Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Terça-feira, 7 de julho de 2026
Pular para o conteúdo

Área em Belém permanece interditada após desabamento de prédio histórico

Blog

Área em Belém permanece interditada após desabamento de prédio histórico

Área em Belém continua interditada após desabamento de prédio histórico, sem feridos.

07/07/2026 · 14h39
Área em Belém permanece interditada após desabamento de prédio histórico

Publicidade

A Prefeitura de Belém anunciou na noite de segunda-feira (6) que a área onde ocorreu o desabamento parcial da fachada de um prédio histórico, localizado no Centro Comercial da capital, permanecerá interditada por tempo indeterminado. A medida visa garantir a segurança da população e possibilitar a execução dos serviços de escoramento da estrutura, que ainda apresenta risco de novos desabamentos.

Publicidade

Publicidade

O imóvel, situado no cruzamento da travessa 13 de Maio com a rua Padre Eutíquio, teve parte de sua fachada destruída na data mencionada. Felizmente, não houve registros de feridos. Desde o incidente, equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e outros órgãos competentes estão monitorando a situação.

De acordo com a prefeitura, os serviços de escoramento estão sendo realizados por uma empresa contratada pelo proprietário do imóvel, sob a supervisão dos órgãos responsáveis. Além disso, uma retroescavadeira foi acionada para a retirada dos entulhos, enquanto diversas ruas ao redor permanecem bloqueadas e os estabelecimentos comerciais da região seguem interditados devido ao risco estrutural.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

A interdição abrange os seguintes pontos: travessa 13 de Maio com a travessa 7 de Setembro; travessa 13 de Maio com a travessa Campos Sales; travessa Padre Eutíquio com a rua Manoel Barata; e travessa Padre Eutíquio com a rua João Alfredo.

Uma avaliação preliminar feita pelo arquiteto da Secretaria Municipal de Cultura (Semcult), Jorge Martins Pina, sugere que o desabamento pode ter sido causado por uma combinação de fatores, incluindo a falta de manutenção preventiva do edifício e uma possível sobrecarga de mercadorias armazenadas nos andares superiores. Durante a vistoria, também foram observados sinais de infiltração devido a uma calha danificada na cobertura, o que pode ter comprometido a resistência das paredes ao longo dos anos.

A análise inicial indica que os andares superiores estavam sendo utilizados como depósito de cargas que excediam a capacidade estrutural do casarão. As causas do desabamento ainda serão confirmadas após a conclusão das perícias técnicas, que estão sendo realizadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PA) e pelo Iphan.

Publicidade

A prefeitura informou que o prédio é tombado municipal e federal, o que exige procedimentos específicos para a sua recuperação. Em nota, a Polícia Militar comunicou que mantém o isolamento do cruzamento das travessas 13 de Maio e 7 de Setembro, em apoio ao Corpo de Bombeiros, visando garantir a segurança de pedestres e motoristas. A área permanece monitorada e só será liberada após autorização dos órgãos competentes. A Equatorial Pará assegurou que não houve danos à rede de distribuição de energia elétrica e mantém equipes técnicas no local para acompanhar a situação e tomar as medidas necessárias.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
3 min de leitura

Publicidade

A Prefeitura de Belém anunciou na noite de segunda-feira (6) que a área onde ocorreu o desabamento parcial da fachada de um prédio histórico, localizado no Centro Comercial da capital, permanecerá interditada por tempo indeterminado. A medida visa garantir a segurança da população e possibilitar a execução dos serviços de escoramento da estrutura, que ainda apresenta risco de novos desabamentos.

O imóvel, situado no cruzamento da travessa 13 de Maio com a rua Padre Eutíquio, teve parte de sua fachada destruída na data mencionada. Felizmente, não houve registros de feridos. Desde o incidente, equipes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e outros órgãos competentes estão monitorando a situação.

De acordo com a prefeitura, os serviços de escoramento estão sendo realizados por uma empresa contratada pelo proprietário do imóvel, sob a supervisão dos órgãos responsáveis. Além disso, uma retroescavadeira foi acionada para a retirada dos entulhos, enquanto diversas ruas ao redor permanecem bloqueadas e os estabelecimentos comerciais da região seguem interditados devido ao risco estrutural.

A interdição abrange os seguintes pontos: travessa 13 de Maio com a travessa 7 de Setembro; travessa 13 de Maio com a travessa Campos Sales; travessa Padre Eutíquio com a rua Manoel Barata; e travessa Padre Eutíquio com a rua João Alfredo.

Uma avaliação preliminar feita pelo arquiteto da Secretaria Municipal de Cultura (Semcult), Jorge Martins Pina, sugere que o desabamento pode ter sido causado por uma combinação de fatores, incluindo a falta de manutenção preventiva do edifício e uma possível sobrecarga de mercadorias armazenadas nos andares superiores. Durante a vistoria, também foram observados sinais de infiltração devido a uma calha danificada na cobertura, o que pode ter comprometido a resistência das paredes ao longo dos anos.

A análise inicial indica que os andares superiores estavam sendo utilizados como depósito de cargas que excediam a capacidade estrutural do casarão. As causas do desabamento ainda serão confirmadas após a conclusão das perícias técnicas, que estão sendo realizadas pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-PA) e pelo Iphan.

A prefeitura informou que o prédio é tombado municipal e federal, o que exige procedimentos específicos para a sua recuperação. Em nota, a Polícia Militar comunicou que mantém o isolamento do cruzamento das travessas 13 de Maio e 7 de Setembro, em apoio ao Corpo de Bombeiros, visando garantir a segurança de pedestres e motoristas. A área permanece monitorada e só será liberada após autorização dos órgãos competentes. A Equatorial Pará assegurou que não houve danos à rede de distribuição de energia elétrica e mantém equipes técnicas no local para acompanhar a situação e tomar as medidas necessárias.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA