de semicondutores dos EUA para outros países, citando Taiwan como um exemplo. O presidente enfatizou a importância de desenvolver e fabricar chips nos Estados Unidos, afirmando:

Nós projetamos tudo, mas precisamos construir aqui, agora. Então, decidi ajudar a Intel porque precisamos projetar e fabricar nossos chips aqui mesmo, nos Estados Unidos.

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Além disso, Trump destacou que o anúncio da Apple está alinhado com compromissos assumidos por outras empresas, como a Nvidia e o empresário Elon Musk.

Primeiro, ajudamos a trazer a Nvidia, e eles concordaram em fabricar seus chips de primeira linha com a Intel. Depois, Elon concordou em construir sua TerraFab, a maior fábrica de chips do mundo, projetada em conjunto com a equipe de tecnologia da Intel. E, finalmente, a Apple concordou em trabalhar com a Intel para projetar e fabricar seus chips nos Estados Unidos.

Após o anúncio, as ações da Intel apresentaram um aumento significativo de quase 10% nas negociações pré-abertura do mercado no dia 18 de junho. Os papéis chegaram a ser cotados a US$ 129,84, com potencial para alcançar o maior valor da história da companhia, caso a tendência se mantivesse durante o pregão.

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A Intel também informou que sua tecnologia de fabricação 18A iniciou a fase inicial de produção, um processo considerado essencial para a empresa reduzir a distância em relação à TSMC no competitivo mercado de fabricação de chips.

Vale lembrar que em 2025, o governo Trump adquiriu uma participação de 10% na Intel e anunciou investimentos de aproximadamente US$ 10 bilhões para construção ou ampliação de fábricas nos Estados Unidos. Trump afirmou que a participação governamental na Intel, que valia cerca de US$ 100 bilhões na época do acordo, agora superou os US$ 600 bilhões, com a participação do governo norte-americano valendo mais de US$ 60 bilhões, embora esses números não tenham sido confirmados pela Intel.

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Trump anunciou acordo entre Apple e Intel para fabricar semicondutores nos EUA. A parceria reforça a estratégia americana de reduzir dependência externa na produção de chips.

Na madrugada do dia 18 de junho de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou que a Apple concordou em colaborar com a Intel no desenvolvimento e fabricação de chips dentro do território norte-americano. Essa parceria foi apresentada como um passo crucial na estratégia do governo para aumentar a produção de semicondutores no país.

Embora as empresas ainda não tenham confirmado oficialmente o acordo, informações anteriores do The Wall Street Journal indicaram que a Intel já havia estabelecido um acordo preliminar com a Apple, após mais de um ano de negociações. Essa potencial colaboração visa diversificar a cadeia produtiva da Apple, que atualmente depende da Taiwan Semiconductor Manufacturing Company (TSMC) para a maioria dos seus chips, que também atendem a fabricantes de chips focados em inteligência artificial, como Nvidia e AMD.

Em uma postagem na rede social Truth Social, Trump criticou administrações anteriores que, segundo ele, permitiram a transferência da indústria de semicondutores dos EUA para outros países, citando Taiwan como um exemplo. O presidente enfatizou a importância de desenvolver e fabricar chips nos Estados Unidos, afirmando:

Nós projetamos tudo, mas precisamos construir aqui, agora. Então, decidi ajudar a Intel porque precisamos projetar e fabricar nossos chips aqui mesmo, nos Estados Unidos.

Além disso, Trump destacou que o anúncio da Apple está alinhado com compromissos assumidos por outras empresas, como a Nvidia e o empresário Elon Musk.

Primeiro, ajudamos a trazer a Nvidia, e eles concordaram em fabricar seus chips de primeira linha com a Intel. Depois, Elon concordou em construir sua TerraFab, a maior fábrica de chips do mundo, projetada em conjunto com a equipe de tecnologia da Intel. E, finalmente, a Apple concordou em trabalhar com a Intel para projetar e fabricar seus chips nos Estados Unidos.

Após o anúncio, as ações da Intel apresentaram um aumento significativo de quase 10% nas negociações pré-abertura do mercado no dia 18 de junho. Os papéis chegaram a ser cotados a US$ 129,84, com potencial para alcançar o maior valor da história da companhia, caso a tendência se mantivesse durante o pregão.

A Intel também informou que sua tecnologia de fabricação 18A iniciou a fase inicial de produção, um processo considerado essencial para a empresa reduzir a distância em relação à TSMC no competitivo mercado de fabricação de chips.

Vale lembrar que em 2025, o governo Trump adquiriu uma participação de 10% na Intel e anunciou investimentos de aproximadamente US$ 10 bilhões para construção ou ampliação de fábricas nos Estados Unidos. Trump afirmou que a participação governamental na Intel, que valia cerca de US$ 100 bilhões na época do acordo, agora superou os US$ 600 bilhões, com a participação do governo norte-americano valendo mais de US$ 60 bilhões, embora esses números não tenham sido confirmados pela Intel.

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