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Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
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Aracaju registra 0,9% de infestação no primeiro LIRAa de 2026 e mantém baixo risco para Aedes aegypti

Saúde

Aracaju registra 0,9% de infestação no primeiro LIRAa de 2026 e mantém baixo risco para Aedes aegypti

Publicidade A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju divulgou nesta quinta-feira (15) o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. O estudo, realizado entre 5 e 9 de janeiro, apontou índice geral de infestação de 0,9%, classificação considerada de baixo risco para a presença do mosquito transmissor da […]

15/01/2026 · 12h11
Aracaju registra 0,9% de infestação no primeiro LIRAa de 2026 e mantém baixo risco para Aedes aegypti

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju divulgou nesta quinta-feira (15) o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. O estudo, realizado entre 5 e 9 de janeiro, apontou índice geral de infestação de 0,9%, classificação considerada de baixo risco para a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

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O percentual representa queda de 10% em relação ao levantamento de novembro de 2025. Dos 48 bairros da capital sergipana, 23 (54,16%) apresentaram baixo risco e 25 (45,83%) ficaram na faixa de médio risco; nenhum bairro foi enquadrado em alto risco.

Bairros com maior atenção

Mesmo dentro da classificação de médio risco, alguns bairros exigem vigilância adicional. Os maiores índices foram registrados em Japãozinho (3,2%), Jardins (2,5%), Luzia (2,4%) e Soledade (2,2%).

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Resultado em período crítico

A coordenadora da Vigilância em Saúde, Duanne Marcele, atribuiu o resultado às ações preventivas contínuas e ao engajamento da população. “O índice de 0,9% é significativo porque foi alcançado em meio a chuvas e altas temperaturas, condições favoráveis à proliferação do mosquito”, afirmou.

Duanne lembrou que, enquanto no início de 2025 houve um óbito por dengue, em 2026 não há mortes confirmadas até o momento. Contudo, reforçou que caixas-d’água, tonéis, calhas, pneus, vasos de plantas, ralos, lajes, entulhos e resíduos sólidos ainda são os principais criadouros identificados em residências.

Próximas ações

Mesmo com o cenário considerado tranquilo, a Vigilância em Saúde continuará intensificando visitas domiciliares e promovendo mutirões nos fins de semana, sobretudo nos bairros com índices mais altos. A SMS lembra que o combate ao Aedes aegypti é responsabilidade compartilhada: eliminar água parada, manter reservatórios tampados, descartar lixo corretamente, limpar calhas e ralos e permitir a entrada dos agentes de saúde são medidas essenciais para manter os indicadores sob controle.

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A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) de Aracaju divulgou nesta quinta-feira (15) o resultado do primeiro Levantamento de Índice Rápido do Aedes aegypti (LIRAa) de 2026. O estudo, realizado entre 5 e 9 de janeiro, apontou índice geral de infestação de 0,9%, classificação considerada de baixo risco para a presença do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.

O percentual representa queda de 10% em relação ao levantamento de novembro de 2025. Dos 48 bairros da capital sergipana, 23 (54,16%) apresentaram baixo risco e 25 (45,83%) ficaram na faixa de médio risco; nenhum bairro foi enquadrado em alto risco.

Bairros com maior atenção

Mesmo dentro da classificação de médio risco, alguns bairros exigem vigilância adicional. Os maiores índices foram registrados em Japãozinho (3,2%), Jardins (2,5%), Luzia (2,4%) e Soledade (2,2%).

Resultado em período crítico

A coordenadora da Vigilância em Saúde, Duanne Marcele, atribuiu o resultado às ações preventivas contínuas e ao engajamento da população. “O índice de 0,9% é significativo porque foi alcançado em meio a chuvas e altas temperaturas, condições favoráveis à proliferação do mosquito”, afirmou.

Duanne lembrou que, enquanto no início de 2025 houve um óbito por dengue, em 2026 não há mortes confirmadas até o momento. Contudo, reforçou que caixas-d’água, tonéis, calhas, pneus, vasos de plantas, ralos, lajes, entulhos e resíduos sólidos ainda são os principais criadouros identificados em residências.

Próximas ações

Mesmo com o cenário considerado tranquilo, a Vigilância em Saúde continuará intensificando visitas domiciliares e promovendo mutirões nos fins de semana, sobretudo nos bairros com índices mais altos. A SMS lembra que o combate ao Aedes aegypti é responsabilidade compartilhada: eliminar água parada, manter reservatórios tampados, descartar lixo corretamente, limpar calhas e ralos e permitir a entrada dos agentes de saúde são medidas essenciais para manter os indicadores sob controle.

 

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