Levantamento do Observatório da Indústria do Sistema FIES, com base em dados do IBGE, mostra que Aracaju registrou inflação de 0,68% em fevereiro de 2026, medida pelo IPCA. Com esse resultado, a alta acumulada no ano chegou a 1,09%.
O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avalia a variação de preços de bens e serviços consumidos por famílias com renda entre 1 e 40 salários mínimos, independentemente da fonte de rendimento. Para o cálculo divulgado, os preços coletados entre 1 e 28 de fevereiro de 2026 foram comparados aos vigentes entre 1 e 31 de janeiro de 2026.
No detalhamento por grupos de consumo, dos nove segmentos pesquisados em Aracaju dois apresentaram queda de preços. O grupo de Despesas pessoais registrou deflação de 0,34% e Habitação apresentou recuo de 0,22% no período analisado.
Sete grupos apontaram aumento nos preços. Educação teve o maior impacto, com inflação de 5,16% em fevereiro. Em seguida vieram Transporte, com alta de 0,97%, e Artigos de residência, que variou 0,82%. Comunicação subiu 0,55%; Alimentação e bebidas avançou 0,30%; Saúde e cuidados pessoais cresceu 0,26%; e Vestuário teve elevação de 0,06%.
Além do IPCA, o IBGE calcula o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), que acompanha a cesta de consumo de famílias com rendimento de 1 a 5 salários mínimos cujo chefe é assalariado. Para esse segmento em Aracaju, o INPC apontou inflação de 0,56% em fevereiro de 2026.

No universo medido pelo INPC, apenas Habitação e Vestuário registraram variação negativa no mês, com quedas de 0,37% e 0,06%, respectivamente. O período de comparação utilizado para o INPC é o mesmo aplicado ao IPCA, entre 1 e 28 de fevereiro e 1 e 31 de janeiro de 2026.
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