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Esporte

Brasil lança seleção universitária na Olimpíada de Robôs em Pequim

Seleção brasileira formada por estudantes estreia na Olimpíada de Robôs Humanoides em Pequim e disputará a categoria de futebol entre robôs adultos.

22/08/2026 · 18h14
Brasil lança seleção universitária na Olimpíada de Robôs em Pequim

Seleção brasileira de alunos de cinco universidades estreia em Pequim na World Humanoid Robot Games. A equipe disputa o futebol de robôs adultos entre 22 e 26 de agosto; é a primeira seleção nacional do evento.

O Brasil estreou na World Humanoid Robot Games, conhecida como Olimpíada de Robôs Humanoides, com uma seleção formada por estudantes de cinco universidades. A delegação brasileira disputa a categoria de futebol entre robôs de tamanho adulto em Pequim, na China.

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O torneio reúne equipes internacionais na capital chinesa e terá provas oficiais de 22 a 26 de agosto. Segundo a organização brasileira, esta é a primeira vez que o evento recebe uma seleção nacional, já que os demais times representam instituições de ensino e pesquisa específicas.

Equipe brasileira

  • Lucas Reis — CEIA-UFG
  • Isabela Moura — UFPE
  • Riel Joaquim — UFPE
  • Pedro Pizarro — USP
  • Caio Lucena — UNEB
  • Guilherme Escudeiro — Centro Universitário FEI
  • João Victor Aguiar — pesquisador na área de robótica e IA
  • Flavio Tonidandel — técnico da equipe; vice-presidente da RoboCup Brasil e da RoboCup Federation

Na fase classificatória, o Brasil ficou em segundo lugar no grupo que também tinha Itália e Tailândia. A Itália avançou sozinha. A organização pediu que brasileiros e tailandeses formassem uma equipe conjunta para evitar a eliminação antecipada da delegação que terminou em terceiro.

Com isso, o time Brasil–Tailândia seguirá na competição e enfrentará equipes chinesas durante a etapa oficial. Situação semelhante ocorreu com Emirados Árabes Unidos e México, no outro grupo.

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Além da disputa esportiva, os brasileiros tiveram poucos dias para adaptar seus sistemas ao Booster T2, robô humanoide fornecido a todas as equipes da categoria. O trabalho envolve a programação de ações autônomas, como decisões de ataque e defesa, para as partidas de futebol.

A participação traz desafios técnicos e logísticos: além de integrar software e hardware ao Booster T2, a delegação precisará coordenar estratégias coletivas em campo e calibrar sensores e atuadores para as partidas contra times que já trabalham com o mesmo modelo de robô.

A expectativa dos organizadores é de que a competição, realizada entre 22 e 26 de agosto, permita intercâmbio entre universidades e centros de pesquisa e acelere o desenvolvimento de soluções autônomas aplicadas ao futebol entre robôs humanoides.

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Seleção brasileira de alunos de cinco universidades estreia em Pequim na World Humanoid Robot Games. A equipe disputa o futebol de robôs adultos entre 22 e 26 de agosto; é a primeira seleção nacional do evento.

O Brasil estreou na World Humanoid Robot Games, conhecida como Olimpíada de Robôs Humanoides, com uma seleção formada por estudantes de cinco universidades. A delegação brasileira disputa a categoria de futebol entre robôs de tamanho adulto em Pequim, na China.

O torneio reúne equipes internacionais na capital chinesa e terá provas oficiais de 22 a 26 de agosto. Segundo a organização brasileira, esta é a primeira vez que o evento recebe uma seleção nacional, já que os demais times representam instituições de ensino e pesquisa específicas.

Equipe brasileira

  • Lucas Reis — CEIA-UFG
  • Isabela Moura — UFPE
  • Riel Joaquim — UFPE
  • Pedro Pizarro — USP
  • Caio Lucena — UNEB
  • Guilherme Escudeiro — Centro Universitário FEI
  • João Victor Aguiar — pesquisador na área de robótica e IA
  • Flavio Tonidandel — técnico da equipe; vice-presidente da RoboCup Brasil e da RoboCup Federation

Na fase classificatória, o Brasil ficou em segundo lugar no grupo que também tinha Itália e Tailândia. A Itália avançou sozinha. A organização pediu que brasileiros e tailandeses formassem uma equipe conjunta para evitar a eliminação antecipada da delegação que terminou em terceiro.

Com isso, o time Brasil–Tailândia seguirá na competição e enfrentará equipes chinesas durante a etapa oficial. Situação semelhante ocorreu com Emirados Árabes Unidos e México, no outro grupo.

Além da disputa esportiva, os brasileiros tiveram poucos dias para adaptar seus sistemas ao Booster T2, robô humanoide fornecido a todas as equipes da categoria. O trabalho envolve a programação de ações autônomas, como decisões de ataque e defesa, para as partidas de futebol.

A participação traz desafios técnicos e logísticos: além de integrar software e hardware ao Booster T2, a delegação precisará coordenar estratégias coletivas em campo e calibrar sensores e atuadores para as partidas contra times que já trabalham com o mesmo modelo de robô.

A expectativa dos organizadores é de que a competição, realizada entre 22 e 26 de agosto, permita intercâmbio entre universidades e centros de pesquisa e acelere o desenvolvimento de soluções autônomas aplicadas ao futebol entre robôs humanoides.

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