Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 16 de julho de 2026
Pular para o conteúdo

Radiologia Intervencionista Torna Tratamento de Câncer Menos Invasivo

Saúde

Radiologia Intervencionista Torna Tratamento de Câncer Menos Invasivo

Radiologia intervencionista oferece tratamentos menos invasivos para câncer de cabeça e pescoço.

16/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 20h17
Radiologia Intervencionista Torna Tratamento de Câncer Menos Invasivo

Publicidade

Em meio ao julho verde, mês dedicado à conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, especialistas alertam sobre a importância da radiologia intervencionista no controle das complicações que surgem durante os tratamentos dessa doença.

Publicidade

Publicidade

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de cabeça e pescoço é um dos mais frequentes no Brasil. Os efeitos colaterais associados ao tratamento, como hemorragias, infecções e alterações vasculares, representam desafios significativos, uma vez que interrupções na terapia podem comprometer os resultados esperados.

Atualmente, uma das formas de tornar o tratamento menos invasivo é por meio de exames de imagem, especialmente a radiologia. Essa técnica atua em diversas etapas do tratamento, desde a realização de biópsias até o tratamento de hemorragias, drenagem de infecções, implantes de acessos venosos para quimioterapia e procedimentos terapêuticos específicos.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

“A radiologia intervencionista integra o tratamento do câncer e pode atuar em praticamente todas as etapas da jornada do paciente. Além das biópsias guiadas por imagem, conseguimos controlar hemorragias, tratar complicações vasculares, drenar infecções e oferecer alternativas minimamente invasivas que permitem ao paciente manter o tratamento com mais segurança”, explica Dr. Guilherme Martins, radiologista intervencionista e diretor da Sobrice.

Embora a radiologia intervencionista seja menos invasiva, existem riscos associados, como sangramentos que podem ocorrer devido à invasão de vasos sanguíneos pelo tumor, efeitos da radioterapia, complicações cirúrgicas ou necrose tumoral. Se esses efeitos não forem controlados rapidamente, podem levar a condições graves, como choque hemorrágico, obstrução das vias aéreas, internação em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e, em casos extremos, à morte.

Quando situações graves ocorrem, um procedimento chamado embolização pode ser realizado. Esse processo é realizado por meio de um pequeno acesso vascular, geralmente pela artéria femoral ou radial. O radiologista conduz, em tempo real e através de imagens, microcateteres até o vaso que está causando o sangramento e realiza sua oclusão, evitando complicações maiores.

Publicidade

A radiologia intervencionista é uma técnica ainda pouco conhecida, mas desempenha um papel crucial no diagnóstico, pois permite acessar lesões profundas ou de difícil localização com precisão, substituindo procedimentos cirúrgicos que seriam necessários apenas para confirmação de um diagnóstico.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Publicidade

Em meio ao julho verde, mês dedicado à conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, especialistas alertam sobre a importância da radiologia intervencionista no controle das complicações que surgem durante os tratamentos dessa doença.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de cabeça e pescoço é um dos mais frequentes no Brasil. Os efeitos colaterais associados ao tratamento, como hemorragias, infecções e alterações vasculares, representam desafios significativos, uma vez que interrupções na terapia podem comprometer os resultados esperados.

Atualmente, uma das formas de tornar o tratamento menos invasivo é por meio de exames de imagem, especialmente a radiologia. Essa técnica atua em diversas etapas do tratamento, desde a realização de biópsias até o tratamento de hemorragias, drenagem de infecções, implantes de acessos venosos para quimioterapia e procedimentos terapêuticos específicos.

“A radiologia intervencionista integra o tratamento do câncer e pode atuar em praticamente todas as etapas da jornada do paciente. Além das biópsias guiadas por imagem, conseguimos controlar hemorragias, tratar complicações vasculares, drenar infecções e oferecer alternativas minimamente invasivas que permitem ao paciente manter o tratamento com mais segurança”, explica Dr. Guilherme Martins, radiologista intervencionista e diretor da Sobrice.

Embora a radiologia intervencionista seja menos invasiva, existem riscos associados, como sangramentos que podem ocorrer devido à invasão de vasos sanguíneos pelo tumor, efeitos da radioterapia, complicações cirúrgicas ou necrose tumoral. Se esses efeitos não forem controlados rapidamente, podem levar a condições graves, como choque hemorrágico, obstrução das vias aéreas, internação em UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e, em casos extremos, à morte.

Quando situações graves ocorrem, um procedimento chamado embolização pode ser realizado. Esse processo é realizado por meio de um pequeno acesso vascular, geralmente pela artéria femoral ou radial. O radiologista conduz, em tempo real e através de imagens, microcateteres até o vaso que está causando o sangramento e realiza sua oclusão, evitando complicações maiores.

A radiologia intervencionista é uma técnica ainda pouco conhecida, mas desempenha um papel crucial no diagnóstico, pois permite acessar lesões profundas ou de difícil localização com precisão, substituindo procedimentos cirúrgicos que seriam necessários apenas para confirmação de um diagnóstico.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA