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Governador da Bahia defende Jaques Wagner em evento e se emociona

Política

Governador da Bahia defende Jaques Wagner em evento e se emociona

Jerônimo Rodrigues chora em evento ao defender Jaques Wagner, alvo de investigações.

27/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 05h33
Governador da Bahia defende Jaques Wagner em evento e se emociona

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O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), emocionou-se durante um evento realizado em Barreiras, na última sexta-feira (26 de junho de 2026), ao defender o ex-líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA). Em um discurso no púlpito, Jerônimo não conseguiu conter as lágrimas ao afirmar seu apoio ao senador.

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“Nós vamos mostrar, nós vamos provar, que se você [Jaques Wagner] tem um erro na vida é o erro de cuidar de pobre e dedicar a sua vida. Nós confiamos em você”, disse Jerônimo.

A declaração de apoio de Jerônimo ocorre em meio a um cenário delicado para Wagner, que admitiu ter ligações com o empresário Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master. Isso veio à tona após a deflagração de uma nova fase da operação Compliance Zero pela Polícia Federal, a qual teve início em 18 de junho. A operação investiga a possível participação de Wagner em um esquema de irregularidades envolvendo instituições financeiras.

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Mesmo reconhecendo a proximidade com Augusto Lima, o senador Wagner negou qualquer envolvimento em atividades ilícitas e criticou a atuação da Polícia Federal. Após a repercussão do caso e a intensificação das investigações, ele decidiu deixar a liderança do governo no Senado no dia 24 de junho.

“Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado”, escreveu Jaques Wagner em uma declaração.

Jaques Wagner foi alvo da 9ª fase da operação Compliance Zero, que resultou em 18 mandados de busca e apreensão nas cidades da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal. Além disso, a operação incluiu medidas cautelares, como a proibição de contato entre os investigados e a suspensão de passaportes. Segundo a Polícia Federal, as investigações podem configurar, em tese, crimes como corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

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“Nós vamos mostrar, nós vamos provar, que se você [Jaques Wagner] tem um erro na vida é o erro de cuidar de pobre e dedicar a sua vida. Nós confiamos em você”, disse Jerônimo.

A declaração de apoio de Jerônimo ocorre em meio a um cenário delicado para Wagner, que admitiu ter ligações com o empresário Augusto Lima, ex-sócio do Banco Master. Isso veio à tona após a deflagração de uma nova fase da operação Compliance Zero pela Polícia Federal, a qual teve início em 18 de junho. A operação investiga a possível participação de Wagner em um esquema de irregularidades envolvendo instituições financeiras.

Mesmo reconhecendo a proximidade com Augusto Lima, o senador Wagner negou qualquer envolvimento em atividades ilícitas e criticou a atuação da Polícia Federal. Após a repercussão do caso e a intensificação das investigações, ele decidiu deixar a liderança do governo no Senado no dia 24 de junho.

“Neste momento, minha prioridade absoluta é provar minha inocência e me dedicar à reeleição do presidente Lula e do governador Jerônimo Rodrigues, além da minha reeleição junto com Rui Costa para o Senado”, escreveu Jaques Wagner em uma declaração.

Jaques Wagner foi alvo da 9ª fase da operação Compliance Zero, que resultou em 18 mandados de busca e apreensão nas cidades da Bahia, São Paulo e no Distrito Federal. Além disso, a operação incluiu medidas cautelares, como a proibição de contato entre os investigados e a suspensão de passaportes. Segundo a Polícia Federal, as investigações podem configurar, em tese, crimes como corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

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