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Aracaju, Segunda-feira, 21 de setembro de 2026
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Economia

BTG assume controle da Real Arenas e passa a gerir o Nubank Parque

BTG passará a ser sócio majoritário da Real Arenas; WTorre seguirá como acionista e com assento no Conselho. Acordo será analisado pelo Cade.

21/09/2026 · 06h33 · Atualizado às 10h13
BTG assume controle da Real Arenas e passa a gerir o Nubank Parque

A troca de comando na Real Arenas está confirmada: o BTG torna-se sócio majoritário, e a WTorre segue como acionista com assento no conselho. O acordo será submetido ao Cade para aprovação.

A mudança no controle da operação do Nubank Parque está confirmada. O BTG passará a ser o sócio majoritário da Real Arenas, empresa responsável pela gestão da arena do Palmeiras, em acordo firmado com a WTorre. A construtora continuará como acionista e terá participação nas decisões estratégicas, com assento no Conselho de Administração.

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O acordo será submetido ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), como parte dos procedimentos necessários para a mudança de controle. A tramitação junto ao órgão regulador integra as etapas previstas para validação da operação, que depende de aprovação para seguir adiante.

Apesar da alteração no comando da operação, a estrutura atual da arena será mantida em pontos considerados importantes para o clube. A escritura de superfície firmada pelo Palmeiras com a WTorre continua válida até 2044, bem como os termos estabelecidos no contrato para a exploração comercial do estádio. Esses dispositivos contratuais preservam direitos e obrigações que se estendem durante os próximos anos.

No novo desenho societário, a presença contínua da WTorre no quadro acionário e no Conselho de Administração foi destacada como elemento que garante participação da construtora nas decisões estratégicas da Real Arenas. A manutenção de assento no Conselho indica que a WTorre seguirá influenciando políticas de gestão, operação e eventuais iniciativas comerciais relacionadas ao equipamento.

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Para efeitos práticos, a transição de controle entre as partes previstas não deverá alterar de forma imediata a rotina de funcionamento da arena nem os contratos vigentes que regulam a exploração comercial do espaço. Seguem válidos os instrumentos jurídicos previamente assinados, incluindo a escritura de superfície com vigência até 2044.

O processo de análise no Cade será decisivo para a conclusão da operação e pode estabelecer condições ou exigências para sua aprovação. Até que a aprovação ocorra, a mudança de controle permanecerá condicionada às deliberações do conselho regulador.

As partes envolvidas pactuaram os termos que definem a nova composição societária e a manutenção de direitos contratuais do clube, preservando a operação da arena enquanto os trâmites regulatórios forem cumpridos.

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A troca de comando na Real Arenas está confirmada: o BTG torna-se sócio majoritário, e a WTorre segue como acionista com assento no conselho. O acordo será submetido ao Cade para aprovação.

A mudança no controle da operação do Nubank Parque está confirmada. O BTG passará a ser o sócio majoritário da Real Arenas, empresa responsável pela gestão da arena do Palmeiras, em acordo firmado com a WTorre. A construtora continuará como acionista e terá participação nas decisões estratégicas, com assento no Conselho de Administração.

O acordo será submetido ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), como parte dos procedimentos necessários para a mudança de controle. A tramitação junto ao órgão regulador integra as etapas previstas para validação da operação, que depende de aprovação para seguir adiante.

Apesar da alteração no comando da operação, a estrutura atual da arena será mantida em pontos considerados importantes para o clube. A escritura de superfície firmada pelo Palmeiras com a WTorre continua válida até 2044, bem como os termos estabelecidos no contrato para a exploração comercial do estádio. Esses dispositivos contratuais preservam direitos e obrigações que se estendem durante os próximos anos.

No novo desenho societário, a presença contínua da WTorre no quadro acionário e no Conselho de Administração foi destacada como elemento que garante participação da construtora nas decisões estratégicas da Real Arenas. A manutenção de assento no Conselho indica que a WTorre seguirá influenciando políticas de gestão, operação e eventuais iniciativas comerciais relacionadas ao equipamento.

Para efeitos práticos, a transição de controle entre as partes previstas não deverá alterar de forma imediata a rotina de funcionamento da arena nem os contratos vigentes que regulam a exploração comercial do espaço. Seguem válidos os instrumentos jurídicos previamente assinados, incluindo a escritura de superfície com vigência até 2044.

O processo de análise no Cade será decisivo para a conclusão da operação e pode estabelecer condições ou exigências para sua aprovação. Até que a aprovação ocorra, a mudança de controle permanecerá condicionada às deliberações do conselho regulador.

As partes envolvidas pactuaram os termos que definem a nova composição societária e a manutenção de direitos contratuais do clube, preservando a operação da arena enquanto os trâmites regulatórios forem cumpridos.

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