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Aracaju, Sexta-feira, 3 de julho de 2026
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Caixão de Ali Khamenei é exibido em Teerã antes de cerimônias fúnebres

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Caixão de Ali Khamenei é exibido em Teerã antes de cerimônias fúnebres

Caixões de Ali Khamenei e familiares são exibidos em Teerã antes das cerimônias fúnebres.

03/07/2026 · 18h07
Caixão de Ali Khamenei é exibido em Teerã antes de cerimônias fúnebres

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Os caixões do líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, e de membros de sua família foram exibidos em Teerã nesta sexta-feira (3). O regime iraniano se prepara para diversos dias de cerimônias fúnebres, que visam demonstrar apoio à República Islâmica.

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Khamenei foi morto em ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel no primeiro dia da guerra. As cerimônias fúnebres terão início neste fim de semana em Teerã, com procissões programadas para a próxima semana nas cidades de Qom e Mashhad, além de eventos no Iraque.

A morte de Khamenei e a ascensão de seu filho, Mojtaba Khamenei, como o terceiro líder supremo do Irã, em meio ao conflito com os principais adversários do país, representa um marco histórico nos 47 anos da República Islâmica. Mojtaba, que ficou gravemente ferido no ataque que tirou a vida de seu pai, não foi visto em novas imagens desde o início da guerra.

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No sábado (4), os restos mortais de Khamenei serão levados a uma mesquita em Teerã, que será a primeira parada de um cortejo fúnebre nacional. Os corpos de sua filha, do genro, da neta e da esposa do novo líder, todos vitimados no mesmo ataque, também serão transportados durante a cerimônia.

Durante a cerimônia fúnebre do líder supremo, destaca-se o simbolismo na escolha das datas. O corpo de Ali Khamenei será velado nesta sexta-feira, mesmo dia em que os Estados Unidos celebram os 250 anos de sua independência com grandes eventos públicos, incluindo um discurso do presidente americano, Donald Trump.

As cerimônias ocorrem no mês islâmico de Muharram, um período que no islamismo xiita é fortemente associado ao luto, à traição e ao martírio, fazendo referência ao martírio do imã Hussein, um dos santos do xiismo, do qual Khamenei afirmava ser descendente.

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O caixão de Khamenei foi coberto com a bandeira sagrada que tremulava sobre o santuário de Hussein, conforme publicado na conta oficial do líder nas redes sociais. A postagem destacou: “Esta noite; a bandeira sagrada do santuário de Sua Eminência Hazrat Abu Abdullah Hussein (que a paz esteja com ele) sobre o corpo puro do guia dos livres, o querido líder e mártir do Irã”. A bandeira, que é vermelha com inscrições em branco, é considerada um símbolo de resistência e devoção à verdade, segundo informações do governo iraniano.

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Khamenei foi morto em ataques realizados pelos Estados Unidos e Israel no primeiro dia da guerra. As cerimônias fúnebres terão início neste fim de semana em Teerã, com procissões programadas para a próxima semana nas cidades de Qom e Mashhad, além de eventos no Iraque.

A morte de Khamenei e a ascensão de seu filho, Mojtaba Khamenei, como o terceiro líder supremo do Irã, em meio ao conflito com os principais adversários do país, representa um marco histórico nos 47 anos da República Islâmica. Mojtaba, que ficou gravemente ferido no ataque que tirou a vida de seu pai, não foi visto em novas imagens desde o início da guerra.

No sábado (4), os restos mortais de Khamenei serão levados a uma mesquita em Teerã, que será a primeira parada de um cortejo fúnebre nacional. Os corpos de sua filha, do genro, da neta e da esposa do novo líder, todos vitimados no mesmo ataque, também serão transportados durante a cerimônia.

Durante a cerimônia fúnebre do líder supremo, destaca-se o simbolismo na escolha das datas. O corpo de Ali Khamenei será velado nesta sexta-feira, mesmo dia em que os Estados Unidos celebram os 250 anos de sua independência com grandes eventos públicos, incluindo um discurso do presidente americano, Donald Trump.

As cerimônias ocorrem no mês islâmico de Muharram, um período que no islamismo xiita é fortemente associado ao luto, à traição e ao martírio, fazendo referência ao martírio do imã Hussein, um dos santos do xiismo, do qual Khamenei afirmava ser descendente.

O caixão de Khamenei foi coberto com a bandeira sagrada que tremulava sobre o santuário de Hussein, conforme publicado na conta oficial do líder nas redes sociais. A postagem destacou: “Esta noite; a bandeira sagrada do santuário de Sua Eminência Hazrat Abu Abdullah Hussein (que a paz esteja com ele) sobre o corpo puro do guia dos livres, o querido líder e mártir do Irã”. A bandeira, que é vermelha com inscrições em branco, é considerada um símbolo de resistência e devoção à verdade, segundo informações do governo iraniano.

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