O país gera anualmente milhões de toneladas de resíduos eletrônicos; apenas uma pequena fração desse material é reciclada corretamente, gerando riscos à saúde e ao meio ambiente.
O lixo eletrônico contém metais pesados como chumbo, mercúrio e cádmio. Quando descartados no lixo comum, esses componentes contaminam o solo e os lençóis freáticos, além de desperdiçar metais valiosos como ouro, prata e cobre que poderiam ser reutilizados.
Como descartar corretamente o seu “e-waste”?
Não jogue pilhas, celulares velhos ou computadores no lixo doméstico. Siga estes passos:
- Pontos de Entrega Voluntária (PEVs): Muitas prefeituras e empresas mantêm coletores específicos em shoppings, supermercados e estações de metrô.
- Logística Reversa: Por lei, fabricantes de eletroeletrônicos no Brasil são obrigados a receber seus produtos antigos de volta. Verifique o site da marca do seu aparelho para encontrar pontos de coleta.
- Cooperativas Especializadas: Existem ONGs e cooperativas de reciclagem focadas exclusivamente em eletrônicos que fazem a triagem e o reaproveitamento de peças.
- Doação: Se o aparelho ainda funciona (como aquele celular antigo que ainda acessa redes sociais), considere doá-lo para instituições de inclusão digital.
O Cenário Tecnológico em Contraste (26/04/2026)
Enquanto o Brasil enfrenta o desafio do descarte, o domingo segue agitado com lançamentos que em breve serão o “lixo eletrônico” de amanhã:
- Robótica: A Chery lança o robô Mornine M1 (R$ 210 mil).
- Games: O BIG Festival e a Gamescom Latam mostram o auge da produção de hardware e software no Brasil.
- Inovação: Carros que pedem delivery e o sistema X Money de Musk incentivam a conectividade total.
- Cultura: No sentido oposto, o Brasil celebra a volta do fóssil Ubirajara, um patrimônio que não expira e precisa ser preservado fisicamente.
Ranking de Produção de Lixo Eletrônico (2026)
| Posição | País |
| 1º | China |
| 2º | Estados Unidos |
| 3º | Índia |
| 4º | Japão |
| 5º | Brasil |
Ocupar esta posição no ranking global reflete o tamanho do nosso mercado consumidor, mas também a urgência de políticas públicas mais rígidas para a reciclagem.
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