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Ciência e Espaço

Cartógrafo tentará registrar aurora boreal durante eclipse total na Groenlândia

Cientistas mapeiam a trajetória do eclipse solar total que ocorrerá na quarta-feira.

11/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 14h33
Cartógrafo tentará registrar aurora boreal durante eclipse total na Groenlândia

O cartógrafo de eclipses Michael Zeiler viaja aos fiordes da Groenlândia para observar o eclipse solar total desta quarta (12). Seu objetivo é ambicioso: fazer a primeira observação de uma aurora boreal durante a totalidade do fenômeno.

Michael Zeiler, cartógrafo de eclipses, está a bordo do navio de expedição Ocean Explorer, a caminho dos fiordes da Groenlândia, para observar o eclipse solar total que ocorrerá na próxima quarta-feira (12). O experiente caçador de eclipses tem um objetivo ambicioso: realizar a primeira observação de uma aurora boreal durante a totalidade do eclipse. Ele também espera acompanhar alguns meteoros da chuva das Perseidas, que ocorre atualmente.

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Com mais de duas décadas de experiência na criação de mapas de eclipses, Zeiler ressalta a importância dos modelos computacionais e das medições precisas para determinar a trajetória desses fenômenos, que podem ser previstos com anos, décadas ou até milênios de antecedência.

“Minha missão pessoal é combinar precisão científica com beleza cartográfica. Para um mapa de eclipses funcionar de verdade, ele precisa mostrar ao público onde observar o fenômeno”, afirmou.

Um eclipse solar total ocorre quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, projetando uma sombra sobre o planeta e bloqueando a luz solar em determinadas áreas. A sombra central da Lua, chamada de umbra, tem apenas algumas centenas de quilômetros de largura, o que cria a faixa de totalidade. Quem estiver nessa faixa presenciará o escurecimento momentâneo do céu.

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Neste ano, a totalidade será visível em partes da Groenlândia, Islândia, norte da Espanha e nordeste de Portugal. Em regiões fora da faixa, na penumbra, os observadores verão um eclipse parcial. Partes da Europa, da África e da América do Norte também poderão acompanhar o fenômeno.

A faixa de totalidade terá extensão de 8.300 quilômetros e começará sobre a costa do Ártico por volta das 13h (horário de Brasília), terminando próximo às Ilhas Baleares por volta das 14h30. A duração varia conforme a localização: em Reykjavík, na Islândia, será de cerca de um minuto; em León, na Espanha, de aproximadamente dois minutos.

Após o eclipse de quarta-feira, o próximo evento solar total ocorrerá em 2 de agosto de 2027, visível no norte da África e no Oriente Médio.

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O cartógrafo de eclipses Michael Zeiler viaja aos fiordes da Groenlândia para observar o eclipse solar total desta quarta (12). Seu objetivo é ambicioso: fazer a primeira observação de uma aurora boreal durante a totalidade do fenômeno.

Michael Zeiler, cartógrafo de eclipses, está a bordo do navio de expedição Ocean Explorer, a caminho dos fiordes da Groenlândia, para observar o eclipse solar total que ocorrerá na próxima quarta-feira (12). O experiente caçador de eclipses tem um objetivo ambicioso: realizar a primeira observação de uma aurora boreal durante a totalidade do eclipse. Ele também espera acompanhar alguns meteoros da chuva das Perseidas, que ocorre atualmente.

Com mais de duas décadas de experiência na criação de mapas de eclipses, Zeiler ressalta a importância dos modelos computacionais e das medições precisas para determinar a trajetória desses fenômenos, que podem ser previstos com anos, décadas ou até milênios de antecedência.

“Minha missão pessoal é combinar precisão científica com beleza cartográfica. Para um mapa de eclipses funcionar de verdade, ele precisa mostrar ao público onde observar o fenômeno”, afirmou.

Um eclipse solar total ocorre quando a Lua passa entre o Sol e a Terra, projetando uma sombra sobre o planeta e bloqueando a luz solar em determinadas áreas. A sombra central da Lua, chamada de umbra, tem apenas algumas centenas de quilômetros de largura, o que cria a faixa de totalidade. Quem estiver nessa faixa presenciará o escurecimento momentâneo do céu.

Neste ano, a totalidade será visível em partes da Groenlândia, Islândia, norte da Espanha e nordeste de Portugal. Em regiões fora da faixa, na penumbra, os observadores verão um eclipse parcial. Partes da Europa, da África e da América do Norte também poderão acompanhar o fenômeno.

A faixa de totalidade terá extensão de 8.300 quilômetros e começará sobre a costa do Ártico por volta das 13h (horário de Brasília), terminando próximo às Ilhas Baleares por volta das 14h30. A duração varia conforme a localização: em Reykjavík, na Islândia, será de cerca de um minuto; em León, na Espanha, de aproximadamente dois minutos.

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