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Bap nega calote e responsabiliza agente por cobrança

Bap, presidente do Flamengo, nega calote e afirma que cobrança partiu de um agente.

27/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 10h06
Bap nega calote e responsabiliza agente por cobrança

Luiz Eduardo Baptista afirmou que o Flamengo não tem débitos em atraso e negou atrasos nos pagamentos. Ele afirmou que a cobrança é de um caso isolado e que alguns pagamentos a agentes foram adiados mediante acordo.

O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, negou, no domingo (26 de julho de 2026), que o clube tenha deixado de pagar empresários. A declaração foi feita antes da partida do time contra o São Paulo e surgiu em meio a uma discussão sobre a suspensão de pagamentos de comissões a agentes.

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Bap explicou que a situação é referente a um caso específico de cobrança de comissão. Ele afirmou que o Flamengo não possui débitos em atraso e que, em algumas circunstâncias, houve um entendimento para adiar pagamentos a agentes. “A gente vai pegar o mês de julho e agosto e vai jogar para frente, a gente começa a pagar de novo em outubro e normaliza até o final do ano”, disse Bap durante uma cerimônia de anúncio do busto do jogador Arrascaeta.

O presidente do clube também mencionou que a decisão de adiar os pagamentos ocorreu devido à redução das receitas do Flamengo, que foram impactadas pela queda na arrecadação do programa de sócio-torcedor, além da diminuição nas vendas de ingressos e produtos.

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Sobre a origem da cobrança, Bap esclareceu que o acordo com os empresários não foi uma decisão abrangente e que a reclamação decorreu de uma situação pontual. Ele revelou que o Flamengo havia concedido um aumento salarial a um jogador por iniciativa própria, mas um agente cobrou uma comissão sobre esse reajuste. “Qual foi o trabalho que o agente teve? Zero. Mudou alguma cláusula do contrato? Zero. Aí, ele manda uma cobrança de comissão em cima do que eu estou dando de aumento espontâneo. Eu falei: não vou pagar isso”, declarou.

Bap também negou que o valor envolvido na controvérsia seja o divulgado e afirmou que a situação não altera a política de relacionamento do clube com os empresários. Ele descartou a possibilidade de que o episódio prejudique futuras negociações do Flamengo com jogadores e agentes, reiterando que o clube continuará fazendo contratações, mesmo sem aceitar cobranças que considere indevidas. “Quem não quer fazer negócio com o Flamengo, não tem problema. Tira os atletas daqui. A vida aí fora está fácil em outros clubes? Não está. Vai lá e faz negócio com outros clubes”, afirmou Bap.

O dirigente utilizou a contratação de jogadores como exemplo e questionou se a recusa em pagar determinadas comissões poderia impedir acordos futuros. “Alguém acha que se eu não pago comissão de agente eu vou trazer o Almada? Não faz sentido, né?”, completou.

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Luiz Eduardo Baptista afirmou que o Flamengo não tem débitos em atraso e negou atrasos nos pagamentos. Ele afirmou que a cobrança é de um caso isolado e que alguns pagamentos a agentes foram adiados mediante acordo.

O presidente do Flamengo, Luiz Eduardo Baptista, conhecido como Bap, negou, no domingo (26 de julho de 2026), que o clube tenha deixado de pagar empresários. A declaração foi feita antes da partida do time contra o São Paulo e surgiu em meio a uma discussão sobre a suspensão de pagamentos de comissões a agentes.

Bap explicou que a situação é referente a um caso específico de cobrança de comissão. Ele afirmou que o Flamengo não possui débitos em atraso e que, em algumas circunstâncias, houve um entendimento para adiar pagamentos a agentes. “A gente vai pegar o mês de julho e agosto e vai jogar para frente, a gente começa a pagar de novo em outubro e normaliza até o final do ano”, disse Bap durante uma cerimônia de anúncio do busto do jogador Arrascaeta.

O presidente do clube também mencionou que a decisão de adiar os pagamentos ocorreu devido à redução das receitas do Flamengo, que foram impactadas pela queda na arrecadação do programa de sócio-torcedor, além da diminuição nas vendas de ingressos e produtos.

Sobre a origem da cobrança, Bap esclareceu que o acordo com os empresários não foi uma decisão abrangente e que a reclamação decorreu de uma situação pontual. Ele revelou que o Flamengo havia concedido um aumento salarial a um jogador por iniciativa própria, mas um agente cobrou uma comissão sobre esse reajuste. “Qual foi o trabalho que o agente teve? Zero. Mudou alguma cláusula do contrato? Zero. Aí, ele manda uma cobrança de comissão em cima do que eu estou dando de aumento espontâneo. Eu falei: não vou pagar isso”, declarou.

Bap também negou que o valor envolvido na controvérsia seja o divulgado e afirmou que a situação não altera a política de relacionamento do clube com os empresários. Ele descartou a possibilidade de que o episódio prejudique futuras negociações do Flamengo com jogadores e agentes, reiterando que o clube continuará fazendo contratações, mesmo sem aceitar cobranças que considere indevidas. “Quem não quer fazer negócio com o Flamengo, não tem problema. Tira os atletas daqui. A vida aí fora está fácil em outros clubes? Não está. Vai lá e faz negócio com outros clubes”, afirmou Bap.

O dirigente utilizou a contratação de jogadores como exemplo e questionou se a recusa em pagar determinadas comissões poderia impedir acordos futuros. “Alguém acha que se eu não pago comissão de agente eu vou trazer o Almada? Não faz sentido, né?”, completou.

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