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Aracaju, Segunda-feira, 29 de junho de 2026
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Brasil planeja missão humanitária de 30 dias na Venezuela após terremotos

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Brasil planeja missão humanitária de 30 dias na Venezuela após terremotos

Brasil inicia missão humanitária de 30 dias na Venezuela após terremotos devastadores.

29/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h18
Brasil planeja missão humanitária de 30 dias na Venezuela após terremotos

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A missão humanitária brasileira na Venezuela deve durar ao menos 30 dias, conforme estimativas do Corpo de Bombeiros de São Paulo, que integra a força-tarefa mobilizada para apoiar as operações de busca e resgate após os terremotos que atingiram o país na última semana.

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A estrutura enviada pelo Brasil reúne bombeiros militares, integrantes da Defesa Civil, equipes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), cães farejadores, um hospital de campanha, purificadores de água, medicamentos e equipamentos de salvamento. Até domingo (28), a Força Aérea Brasileira (FAB) havia realizado quatro voos humanitários para transportar equipes e insumos à Venezuela.

“Serão 30 dias de trabalho”, afirmou a tenente Olívia, porta-voz do Corpo de Bombeiros de SP.

Além do envio de ajuda humanitária, o governo brasileiro trouxe de volta ao país 13 cidadãos brasileiros que estavam de passagem pela Venezuela e procuraram a Embaixada do Brasil em Caracas em caráter emergencial. Segundo o Itamaraty, esses brasileiros buscaram apoio após o fechamento do aeroporto comercial da capital venezuelana, em meio aos impactos dos terremotos. O transporte foi realizado utilizando a aeronave que havia levado ajuda humanitária ao país vizinho e retornaria ao Brasil.

As equipes brasileiras já iniciaram as operações em território venezuelano, atuando principalmente no município de Vargas, no estado de La Guaira, uma das áreas mais afetadas pelos tremores. A missão é coordenada pelo diretor de Preparação e Socorro da Defesa Civil Nacional, Armin Braun.

O quarto voo humanitário partiu na tarde de domingo (28) da Base Aérea de Guarulhos, em São Paulo, com 35 bombeiros militares dos estados de São Paulo e Minas Gerais, que se juntaram às equipes que já atuam em La Guaira. De acordo com a tenente Olívia, a nova força-tarefa viaja com estrutura autossuficiente, levando equipamentos de proteção individual, alimentação, barracas, combustível e ferramentas usadas em salvamentos, como malhos e esmerilhadeiras.

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A primeira equipe enviada pelo Brasil partiu na sexta-feira (26), em uma aeronave KC-390 Millennium da FAB, e pousou na Base Militar da Força Aérea Venezuelana El Libertador, em Maracay. No sábado (27), um segundo voo foi realizado com um hospital de campanha e purificadores de água, e um terceiro voo também decolou no mesmo dia com kits de medicamentos e módulos complementares para a instalação do hospital de campanha.

A operação é coordenada pela ABC (Agência Brasileira de Cooperação), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores. O governo brasileiro afirma que permanece à disposição das autoridades venezuelanas e de organismos internacionais para ampliar o apoio humanitário, conforme as necessidades identificadas.

De acordo com o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, pelo menos 1.450 pessoas morreram após os terremotos, e outras 3.150 ficaram feridas. Ele destacou que o país vive “horas críticas” para continuar salvando vidas, com 12.721 pessoas desalojadas e 774 edificações danificadas ou desabadas, incluindo hospitais.

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Os tremores, com magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala Richter, causaram destruição em Caracas e outras cidades venezuelanas. Em resposta à gravidade da situação, a presidenta encarregada da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou estado de emergência nacional e solicitou apoio da comunidade internacional.

A resposta humanitária também conta com equipes venezuelanas, voluntários civis e grupos de resgate enviados por outros países. A Venezuela recebeu apoio internacional com 2.624 equipes de resgate e 137 cães de busca. Outros países, como o Peru e o Paraguai, também anunciaram o envio de ajuda e profissionais especializados.

