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Economia

Brasil cria 255.321 postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro, diz Caged

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, registrou a abertura de 255.321 vagas formais em fevereiro...

31/03/2026 · 16h04 · Atualizado às 19h09
Brasil cria 255.321 postos de trabalho com carteira assinada em fevereiro, diz Caged
01 carteira de trabalho2

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, registrou a abertura de 255.321 vagas formais em fevereiro de 2026. O indicador do Caged mede a diferença entre contratações e demissões.

O saldo de fevereiro é superior ao de janeiro, quando foram criados 115.018 empregos com carteira assinada. No entanto, a geração de vagas recuou 42% na comparação com fevereiro de 2025, quando o Caged apontou a criação de 440.432 postos (dados com ajuste, que consideram declarações entregues fora do prazo).

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Posição histórica e metodologia

Considerando os meses de fevereiro desde 2020, o resultado de 2026 é o terceiro pior da série, ficando atrás apenas de fevereiro de 2020 (+217.329 postos) e de fevereiro de 2023 (+252.480 postos). A mudança metodológica adotada pelo Caged impede comparações com períodos anteriores a 2020.

Acumulado no ano

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, o Caged anotou 370.339 novas vagas formais, queda de 37,8% frente às 594.953 vagas registradas no mesmo bimestre de 2025. Os números do Caged incorporam ajustes quando empregadores entregam declarações em atraso, o que pode retificar dados de meses anteriores.

Setores

Todos os cinco grandes setores econômicos monitorados pelo Caged registraram expansão do emprego formal em fevereiro.

  • Serviços: 177.953 vagas
  • Indústria (transformação, extrativa e demais): 32.027 vagas
  • Construção civil: 31.099 vagas
  • Agropecuária: 8.123 vagas
  • Comércio: 6.127 vagas

No setor de serviços, a maior parte das vagas veio de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com 79.788 postos. Outro grupo importante foi o de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que abriu 48.132 vagas.

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Na indústria, a indústria de transformação foi o principal componente, com saldo positivo de 29.029 empregos. Os segmentos de água, esgoto e atividades de gestão de resíduos criaram 1.626 vagas, e a indústria extrativa registrou 1.199 novas posições.

01 carteira de trabalho2

Regiões e unidades da Federação

Todas as cinco regiões do país apresentaram saldos positivos em fevereiro. O desempenho por região foi:

  • Sudeste: 133.052 postos
  • Sul: 67.718 postos
  • Centro-Oeste: 32.328 postos
  • Nordeste: 11.629 postos
  • Norte: 10.634 postos

Por unidade da Federação, 24 estados tiveram saldo positivo e três apresentaram mais demissões do que contratações. Os maiores saldos ocorreram em São Paulo (+95.896), Rio Grande do Sul (+24.392) e Minas Gerais (+22.874). Os estados que reduziram o número de vagas formais foram Alagoas (-3.023), Rio Grande do Norte (-2.221) e Paraíba (-1.186).

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Ao final de fevereiro, o número total de trabalhadores com carteira assinada chegou a 48.837.602, alta de 0,53% em relação a janeiro e de 2,19% na comparação com fevereiro do ano anterior.

 

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O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, registrou a abertura de 255.321 vagas formais em fevereiro de 2026. O indicador do Caged mede a diferença entre contratações e demissões.

O saldo de fevereiro é superior ao de janeiro, quando foram criados 115.018 empregos com carteira assinada. No entanto, a geração de vagas recuou 42% na comparação com fevereiro de 2025, quando o Caged apontou a criação de 440.432 postos (dados com ajuste, que consideram declarações entregues fora do prazo).

Posição histórica e metodologia

Considerando os meses de fevereiro desde 2020, o resultado de 2026 é o terceiro pior da série, ficando atrás apenas de fevereiro de 2020 (+217.329 postos) e de fevereiro de 2023 (+252.480 postos). A mudança metodológica adotada pelo Caged impede comparações com períodos anteriores a 2020.

Acumulado no ano

No acumulado de janeiro e fevereiro de 2026, o Caged anotou 370.339 novas vagas formais, queda de 37,8% frente às 594.953 vagas registradas no mesmo bimestre de 2025. Os números do Caged incorporam ajustes quando empregadores entregam declarações em atraso, o que pode retificar dados de meses anteriores.

Setores

Todos os cinco grandes setores econômicos monitorados pelo Caged registraram expansão do emprego formal em fevereiro.

  • Serviços: 177.953 vagas
  • Indústria (transformação, extrativa e demais): 32.027 vagas
  • Construção civil: 31.099 vagas
  • Agropecuária: 8.123 vagas
  • Comércio: 6.127 vagas

No setor de serviços, a maior parte das vagas veio de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com 79.788 postos. Outro grupo importante foi o de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que abriu 48.132 vagas.

Na indústria, a indústria de transformação foi o principal componente, com saldo positivo de 29.029 empregos. Os segmentos de água, esgoto e atividades de gestão de resíduos criaram 1.626 vagas, e a indústria extrativa registrou 1.199 novas posições.

01 carteira de trabalho2

Regiões e unidades da Federação

Todas as cinco regiões do país apresentaram saldos positivos em fevereiro. O desempenho por região foi:

  • Sudeste: 133.052 postos
  • Sul: 67.718 postos
  • Centro-Oeste: 32.328 postos
  • Nordeste: 11.629 postos
  • Norte: 10.634 postos

Por unidade da Federação, 24 estados tiveram saldo positivo e três apresentaram mais demissões do que contratações. Os maiores saldos ocorreram em São Paulo (+95.896), Rio Grande do Sul (+24.392) e Minas Gerais (+22.874). Os estados que reduziram o número de vagas formais foram Alagoas (-3.023), Rio Grande do Norte (-2.221) e Paraíba (-1.186).

Ao final de fevereiro, o número total de trabalhadores com carteira assinada chegou a 48.837.602, alta de 0,53% em relação a janeiro e de 2,19% na comparação com fevereiro do ano anterior.

 

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