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Aracaju: Polícia Federal investiga suposta compra de votos na véspera da eleição

Na noite deste sábado, 26, uma operação da Polícia Federal em Aracaju apura uma denúncia de compra de votos supostamente vinculada à campanha de Luiz Roberto (PDT). A acusação surgiu após um eleitor ter relatado que foi abordado com a oferta de R$ 500 em troca de seu voto, pagos via PIX. O esquema, segundo a denúncia, teria sido disfarçado como uma pesquisa qualitativa realizada em um coworking no bairro Luzia.

26/10/2024 · 22h26 · Atualizado às 19h15
Aracaju: Polícia Federal investiga suposta compra de votos na véspera da eleição

Na noite deste sábado, 26, uma operação da Polícia Federal em Aracaju apura uma denúncia de compra de votos supostamente vinculada à campanha de Luiz Roberto (PDT). A acusação surgiu após um eleitor ter relatado que foi abordado com a oferta de R$ 500 em troca de seu voto, pagos via PIX. O esquema, segundo a denúncia, teria sido disfarçado como uma pesquisa qualitativa realizada em um coworking no bairro Luzia.

A ação policial ocorreu após o eleitor procurar orientação de um advogado, que então acionou as autoridades. Os envolvidos na suposta compra de votos serão ouvidos pela PF nas próximas horas.

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Conforme o Código Eleitoral, a prática de troca de votos por benefícios pode resultar em até quatro anos de reclusão e multa, além da possibilidade de cassação da candidatura e inelegibilidade para eleições futuras dos candidatos envolvidos.

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Na noite deste sábado, 26, uma operação da Polícia Federal em Aracaju apura uma denúncia de compra de votos supostamente vinculada à campanha de Luiz Roberto (PDT). A acusação surgiu após um eleitor ter relatado que foi abordado com a oferta de R$ 500 em troca de seu voto, pagos via PIX. O esquema, segundo a denúncia, teria sido disfarçado como uma pesquisa qualitativa realizada em um coworking no bairro Luzia.

A ação policial ocorreu após o eleitor procurar orientação de um advogado, que então acionou as autoridades. Os envolvidos na suposta compra de votos serão ouvidos pela PF nas próximas horas.

Conforme o Código Eleitoral, a prática de troca de votos por benefícios pode resultar em até quatro anos de reclusão e multa, além da possibilidade de cassação da candidatura e inelegibilidade para eleições futuras dos candidatos envolvidos.

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