Militares americanos chegaram à Venezuela no domingo para prestar apoio nas operações de busca, com fuzileiros navais desembarcando para participar dos esforços de assistência humanitária liderados pelo Departamento de Estado americano em apoio às autoridades venezuelanas.

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A estrutura enviada pelo Brasil reúne bombeiros militares, integrantes da Defesa Civil, equipes da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), cães farejadores, um hospital de campanha, purificadores de água, medicamentos e equipamentos de salvamento. Até domingo (28), a Força Aérea Brasileira (FAB) havia realizado quatro voos humanitários para transportar equipes e insumos à Venezuela.

“Serão 30 dias de trabalho”, afirmou a tenente Olívia, porta-voz do Corpo de Bombeiros de SP.

Além do envio de ajuda humanitária, o governo brasileiro trouxe de volta ao país 13 cidadãos brasileiros que estavam de passagem pela Venezuela e procuraram a Embaixada do Brasil em Caracas em caráter emergencial. Segundo o Itamaraty, esses brasileiros buscaram apoio após o fechamento do aeroporto comercial da capital venezuelana, em meio aos impactos dos terremotos. O transporte foi realizado utilizando a aeronave que havia levado ajuda humanitária ao país vizinho e retornaria ao Brasil.

As equipes brasileiras já iniciaram as operações em território venezuelano, atuando principalmente no município de Vargas, no estado de La Guaira, uma das áreas mais afetadas pelos tremores. A missão é coordenada pelo diretor de Preparação e Socorro da Defesa Civil Nacional, Armin Braun.

O quarto voo humanitário partiu na tarde de domingo (28) da Base Aérea de Guarulhos, em São Paulo, com 35 bombeiros militares dos estados de São Paulo e Minas Gerais, que se juntaram às equipes que já atuam em La Guaira. De acordo com a tenente Olívia, a nova força-tarefa viaja com estrutura autossuficiente, levando equipamentos de proteção individual, alimentação, barracas, combustível e ferramentas usadas em salvamentos, como malhos e esmerilhadeiras.

A primeira equipe enviada pelo Brasil partiu na sexta-feira (26), em uma aeronave KC-390 Millennium da FAB, e pousou na Base Militar da Força Aérea Venezuelana El Libertador, em Maracay. No sábado (27), um segundo voo foi realizado com um hospital de campanha e purificadores de água, e um terceiro voo também decolou no mesmo dia com kits de medicamentos e módulos complementares para a instalação do hospital de campanha.

A operação é coordenada pela ABC (Agência Brasileira de Cooperação), vinculada ao Ministério das Relações Exteriores. O governo brasileiro afirma que permanece à disposição das autoridades venezuelanas e de organismos internacionais para ampliar o apoio humanitário, conforme as necessidades identificadas.

De acordo com o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez, pelo menos 1.450 pessoas morreram após os terremotos, e outras 3.150 ficaram feridas. Ele destacou que o país vive “horas críticas” para continuar salvando vidas, com 12.721 pessoas desalojadas e 774 edificações danificadas ou desabadas, incluindo hospitais.

Os tremores, com magnitudes de 7,2 e 7,5 na escala Richter, causaram destruição em Caracas e outras cidades venezuelanas. Em resposta à gravidade da situação, a presidenta encarregada da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou estado de emergência nacional e solicitou apoio da comunidade internacional.

A resposta humanitária também conta com equipes venezuelanas, voluntários civis e grupos de resgate enviados por outros países. A Venezuela recebeu apoio internacional com 2.624 equipes de resgate e 137 cães de busca. Outros países, como o Peru e o Paraguai, também anunciaram o envio de ajuda e profissionais especializados.

Militares americanos chegaram à Venezuela no domingo para prestar apoio nas operações de busca, com fuzileiros navais desembarcando para participar dos esforços de assistência humanitária liderados pelo Departamento de Estado americano em apoio às autoridades venezuelanas.

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