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Câncer de cabeça e pescoço: sintomas e importância da detecção precoce

Junho é o mês de conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço; veja os sintomas.

14/07/2026 · 20h58
Câncer de cabeça e pescoço: sintomas e importância da detecção precoce

O mês de junho é dedicado à conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, ressaltando a importância da detecção precoce dessa doença. Sintomas como feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dor ou dificuldade para engolir, alterações na voz, caroços no pescoço e perda de peso sem explicação devem ser observados com atenção.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de cabeça e pescoço abrange tumores que podem se desenvolver na cavidade oral, língua, faringe, laringe, tireoide e seios da face. Fatores de risco significativos incluem o tabagismo e o consumo de álcool, além da infecção pelo HPV, que teve um aumento na sua relevância, especialmente em casos de tumores de orofaringe.

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A fonoaudióloga Camila Ferreira Molento, especialista em reabilitação oncológica, comenta sobre a complexidade do tratamento: ‘O câncer de cabeça e pescoço pode comprometer funções que fazem parte da vida diária e da identidade da pessoa. Falar, comer, engolir e respirar com segurança são capacidades que precisam ser preservadas sempre que possível e reabilitadas quando afetadas. Esse cuidado começa antes mesmo do tratamento oncológico.’

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Camila ressalta que o tratamento não se encerra quando o tumor é controlado, mas envolve um longo processo de reabilitação. Durante e após cirurgias, radioterapia ou quimioterapia, o tratamento fonoaudiológico se torna essencial. Esse acompanhamento ajuda na reabilitação da deglutição, voz, fala, mastigação e comunicação, diminuindo complicações e favorecendo o retorno à alimentação por via oral, contribuindo para a recuperação funcional do paciente.

O INCA orienta que qualquer sintoma persistente por mais de duas semanas deve ser investigado. O diagnóstico precoce é fundamental, pois aumenta as chances de tratamentos menos agressivos e de preservação das funções que garantem a independência e participação social dos indivíduos afetados.

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O mês de junho é dedicado à conscientização sobre o câncer de cabeça e pescoço, ressaltando a importância da detecção precoce dessa doença. Sintomas como feridas na boca que não cicatrizam, rouquidão persistente, dor ou dificuldade para engolir, alterações na voz, caroços no pescoço e perda de peso sem explicação devem ser observados com atenção.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de cabeça e pescoço abrange tumores que podem se desenvolver na cavidade oral, língua, faringe, laringe, tireoide e seios da face. Fatores de risco significativos incluem o tabagismo e o consumo de álcool, além da infecção pelo HPV, que teve um aumento na sua relevância, especialmente em casos de tumores de orofaringe.

A fonoaudióloga Camila Ferreira Molento, especialista em reabilitação oncológica, comenta sobre a complexidade do tratamento: ‘O câncer de cabeça e pescoço pode comprometer funções que fazem parte da vida diária e da identidade da pessoa. Falar, comer, engolir e respirar com segurança são capacidades que precisam ser preservadas sempre que possível e reabilitadas quando afetadas. Esse cuidado começa antes mesmo do tratamento oncológico.’

Camila ressalta que o tratamento não se encerra quando o tumor é controlado, mas envolve um longo processo de reabilitação. Durante e após cirurgias, radioterapia ou quimioterapia, o tratamento fonoaudiológico se torna essencial. Esse acompanhamento ajuda na reabilitação da deglutição, voz, fala, mastigação e comunicação, diminuindo complicações e favorecendo o retorno à alimentação por via oral, contribuindo para a recuperação funcional do paciente.

O INCA orienta que qualquer sintoma persistente por mais de duas semanas deve ser investigado. O diagnóstico precoce é fundamental, pois aumenta as chances de tratamentos menos agressivos e de preservação das funções que garantem a independência e participação social dos indivíduos afetados.

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