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Policial

Candidatos trocam acusações sobre milícias e corrupção em debate no RJ

Candidatos ao governo do RJ discutem crime organizado em debate acalorado na Band.

09/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 18h18
Candidatos trocam acusações sobre milícias e corrupção em debate no RJ

No debate da Band (9), candidatos ao governo do RJ trocaram acusações sobre vínculos com crime organizado. Douglas Ruas e André Marinho focaram em segurança e corrupção; William Siri e Anthony Garotinho revidaram.

Os candidatos ao governo do Rio de Janeiro se envolveram em um intenso debate na Band, realizado neste domingo (9), onde as acusações sobre alianças com o crime organizado e a milícia foram os principais temas. Durante a discussão, Douglas Ruas, do PL, e André Marinho, do Novo, destacaram as questões de segurança pública e a corrupção no estado, com críticas diretas de outros candidatos como William Siri, do PSOL, e Anthony Garotinho, do Republicanos.

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Em sua fala, André Marinho enfatizou que o problema do Rio de Janeiro não é a falta de recursos, mas sim a corrupção e o que chamou de “excesso de ladrão”. Ele afirmou:

“O problema do Rio de Janeiro não é falta de dinheiro, é excesso de ladrão e a gente precisa ter firmeza nesse sentido para a gente poder trazer o Rio de volta para você.”

William Siri, por sua vez, criticou o PL, afirmando que o partido estaria organizando o crime no estado. Ele também fez menção às organizações criminosas, alegando que a direita estaria envolvida em sua organização no Rio. Já Anthony Garotinho manifestou denúncias sobre candidaturas que, segundo ele, defendem organizações criminosas, afirmando:

“São duas candidaturas colocadas que defendem uma das três organizações criminosas do Estado. O estado tem o tráfico, o estado tem a milícia e o estado tem a Alerj.”

Garotinho também foi enfático ao afirmar que existem dois indivíduos que controlam a vida e a morte de moradores no estado, citando nomes que, segundo ele, estariam diretamente ligados a essa situação.

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“Rio de Janeiro tem dois cidadãos que controlam a vida e a morte das pessoas. No Estado chama-se Doutor Luizinho e na Prefeitura chama-se Daniel Soares.”

Douglas Ruas aproveitou a oportunidade para criticar o ex-prefeito Eduardo Paes, que não compareceu ao debate, relacionando sua ausência a questões de saúde pública. Ele afirmou que a prioridade de seu governo seria a saúde, enfatizando a necessidade de resolver problemas relacionados a cirurgias e atendimentos de média e alta complexidade.

“Talvez seja esse o motivo da ausência do Eduardo Paes aqui hoje. Como que ele vai explicar ao cidadão do Estado do Rio de Janeiro que ele vai resolver o problema das cirurgias, se ele não consegue sequer entregar uma dipirona?”

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Em relação à segurança pública, Ruas reconheceu a complexidade do problema, mas afirmou que mudanças na política de segurança são necessárias, além de um maior apoio aos policiais.

“Nós precisamos alterar a política de segurança pública, garantir aos nossos policiais que eles possam ter todo o apoio do Estado para cumprir a missão que é servir e proteger a nossa população de bem.”

André Marinho também fez considerações sobre alianças políticas, ressaltando a importância da clareza moral nas escolhas e propostas apresentadas, enfatizando o respeito ao eleitorado do estado.

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No debate da Band (9), candidatos ao governo do RJ trocaram acusações sobre vínculos com crime organizado. Douglas Ruas e André Marinho focaram em segurança e corrupção; William Siri e Anthony Garotinho revidaram.

Os candidatos ao governo do Rio de Janeiro se envolveram em um intenso debate na Band, realizado neste domingo (9), onde as acusações sobre alianças com o crime organizado e a milícia foram os principais temas. Durante a discussão, Douglas Ruas, do PL, e André Marinho, do Novo, destacaram as questões de segurança pública e a corrupção no estado, com críticas diretas de outros candidatos como William Siri, do PSOL, e Anthony Garotinho, do Republicanos.

Em sua fala, André Marinho enfatizou que o problema do Rio de Janeiro não é a falta de recursos, mas sim a corrupção e o que chamou de “excesso de ladrão”. Ele afirmou:

“O problema do Rio de Janeiro não é falta de dinheiro, é excesso de ladrão e a gente precisa ter firmeza nesse sentido para a gente poder trazer o Rio de volta para você.”

William Siri, por sua vez, criticou o PL, afirmando que o partido estaria organizando o crime no estado. Ele também fez menção às organizações criminosas, alegando que a direita estaria envolvida em sua organização no Rio. Já Anthony Garotinho manifestou denúncias sobre candidaturas que, segundo ele, defendem organizações criminosas, afirmando:

“São duas candidaturas colocadas que defendem uma das três organizações criminosas do Estado. O estado tem o tráfico, o estado tem a milícia e o estado tem a Alerj.”

Garotinho também foi enfático ao afirmar que existem dois indivíduos que controlam a vida e a morte de moradores no estado, citando nomes que, segundo ele, estariam diretamente ligados a essa situação.

“Rio de Janeiro tem dois cidadãos que controlam a vida e a morte das pessoas. No Estado chama-se Doutor Luizinho e na Prefeitura chama-se Daniel Soares.”

Douglas Ruas aproveitou a oportunidade para criticar o ex-prefeito Eduardo Paes, que não compareceu ao debate, relacionando sua ausência a questões de saúde pública. Ele afirmou que a prioridade de seu governo seria a saúde, enfatizando a necessidade de resolver problemas relacionados a cirurgias e atendimentos de média e alta complexidade.

“Talvez seja esse o motivo da ausência do Eduardo Paes aqui hoje. Como que ele vai explicar ao cidadão do Estado do Rio de Janeiro que ele vai resolver o problema das cirurgias, se ele não consegue sequer entregar uma dipirona?”

Em relação à segurança pública, Ruas reconheceu a complexidade do problema, mas afirmou que mudanças na política de segurança são necessárias, além de um maior apoio aos policiais.

“Nós precisamos alterar a política de segurança pública, garantir aos nossos policiais que eles possam ter todo o apoio do Estado para cumprir a missão que é servir e proteger a nossa população de bem.”

André Marinho também fez considerações sobre alianças políticas, ressaltando a importância da clareza moral nas escolhas e propostas apresentadas, enfatizando o respeito ao eleitorado do estado.

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