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Aracaju, Sábado, 3 de outubro de 2026
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Economia

Brasil cria 165.827 empregos formais em agosto, aponta Caged

Caged registrou abertura de 165.827 vagas formais em agosto; Serviços lideraram com 110.346 postos e saldo acumulado de jan a ago foi 1.134.033.

03/10/2026 · 11h43 · Atualizado às 10h41
Brasil cria 165.827 empregos formais em agosto, aponta Caged

O saldo de agosto foi 183,1% superior ao de julho. A criação de vagas ficou 7,2% maior que em agosto do ano passado, segundo o Ministério do Trabalho.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontaram que 165.827 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em agosto. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

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O saldo de agosto ficou 183,1% superior ao de julho, quando o país criou 58.568 empregos. Em comparação a agosto do ano passado, a criação de vagas subiu 7,2%, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia: em agosto de 2025 tinham sido criados 154.683 postos, nos dados com ajuste que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em relação aos meses de agosto desde 2020, esse foi o segundo resultado mais baixo da série, só perdendo para o mesmo mês do ano passado. A mudança de metodologia do Caged impede a comparação com períodos anteriores a 2020.

Acumulado

  • 1.134.033 — saldo de vagas formais de janeiro a agosto de 2026;
  • 1.516.881 — saldo de vagas formais de janeiro a agosto de 2025.

Os dados trazem ajustes quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

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Setores

  • Serviços: +110.346 postos;
  • Construção civil: +20.848;
  • Indústria: +16.613 (inclui transformação, extração e outros tipos);
  • Comércio: +16.565;
  • Agropecuária: +1.452.

Tradicionalmente, o mês de agosto é fraco para a agropecuária, por causa do início de plantio. Já agosto marca o pico da atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.

Destaques por segmento

  • Educação: +25.416 postos formais (puxando a alta nos serviços);
  • Saúde humana e serviços sociais: +19.142 vagas;
  • Transporte, armazenagem e correio: +16.819 postos;
  • Serviços especializados para construção: +8.415 empregos na construção civil;
  • Obras de infraestrutura: +7.396 postos;
  • Fabricação de produtos alimentícios: +10.171 vagas na indústria;
  • Fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias: +3.311;
  • Fabricação de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis: +2.845.

Regiões e unidades da Federação

  • Sudeste: +73.167 postos;
  • Nordeste: +59.356;
  • Norte: +13.603;
  • Sul: +10.850;
  • Centro-Oeste: +8.699.

Unidades da Federação

  • São Paulo: +42.533;
  • Rio de Janeiro: +20.886;
  • Pernambuco: +13.428;
  • Rio Grande do Sul: -1.611;
  • Rondônia: -923;
  • Espírito Santo: -287.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Espírito Santo as demissões decorrem do fim da safra de café; em Rondônia estão relacionadas à indústria alimentícia; e no Rio Grande do Sul concentraram-se na indústria do fumo e no comércio.

Salário médio de admissão

  • R$ 2.410,74 — salário médio real de admissão em agosto de 2026;
  • Redução de R$ 0,74 (-0,03%) em relação a julho de 2026 (R$ 2.411,48);
  • Aumento de R$ 24,31 (+1,02%) em relação a agosto de 2025 (R$ 2.386,43).

Carteira assinada

Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou agosto em 48.244.696, alta de 1% em relação a julho e de 1,02% em relação ao mesmo mês do ano passado.

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O saldo de agosto foi 183,1% superior ao de julho. A criação de vagas ficou 7,2% maior que em agosto do ano passado, segundo o Ministério do Trabalho.

Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, apontaram que 165.827 postos de trabalho com carteira assinada foram abertos em agosto. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.

O saldo de agosto ficou 183,1% superior ao de julho, quando o país criou 58.568 empregos. Em comparação a agosto do ano passado, a criação de vagas subiu 7,2%, pressionada pelos juros altos e pela desaceleração da economia: em agosto de 2025 tinham sido criados 154.683 postos, nos dados com ajuste que consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores.

Em relação aos meses de agosto desde 2020, esse foi o segundo resultado mais baixo da série, só perdendo para o mesmo mês do ano passado. A mudança de metodologia do Caged impede a comparação com períodos anteriores a 2020.

Acumulado

  • 1.134.033 — saldo de vagas formais de janeiro a agosto de 2026;
  • 1.516.881 — saldo de vagas formais de janeiro a agosto de 2025.

Os dados trazem ajustes quando o Ministério do Trabalho registra declarações entregues fora do prazo pelos empregadores e retifica os dados de meses anteriores.

Setores

  • Serviços: +110.346 postos;
  • Construção civil: +20.848;
  • Indústria: +16.613 (inclui transformação, extração e outros tipos);
  • Comércio: +16.565;
  • Agropecuária: +1.452.

Tradicionalmente, o mês de agosto é fraco para a agropecuária, por causa do início de plantio. Já agosto marca o pico da atividade industrial, com as fábricas começando a produzir para o Natal.

Destaques por segmento

  • Educação: +25.416 postos formais (puxando a alta nos serviços);
  • Saúde humana e serviços sociais: +19.142 vagas;
  • Transporte, armazenagem e correio: +16.819 postos;
  • Serviços especializados para construção: +8.415 empregos na construção civil;
  • Obras de infraestrutura: +7.396 postos;
  • Fabricação de produtos alimentícios: +10.171 vagas na indústria;
  • Fabricação de veículos automotores, reboques e carrocerias: +3.311;
  • Fabricação de coque, derivados do petróleo e biocombustíveis: +2.845.

Regiões e unidades da Federação

  • Sudeste: +73.167 postos;
  • Nordeste: +59.356;
  • Norte: +13.603;
  • Sul: +10.850;
  • Centro-Oeste: +8.699.

Unidades da Federação

  • São Paulo: +42.533;
  • Rio de Janeiro: +20.886;
  • Pernambuco: +13.428;
  • Rio Grande do Sul: -1.611;
  • Rondônia: -923;
  • Espírito Santo: -287.

Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, no Espírito Santo as demissões decorrem do fim da safra de café; em Rondônia estão relacionadas à indústria alimentícia; e no Rio Grande do Sul concentraram-se na indústria do fumo e no comércio.

Salário médio de admissão

  • R$ 2.410,74 — salário médio real de admissão em agosto de 2026;
  • Redução de R$ 0,74 (-0,03%) em relação a julho de 2026 (R$ 2.411,48);
  • Aumento de R$ 24,31 (+1,02%) em relação a agosto de 2025 (R$ 2.386,43).

Carteira assinada

Com a criação de empregos formais, o número de trabalhadores com carteira assinada encerrou agosto em 48.244.696, alta de 1% em relação a julho e de 1,02% em relação ao mesmo mês do ano passado.

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