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Aracaju, Terça-feira, 7 de julho de 2026
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Senadora paraguaia se nega a pedir desculpas a Mbappé por racismo e ameaça: ‘Já prendemos o Ronaldinho’

Política Internacional

Senadora paraguaia se nega a pedir desculpas a Mbappé por racismo e ameaça: ‘Já prendemos o Ronaldinho’

Celeste Amarilla voltou a atacar o capitão francês no Congresso; ONU emitiu nota classificando as falas anteriores da parlamentar como 'desprezíveis'.

07/07/2026 · 15h55
Senadora paraguaia se nega a pedir desculpas a Mbappé por racismo e ameaça: ‘Já prendemos o Ronaldinho’

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Celeste Amarilla voltou a atacar o capitão francês no Congresso; ONU emitiu nota classificando as falas anteriores da parlamentar como ‘desprezíveis’.

A senadora paraguaia Celeste Amarilla voltou a se colocar no centro de uma crise internacional nesta terça-feira (7). Em entrevista concedida nos corredores do Congresso do Paraguai, a parlamentar se recusou a pedir desculpas pelas declarações racistas proferidas recentemente contra o atacante e capitão da seleção francesa, Kylian Mbappé, e optou por fazer ameaças ao jogador.

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O caso tomou proporções globais após a Organização das Nações Unidas (ONU) emitir um comunicado oficial de repúdio, expressando solidariedade a Mbappé e classificando os comentários da senadora como “desprezíveis”.

Apesar da forte onda de indignação e das cobranças por uma retratação pública, Amarilla minimizou o episódio anterior, justificando que havia falado “a sangue quente”. Na sequência, mandou um recado em tom de ameaça ao atleta do Real Madrid, alertando-o para não subestimar o povo paraguaio e resgatando o histórico episódio da detenção do ex-astro da Seleção Brasileira, Ronaldinho Gaúcho, no país.

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“Não se meta com os paraguaios, Mbappé. Nós já mandamos o Ronaldinho para a cadeia”, declarou a senadora aos jornalistas.

Relembre o caso Ronaldinho no Paraguai

A menção feita pela parlamentar faz referência ao caso ocorrido em março de 2020, quando o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, foram detidos e passaram quase seis meses sob custódia em Assunção, capital paraguaia. Na ocasião, os brasileiros foram flagrados e processados por tentar ingressar no país vizinho utilizando passaportes falsificados.

O novo posicionamento da senadora paraguaia gerou mais uma forte repercussão negativa nas redes sociais e entre entidades que combatem a discriminação no esporte. Até o momento, nem o jogador Kylian Mbappé, nem a Federação Francesa de Futebol se manifestaram sobre as novas declarações da congressista.

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Celeste Amarilla voltou a atacar o capitão francês no Congresso; ONU emitiu nota classificando as falas anteriores da parlamentar como ‘desprezíveis’.

A senadora paraguaia Celeste Amarilla voltou a se colocar no centro de uma crise internacional nesta terça-feira (7). Em entrevista concedida nos corredores do Congresso do Paraguai, a parlamentar se recusou a pedir desculpas pelas declarações racistas proferidas recentemente contra o atacante e capitão da seleção francesa, Kylian Mbappé, e optou por fazer ameaças ao jogador.

O caso tomou proporções globais após a Organização das Nações Unidas (ONU) emitir um comunicado oficial de repúdio, expressando solidariedade a Mbappé e classificando os comentários da senadora como “desprezíveis”.

Apesar da forte onda de indignação e das cobranças por uma retratação pública, Amarilla minimizou o episódio anterior, justificando que havia falado “a sangue quente”. Na sequência, mandou um recado em tom de ameaça ao atleta do Real Madrid, alertando-o para não subestimar o povo paraguaio e resgatando o histórico episódio da detenção do ex-astro da Seleção Brasileira, Ronaldinho Gaúcho, no país.

“Não se meta com os paraguaios, Mbappé. Nós já mandamos o Ronaldinho para a cadeia”, declarou a senadora aos jornalistas.

Relembre o caso Ronaldinho no Paraguai

A menção feita pela parlamentar faz referência ao caso ocorrido em março de 2020, quando o ex-jogador Ronaldinho Gaúcho e seu irmão, Assis, foram detidos e passaram quase seis meses sob custódia em Assunção, capital paraguaia. Na ocasião, os brasileiros foram flagrados e processados por tentar ingressar no país vizinho utilizando passaportes falsificados.

O novo posicionamento da senadora paraguaia gerou mais uma forte repercussão negativa nas redes sociais e entre entidades que combatem a discriminação no esporte. Até o momento, nem o jogador Kylian Mbappé, nem a Federação Francesa de Futebol se manifestaram sobre as novas declarações da congressista.

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