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Aracaju, Segunda-feira, 13 de julho de 2026
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Caminhoneiros anunciam paralisação nos portos a partir de 13 de julho

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Caminhoneiros anunciam paralisação nos portos a partir de 13 de julho

Caminhoneiros farão paralisação nos portos a partir de 13 de julho para pressionar o Senado.

13/07/2026 · 13h00

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Caminhoneiros de todo o Brasil farão uma paralisação nos portos a partir de 0h desta segunda-feira, 13 de julho de 2026. A informação foi confirmada pelo presidente da Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, conhecido como Chorão.

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O motivo da mobilização é pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a pautar a votação da Medida Provisória (MP) 1.343, que altera as regras do piso do frete para o transporte rodoviário de cargas, até terça-feira, 14 de julho. O texto perderá a validade na quinta-feira, 16 de julho. Chorão destacou que a categoria lutou por duas semanas para que a proposta fosse discutida, mas até o momento não houve avanços.

“Foi feita uma deliberação da categoria e, a partir das 0h agora do dia 13/7, os portos irão parar”, disse Chorão em vídeo divulgado na noite de domingo.

A proposta em questão foi aprovada na Câmara dos Deputados em 17 de junho, sob relatoria do deputado Zé Trovão. O texto traz alterações significativas, como a inclusão de uma anistia de multas a motoristas que participaram de bloqueios de rodovias em 2022. Além disso, a MP amplia os mecanismos de fiscalização do piso mínimo do frete, revisa a metodologia de cálculo da tabela com base em custos operacionais e institui um piso salarial nacional de R$ 5.000 para motoristas contratados pelo regime da CLT.

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Entretanto, a proposta enfrenta resistência de associações e empresas do agronegócio e da indústria, que argumentam que as novas regras e o endurecimento da fiscalização poderão aumentar os custos logísticos e gerar insegurança jurídica no setor. Caso a MP não seja aprovada até quinta-feira, ela perderá a validade.

Chorão afirmou que a categoria está ciente de que a votação poderá ocorrer na terça-feira, mas a paralisação será utilizada como forma de pressão até que a votação se concretize.

“Davi Alcolumbre, você foi avisado, agora segura, meu irmão”, declarou Chorão.

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A MP propõe um bloqueio digital para impedir o pagamento de fretes abaixo do piso estabelecido pela ANTT, além de regras específicas para o fluxo de caixa e a quitação dos serviços de transporte. O pagamento total do frete deve ser efetuado em até 30 dias, e para caminhoneiros autônomos, é exigido o adiantamento de 70% do valor antes da viagem.

O texto também estabelece um piso salarial de R$ 5.000 mensais para motoristas contratados sob o regime da CLT que atuam no transporte de longa distância. Além disso, a proposta prevê a criação de uma política nacional para subsidiar a modernização dos caminhões e a construção de pontos de parada seguros para descanso dos motoristas nas rodovias.

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Caminhoneiros de todo o Brasil farão uma paralisação nos portos a partir de 0h desta segunda-feira, 13 de julho de 2026. A informação foi confirmada pelo presidente da Abrava (Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores), Wallace Landim, conhecido como Chorão.

O motivo da mobilização é pressionar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a pautar a votação da Medida Provisória (MP) 1.343, que altera as regras do piso do frete para o transporte rodoviário de cargas, até terça-feira, 14 de julho. O texto perderá a validade na quinta-feira, 16 de julho. Chorão destacou que a categoria lutou por duas semanas para que a proposta fosse discutida, mas até o momento não houve avanços.

“Foi feita uma deliberação da categoria e, a partir das 0h agora do dia 13/7, os portos irão parar”, disse Chorão em vídeo divulgado na noite de domingo.

A proposta em questão foi aprovada na Câmara dos Deputados em 17 de junho, sob relatoria do deputado Zé Trovão. O texto traz alterações significativas, como a inclusão de uma anistia de multas a motoristas que participaram de bloqueios de rodovias em 2022. Além disso, a MP amplia os mecanismos de fiscalização do piso mínimo do frete, revisa a metodologia de cálculo da tabela com base em custos operacionais e institui um piso salarial nacional de R$ 5.000 para motoristas contratados pelo regime da CLT.

Entretanto, a proposta enfrenta resistência de associações e empresas do agronegócio e da indústria, que argumentam que as novas regras e o endurecimento da fiscalização poderão aumentar os custos logísticos e gerar insegurança jurídica no setor. Caso a MP não seja aprovada até quinta-feira, ela perderá a validade.

Chorão afirmou que a categoria está ciente de que a votação poderá ocorrer na terça-feira, mas a paralisação será utilizada como forma de pressão até que a votação se concretize.

“Davi Alcolumbre, você foi avisado, agora segura, meu irmão”, declarou Chorão.

A MP propõe um bloqueio digital para impedir o pagamento de fretes abaixo do piso estabelecido pela ANTT, além de regras específicas para o fluxo de caixa e a quitação dos serviços de transporte. O pagamento total do frete deve ser efetuado em até 30 dias, e para caminhoneiros autônomos, é exigido o adiantamento de 70% do valor antes da viagem.

O texto também estabelece um piso salarial de R$ 5.000 mensais para motoristas contratados sob o regime da CLT que atuam no transporte de longa distância. Além disso, a proposta prevê a criação de uma política nacional para subsidiar a modernização dos caminhões e a construção de pontos de parada seguros para descanso dos motoristas nas rodovias.

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