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Tecnologia

Brasil fica fora de aliança liderada pelos EUA para o 6G

Brasil não integra nova aliança internacional para desenvolvimento do 6G.

28/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h35
Brasil fica fora de aliança liderada pelos EUA para o 6G

EUA criam a 'Call to Action for 6G Leadership and Security' com 25 países para coordenar segurança, padronização e estratégia do 6G. Na América Latina aderiram só Costa Rica, Honduras, Panamá e Paraguai; Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México ficaram de fora.

O Brasil ficou de fora de uma nova aliança internacional criada pelos Estados Unidos, chamada Call to Action for 6G Leadership and Security, que visa coordenar políticas relacionadas ao desenvolvimento das futuras redes 6G. Essa iniciativa reúne 25 governos com o objetivo de fortalecer a cooperação em áreas como segurança, padronização e estratégia para a próxima geração de conectividade móvel.

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Na América Latina, apenas Costa Rica, Honduras, Panamá e Paraguai aderiram ao grupo. Além do Brasil, países como Argentina, Chile, Colômbia e México também não estão incluídos na lista de participantes divulgada pela Administração Nacional de Telecomunicações e Informação dos Estados Unidos (NTIA).

Participam da articulação países como Albânia, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Japão, Letônia, Lituânia, Noruega, Reino Unido, República Tcheca, Romênia e Suécia.

O documento que formaliza a iniciativa estabelece um cronograma de um ano para aproximar os órgãos governamentais responsáveis pelas políticas de telecomunicações e ampliar o diálogo com empresas, universidades e centros de pesquisa envolvidos no desenvolvimento do 6G. No primeiro mês, os países devem criar canais oficiais de comunicação e indicar representantes especializados. Após seis meses, os governos pretendem elaborar estratégias preliminares de cooperação, incluindo intercâmbio de pesquisas e maior aproximação entre especialistas dos diferentes países.

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Ao final dos 12 meses, o grupo realizará reuniões presenciais para discutir ações concretas relacionadas ao financiamento de projetos, compartilhamento de informações, riscos de segurança cibernética e participação coordenada nos organismos internacionais responsáveis pela padronização do 6G.

A nova coalizão está alinhada ao memorando presidencial norte-americano Winning the 6G Race, assinado em dezembro de 2025. Este documento estabelece como prioridade a liderança dos Estados Unidos no desenvolvimento do 6G, tanto do ponto de vista tecnológico quanto nas áreas de segurança nacional, política externa e crescimento econômico.

Entre as metas do memorando também está a ampliação da atuação dos Estados Unidos nos organismos internacionais responsáveis pela padronização da tecnologia e a busca por uma harmonização global das futuras faixas de radiofrequência que serão utilizadas pelas redes 6G. O memorando prevê ainda a formação de uma coalizão entre governos e empresas para fortalecer as posições dos Estados Unidos durante as discussões da Conferência Mundial de Radiocomunicações de 2027 (WRC-27), que deverá iniciar os estudos sobre o espectro destinado às futuras redes móveis.

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EUA criam a 'Call to Action for 6G Leadership and Security' com 25 países para coordenar segurança, padronização e estratégia do 6G. Na América Latina aderiram só Costa Rica, Honduras, Panamá e Paraguai; Brasil, Argentina, Chile, Colômbia e México ficaram de fora.

O Brasil ficou de fora de uma nova aliança internacional criada pelos Estados Unidos, chamada Call to Action for 6G Leadership and Security, que visa coordenar políticas relacionadas ao desenvolvimento das futuras redes 6G. Essa iniciativa reúne 25 governos com o objetivo de fortalecer a cooperação em áreas como segurança, padronização e estratégia para a próxima geração de conectividade móvel.

Na América Latina, apenas Costa Rica, Honduras, Panamá e Paraguai aderiram ao grupo. Além do Brasil, países como Argentina, Chile, Colômbia e México também não estão incluídos na lista de participantes divulgada pela Administração Nacional de Telecomunicações e Informação dos Estados Unidos (NTIA).

Participam da articulação países como Albânia, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, Dinamarca, Estônia, Filipinas, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Itália, Japão, Letônia, Lituânia, Noruega, Reino Unido, República Tcheca, Romênia e Suécia.

O documento que formaliza a iniciativa estabelece um cronograma de um ano para aproximar os órgãos governamentais responsáveis pelas políticas de telecomunicações e ampliar o diálogo com empresas, universidades e centros de pesquisa envolvidos no desenvolvimento do 6G. No primeiro mês, os países devem criar canais oficiais de comunicação e indicar representantes especializados. Após seis meses, os governos pretendem elaborar estratégias preliminares de cooperação, incluindo intercâmbio de pesquisas e maior aproximação entre especialistas dos diferentes países.

Ao final dos 12 meses, o grupo realizará reuniões presenciais para discutir ações concretas relacionadas ao financiamento de projetos, compartilhamento de informações, riscos de segurança cibernética e participação coordenada nos organismos internacionais responsáveis pela padronização do 6G.

A nova coalizão está alinhada ao memorando presidencial norte-americano Winning the 6G Race, assinado em dezembro de 2025. Este documento estabelece como prioridade a liderança dos Estados Unidos no desenvolvimento do 6G, tanto do ponto de vista tecnológico quanto nas áreas de segurança nacional, política externa e crescimento econômico.

Entre as metas do memorando também está a ampliação da atuação dos Estados Unidos nos organismos internacionais responsáveis pela padronização da tecnologia e a busca por uma harmonização global das futuras faixas de radiofrequência que serão utilizadas pelas redes 6G. O memorando prevê ainda a formação de uma coalizão entre governos e empresas para fortalecer as posições dos Estados Unidos durante as discussões da Conferência Mundial de Radiocomunicações de 2027 (WRC-27), que deverá iniciar os estudos sobre o espectro destinado às futuras redes móveis.

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