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Mundo

Brasileira Laysa Peixoto viraliza com anúncio de “carreira de astronauta”, mas empresa não tem licença para voos espaciais

Mineira de 22 anos afirma ter sido selecionada para missão em 2029 pela Titans Space, que ainda não tem autorização oficial

11/06/2025 · 18h19 · Atualizado às 18h24
Brasileira Laysa Peixoto viraliza com anúncio de “carreira de astronauta”, mas empresa não tem licença para voos espaciais

A jovem mineira Laysa Peixoto, de 22 anos, ganhou destaque nas redes sociais na última semana após anunciar que foi escolhida para se tornar “astronauta de carreira” da empresa Titans Space, com previsão de voo inaugural para 2029. Ela também declarou ser parte da “turma de 2025” da companhia. No entanto, a Titans Space não possui licença do órgão regulador norte-americano responsável por voos espaciais tripulados, o que gerou dúvidas e questionamentos sobre a veracidade da informação.

Laysa já havia se tornado conhecida em 2022 ao dizer que participou de um treinamento da NASA, embora a agência espacial norte-americana ofereça programas educacionais voltados para estudantes, sem envolvimento direto com treinamentos profissionais para astronautas. Em seu perfil profissional no LinkedIn, recentemente desativado, Laysa afirmava ser mestranda em Computação e Física Quântica na Universidade Columbia, em Nova York — dado que também não foi confirmado.

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Silêncio e inconsistências

A reportagem procurou Laysa e sua assessoria na segunda (9) e na terça-feira, sem resposta. Apenas cinco horas após a publicação inicial, a assessoria enviou uma nota que confirmou a saída da jovem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e sua matrícula no Manhattan College, nos Estados Unidos.

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A assessoria esclareceu que Laysa participou de um programa da NASA voltado a estudantes e que nunca afirmou trabalhar na agência. Também confirmou sua seleção como astronauta da Titans Space, mas justificou a ausência do nome dela no site oficial da empresa alegando que a página “está desatualizada”.

Repercussão e cautela

A situação despertou grande repercussão nas redes, especialmente após a remoção de perfis da jovem e o surgimento de dúvidas quanto à autenticidade das informações apresentadas. O caso levantou discussões sobre checagem de fatos e o impacto das redes sociais na disseminação de conteúdos não verificados.

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A jovem mineira Laysa Peixoto, de 22 anos, ganhou destaque nas redes sociais na última semana após anunciar que foi escolhida para se tornar “astronauta de carreira” da empresa Titans Space, com previsão de voo inaugural para 2029. Ela também declarou ser parte da “turma de 2025” da companhia. No entanto, a Titans Space não possui licença do órgão regulador norte-americano responsável por voos espaciais tripulados, o que gerou dúvidas e questionamentos sobre a veracidade da informação.

Laysa já havia se tornado conhecida em 2022 ao dizer que participou de um treinamento da NASA, embora a agência espacial norte-americana ofereça programas educacionais voltados para estudantes, sem envolvimento direto com treinamentos profissionais para astronautas. Em seu perfil profissional no LinkedIn, recentemente desativado, Laysa afirmava ser mestranda em Computação e Física Quântica na Universidade Columbia, em Nova York — dado que também não foi confirmado.

Silêncio e inconsistências

A reportagem procurou Laysa e sua assessoria na segunda (9) e na terça-feira, sem resposta. Apenas cinco horas após a publicação inicial, a assessoria enviou uma nota que confirmou a saída da jovem da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e sua matrícula no Manhattan College, nos Estados Unidos.

A assessoria esclareceu que Laysa participou de um programa da NASA voltado a estudantes e que nunca afirmou trabalhar na agência. Também confirmou sua seleção como astronauta da Titans Space, mas justificou a ausência do nome dela no site oficial da empresa alegando que a página “está desatualizada”.

Repercussão e cautela

A situação despertou grande repercussão nas redes, especialmente após a remoção de perfis da jovem e o surgimento de dúvidas quanto à autenticidade das informações apresentadas. O caso levantou discussões sobre checagem de fatos e o impacto das redes sociais na disseminação de conteúdos não verificados.

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