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Aracaju, Quarta-feira, 17 de junho de 2026
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BYD vai investir R$ 500 mi em baterias e quer 50% de peças nacionais até 2027

Veículos

BYD vai investir R$ 500 mi em baterias e quer 50% de peças nacionais até 2027

BYD anuncia ampliação na produção de baterias no Brasil com investimento de R$ 500 mi.

16/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 07h42
BYD vai investir R$ 500 mi em baterias e quer 50% de peças nacionais até 2027

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A gigante chinesa BYD expande sua aposta no Brasil com foco em produção local. O plano inclui fabricar baterias para carros elétricos e abastecer a rede elétrica nacional.

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A fabricante chinesa de veículos elétricos, BYD, anunciou a ampliação de sua produção de baterias no Brasil. Segundo o vice-presidente sênior da empresa, Alexandre Baldy, o foco será na fabricação local para seus carros elétricos, com um investimento previsto de cerca de R$ 500 milhões em sistemas de armazenamento de energia que apoiarão a rede elétrica nacional.

A nova capacidade de produção está inserida em um esforço maior da empresa para atingir 50% de conteúdo nacional em seus veículos fabricados no Brasil até o início de 2027. Baldy destacou a importância de trazer conteúdo local para se consolidar como uma fabricante brasileira.

“Nós estamos localizando, trazendo conteúdo local, para que consigamos de fato nos tornar uma fabricante brasileira. A bateria é mais um dos itens, um importante componente”, afirmou Baldy.

Com o intuito de cumprir as regras do governo e reduzir a carga tributária, a BYD está acelerando a implementação de conteúdo local em sua fábrica na Bahia, almejando se tornar a marca de carros mais vendida no Brasil até 2030. Além disso, a empresa planeja investir até R$ 500 milhões em uma nova linha de produção de Sistemas de Armazenamento de Energia em Baterias (BESS), em vista do primeiro leilão de baterias que ocorrerá em dezembro.

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As baterias de armazenamento são vistas como uma solução para um desafio crescente no setor de energia renovável. A rede elétrica brasileira enfrenta dificuldades para absorver toda a energia solar e eólica gerada durante os horários de pico, resultando em desperdício de energia e afastando investimentos na área.

“Isso abre, de fato, uma nova fronteira para um novo segmento de baterias”, disse Baldy.

A BYD deve decidir nos próximos 90 dias se utilizará o investimento em BESS para adicionar uma nova linha de produção à sua fábrica em Manaus, que atualmente é focada em baterias para ônibus, ou se abrirá uma nova unidade dedicada a baterias BESS. Simultaneamente, a empresa está investindo entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões para expandir a produção de baterias para ônibus elétricos.

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A produção de baterias para veículos de passeio no Brasil faz parte de um plano mais amplo, que envolve um investimento total de R$ 5,5 bilhões em sua principal fábrica em Camaçari, na Bahia. Apesar de ter investido em direitos minerais em uma área rica em lítio no Brasil, a empresa não tem planos imediatos para desenvolver essas áreas, considerando o baixo preço do mineral utilizado na fabricação de baterias.

“Não está nos planos, não é objeto de discussão interna”, esclareceu Baldy. “Estamos focados em consolidar nossa fábrica de carros a passeio para os carros da BYD e investindo para ampliar a nossa capacidade de fabricação de ônibus elétricos também.”

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A gigante chinesa BYD expande sua aposta no Brasil com foco em produção local. O plano inclui fabricar baterias para carros elétricos e abastecer a rede elétrica nacional.

A fabricante chinesa de veículos elétricos, BYD, anunciou a ampliação de sua produção de baterias no Brasil. Segundo o vice-presidente sênior da empresa, Alexandre Baldy, o foco será na fabricação local para seus carros elétricos, com um investimento previsto de cerca de R$ 500 milhões em sistemas de armazenamento de energia que apoiarão a rede elétrica nacional.

A nova capacidade de produção está inserida em um esforço maior da empresa para atingir 50% de conteúdo nacional em seus veículos fabricados no Brasil até o início de 2027. Baldy destacou a importância de trazer conteúdo local para se consolidar como uma fabricante brasileira.

“Nós estamos localizando, trazendo conteúdo local, para que consigamos de fato nos tornar uma fabricante brasileira. A bateria é mais um dos itens, um importante componente”, afirmou Baldy.

Com o intuito de cumprir as regras do governo e reduzir a carga tributária, a BYD está acelerando a implementação de conteúdo local em sua fábrica na Bahia, almejando se tornar a marca de carros mais vendida no Brasil até 2030. Além disso, a empresa planeja investir até R$ 500 milhões em uma nova linha de produção de Sistemas de Armazenamento de Energia em Baterias (BESS), em vista do primeiro leilão de baterias que ocorrerá em dezembro.

As baterias de armazenamento são vistas como uma solução para um desafio crescente no setor de energia renovável. A rede elétrica brasileira enfrenta dificuldades para absorver toda a energia solar e eólica gerada durante os horários de pico, resultando em desperdício de energia e afastando investimentos na área.

“Isso abre, de fato, uma nova fronteira para um novo segmento de baterias”, disse Baldy.

A BYD deve decidir nos próximos 90 dias se utilizará o investimento em BESS para adicionar uma nova linha de produção à sua fábrica em Manaus, que atualmente é focada em baterias para ônibus, ou se abrirá uma nova unidade dedicada a baterias BESS. Simultaneamente, a empresa está investindo entre R$ 50 milhões e R$ 60 milhões para expandir a produção de baterias para ônibus elétricos.

A produção de baterias para veículos de passeio no Brasil faz parte de um plano mais amplo, que envolve um investimento total de R$ 5,5 bilhões em sua principal fábrica em Camaçari, na Bahia. Apesar de ter investido em direitos minerais em uma área rica em lítio no Brasil, a empresa não tem planos imediatos para desenvolver essas áreas, considerando o baixo preço do mineral utilizado na fabricação de baterias.

“Não está nos planos, não é objeto de discussão interna”, esclareceu Baldy. “Estamos focados em consolidar nossa fábrica de carros a passeio para os carros da BYD e investindo para ampliar a nossa capacidade de fabricação de ônibus elétricos também.”

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