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Aracaju se une a ato nacional e manifestantes ocupam a Orla da Atalaia contra o ‘PL da Dosimetria’

A tarde deste domingo (14) foi marcada por mobilização política na capital sergipana. Acompanhando uma agenda de atos realizados em diversas cidades do país, manifestantes se reuniram na Orla da Atalaia, especificamente na região da Praia da Cinelândia, para protestar contra o avanço do chamado "PL da Dosimetria" (PL 2.162/2023) no Congresso Nacional.

15/12/2025 · 13h55 · Atualizado às 18h44
Aracaju se une a ato nacional e manifestantes ocupam a Orla da Atalaia contra o ‘PL da Dosimetria’

Protesto na Praia da Cinelândia repudiou o projeto que pode reduzir penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro e beneficiar Jair Bolsonaro.

A tarde deste domingo (14) foi marcada por mobilização política na capital sergipana. Acompanhando uma agenda de atos realizados em diversas cidades do país, manifestantes se reuniram na Orla da Atalaia, especificamente na região da Praia da Cinelândia, para protestar contra o avanço do chamado “PL da Dosimetria” (PL 2.162/2023) no Congresso Nacional.

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O ato em Aracaju reuniu militantes de movimentos sociais, sindicatos, partidos de esquerda e defensores da democracia, que entoaram gritos de ordem contra a impunidade e o que classificam como “anistia disfarçada” para golpistas.

O Alvo do Protesto

A principal crítica do manifesto é a alteração na legislação penal aprovada recentemente pela Câmara dos Deputados e que agora tramita no Senado. O texto modifica o cálculo das penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito.

Na prática, a medida reduz drasticamente as punições para os condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 e pode beneficiar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, reduzindo uma eventual pena e livrando-o da prisão em caso de condenação por tentativa de golpe de Estado.

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“Não podemos aceitar que o Congresso negocie a nossa democracia. Reduzir pena de quem tentou dar um golpe é convidar para que façam de novo”, afirmou um dos manifestantes durante o ato na Cinelândia.

Outras Pautas

Além do repúdio ao PL da Dosimetria, o protesto na Orla da Atalaia também levantou faixas em defesa do fim da escala de trabalho 6×1 e por políticas mais rígidas de combate ao feminicídio.

O projeto de lei segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde deve ser analisado já nesta quarta-feira (17).

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Protesto na Praia da Cinelândia repudiou o projeto que pode reduzir penas de condenados pelos atos de 8 de janeiro e beneficiar Jair Bolsonaro.

A tarde deste domingo (14) foi marcada por mobilização política na capital sergipana. Acompanhando uma agenda de atos realizados em diversas cidades do país, manifestantes se reuniram na Orla da Atalaia, especificamente na região da Praia da Cinelândia, para protestar contra o avanço do chamado “PL da Dosimetria” (PL 2.162/2023) no Congresso Nacional.

O ato em Aracaju reuniu militantes de movimentos sociais, sindicatos, partidos de esquerda e defensores da democracia, que entoaram gritos de ordem contra a impunidade e o que classificam como “anistia disfarçada” para golpistas.

O Alvo do Protesto

A principal crítica do manifesto é a alteração na legislação penal aprovada recentemente pela Câmara dos Deputados e que agora tramita no Senado. O texto modifica o cálculo das penas para crimes contra o Estado Democrático de Direito.

Na prática, a medida reduz drasticamente as punições para os condenados pelos ataques de 8 de janeiro de 2023 e pode beneficiar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro, reduzindo uma eventual pena e livrando-o da prisão em caso de condenação por tentativa de golpe de Estado.

“Não podemos aceitar que o Congresso negocie a nossa democracia. Reduzir pena de quem tentou dar um golpe é convidar para que façam de novo”, afirmou um dos manifestantes durante o ato na Cinelândia.

Outras Pautas

Além do repúdio ao PL da Dosimetria, o protesto na Orla da Atalaia também levantou faixas em defesa do fim da escala de trabalho 6×1 e por políticas mais rígidas de combate ao feminicídio.

O projeto de lei segue agora para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, onde deve ser analisado já nesta quarta-feira (17).

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