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Aracaju, Sexta-feira, 19 de junho de 2026
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Brasil exporta 53% mais para o Haiti em 2026 e agronegócio lidera

Agro

Brasil exporta 53% mais para o Haiti em 2026 e agronegócio lidera

Exportações do Brasil para o Haiti crescem 53,4% em 2026, destacando agronegócio.

19/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h47
Brasil exporta 53% mais para o Haiti em 2026 e agronegócio lidera

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O Brasil ampliou em 53,4% suas exportações para o Haiti nos primeiros cinco meses de 2026, somando US$ 29,3 milhões. O agronegócio e a indústria de alimentos puxaram o crescimento.

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Enquanto a atenção se volta para o confronto entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo de 2026, que acontece hoje, a relação comercial entre os dois países se destaca. Nos primeiros cinco meses de 2026, as exportações brasileiras para o Haiti cresceram de forma expressiva, principalmente impulsionadas pelos produtos do agronegócio e da indústria de alimentos.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) revelam que o Brasil exportou US$ 29,3 milhões para o Haiti entre janeiro e maio deste ano, representando um aumento de 53,4% em comparação ao mesmo período de 2025. Enquanto isso, as importações brasileiras provenientes do Haiti totalizaram apenas US$ 436,6 mil, resultando em um superávit comercial de US$ 28,9 milhões para o Brasil.

Em 2025, as exportações brasileiras para o Haiti somaram US$ 70,8 milhões, um volume 11,2% inferior ao registrado em 2024. As importações foram limitadas a US$ 1,3 milhão, e a corrente de comércio totalizou US$ 72,1 milhões. O saldo comercial permaneceu bastante favorável ao Brasil, com um superávit de US$ 69,5 milhões.

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Os principais produtos exportados para o Haiti incluem despojos comestíveis de carnes preparados ou preservados, que representam 33,2% das vendas brasileiras. Em seguida, destacam-se as carnes de aves e miudezas comestíveis, que correspondem a 18,3%, e outras carnes e miudezas frescas, refrigeradas ou congeladas, com 12% da pauta exportadora.

Além das proteínas animais, o Brasil também envia ao Haiti bebidas alcoólicas, carne suína, farelo de soja, café e diversos produtos industriais, como máquinas para processamento de alimentos, materiais de construção e veículos de transporte de mercadorias.

Esses números apontam para uma recuperação significativa na corrente de comércio entre os dois países. Entre janeiro e maio de 2026, o fluxo comercial totalizou US$ 29,7 milhões, um crescimento de 53,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

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Embora o Haiti represente apenas 0,02% das exportações brasileiras e ocupe a 121ª posição entre os destinos dos produtos nacionais, o país continua sendo um mercado relevante para segmentos específicos do agronegócio, especialmente na indústria de carnes e alimentos processados.

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O Brasil ampliou em 53,4% suas exportações para o Haiti nos primeiros cinco meses de 2026, somando US$ 29,3 milhões. O agronegócio e a indústria de alimentos puxaram o crescimento.

Enquanto a atenção se volta para o confronto entre Brasil e Haiti pela Copa do Mundo de 2026, que acontece hoje, a relação comercial entre os dois países se destaca. Nos primeiros cinco meses de 2026, as exportações brasileiras para o Haiti cresceram de forma expressiva, principalmente impulsionadas pelos produtos do agronegócio e da indústria de alimentos.

Dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) revelam que o Brasil exportou US$ 29,3 milhões para o Haiti entre janeiro e maio deste ano, representando um aumento de 53,4% em comparação ao mesmo período de 2025. Enquanto isso, as importações brasileiras provenientes do Haiti totalizaram apenas US$ 436,6 mil, resultando em um superávit comercial de US$ 28,9 milhões para o Brasil.

Em 2025, as exportações brasileiras para o Haiti somaram US$ 70,8 milhões, um volume 11,2% inferior ao registrado em 2024. As importações foram limitadas a US$ 1,3 milhão, e a corrente de comércio totalizou US$ 72,1 milhões. O saldo comercial permaneceu bastante favorável ao Brasil, com um superávit de US$ 69,5 milhões.

Os principais produtos exportados para o Haiti incluem despojos comestíveis de carnes preparados ou preservados, que representam 33,2% das vendas brasileiras. Em seguida, destacam-se as carnes de aves e miudezas comestíveis, que correspondem a 18,3%, e outras carnes e miudezas frescas, refrigeradas ou congeladas, com 12% da pauta exportadora.

Além das proteínas animais, o Brasil também envia ao Haiti bebidas alcoólicas, carne suína, farelo de soja, café e diversos produtos industriais, como máquinas para processamento de alimentos, materiais de construção e veículos de transporte de mercadorias.

Esses números apontam para uma recuperação significativa na corrente de comércio entre os dois países. Entre janeiro e maio de 2026, o fluxo comercial totalizou US$ 29,7 milhões, um crescimento de 53,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Embora o Haiti represente apenas 0,02% das exportações brasileiras e ocupe a 121ª posição entre os destinos dos produtos nacionais, o país continua sendo um mercado relevante para segmentos específicos do agronegócio, especialmente na indústria de carnes e alimentos processados.

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