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Aracaju, Quinta-feira, 18 de junho de 2026
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Bolsa Família cresce 690 mil famílias após corte de fraudes em 2025

Brasil

Bolsa Família cresce 690 mil famílias após corte de fraudes em 2025

O governo Lula aumenta Bolsa Família para 19,35 milhões de famílias em 2026.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h59
Bolsa Família cresce 690 mil famílias após corte de fraudes em 2025

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Em ano eleitoral, o programa atinge 19,35 milhões de famílias com benefício médio de R$ 677,66. A expansão vem após exclusão de 2,1 milhões de cadastros irregulares.

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O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um aumento no valor do Bolsa Família neste ano eleitoral de 2026. A partir de junho, 19,35 milhões de famílias estarão recebendo um benefício médio de R$ 677,66. Em comparação com novembro de 2025, quando 18,66 milhões de famílias estavam cadastradas, houve a inclusão de 690 mil novas famílias no programa.

A elevação no número de beneficiários ocorre após um pente-fino realizado ao longo de 2025, que resultou na exclusão de 2,1 milhões de beneficiários devido à identificação de fraudes e pagamentos indevidos. Apesar do desemprego se aproximar da mínima histórica e da renda das famílias brasileiras atingir recordes consecutivos, a admissão de novos beneficiários no Bolsa Família continua.

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O auxílio-base do programa social é de R$ 600, mas, com a inclusão de adicionais, como bônus para crianças e mulheres grávidas, o valor médio recebido pelas famílias supera essa quantia. Esses adicionais foram implementados por Lula no início de seu terceiro mandato, cumprindo uma promessa de campanha.

Em junho de 2025, foi reportado que ao menos 1,4 milhão de pessoas estavam omitindo informações sobre cônjuges para receber o Bolsa Família, uma das fraudes mais comuns no programa. Além disso, um levantamento revelou que cerca de 895 mil famílias estavam recebendo mais em auxílios do Estado do que trabalhando, evidenciando a dependência de muitos brasileiros em relação ao programa.

Historicamente, o Bolsa Família teve um aumento no número de beneficiários em cinco dos seis anos em que esteve em vigor durante eleições gerais, sendo a única exceção em 2014. A maior alta foi registrada em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), quando 6,6 milhões foram admitidos, período em que o programa foi renomeado para Auxílio Brasil.

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O custo do Bolsa Família em junho será de R$ 13,1 bilhões, um aumento de R$ 384 milhões em relação a novembro anterior. O gasto do programa voltou a subir rapidamente com a inclusão de mais beneficiários, refletindo o impacto das políticas sociais na economia brasileira.

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Em ano eleitoral, o programa atinge 19,35 milhões de famílias com benefício médio de R$ 677,66. A expansão vem após exclusão de 2,1 milhões de cadastros irregulares.

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um aumento no valor do Bolsa Família neste ano eleitoral de 2026. A partir de junho, 19,35 milhões de famílias estarão recebendo um benefício médio de R$ 677,66. Em comparação com novembro de 2025, quando 18,66 milhões de famílias estavam cadastradas, houve a inclusão de 690 mil novas famílias no programa.

A elevação no número de beneficiários ocorre após um pente-fino realizado ao longo de 2025, que resultou na exclusão de 2,1 milhões de beneficiários devido à identificação de fraudes e pagamentos indevidos. Apesar do desemprego se aproximar da mínima histórica e da renda das famílias brasileiras atingir recordes consecutivos, a admissão de novos beneficiários no Bolsa Família continua.

O auxílio-base do programa social é de R$ 600, mas, com a inclusão de adicionais, como bônus para crianças e mulheres grávidas, o valor médio recebido pelas famílias supera essa quantia. Esses adicionais foram implementados por Lula no início de seu terceiro mandato, cumprindo uma promessa de campanha.

Em junho de 2025, foi reportado que ao menos 1,4 milhão de pessoas estavam omitindo informações sobre cônjuges para receber o Bolsa Família, uma das fraudes mais comuns no programa. Além disso, um levantamento revelou que cerca de 895 mil famílias estavam recebendo mais em auxílios do Estado do que trabalhando, evidenciando a dependência de muitos brasileiros em relação ao programa.

Historicamente, o Bolsa Família teve um aumento no número de beneficiários em cinco dos seis anos em que esteve em vigor durante eleições gerais, sendo a única exceção em 2014. A maior alta foi registrada em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro (PL), quando 6,6 milhões foram admitidos, período em que o programa foi renomeado para Auxílio Brasil.

O custo do Bolsa Família em junho será de R$ 13,1 bilhões, um aumento de R$ 384 milhões em relação a novembro anterior. O gasto do programa voltou a subir rapidamente com a inclusão de mais beneficiários, refletindo o impacto das políticas sociais na economia brasileira.

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