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Brasil

Caso Banco Master: Lewandowski explica consultoria e Lula admite “golpe de R$ 40 bi”

Ex-ministro afirma que prestou serviços antes de assumir a Justiça. Enquanto isso, investigações da PF avançam sob relatoria de Dias Toffoli no STF. A Defesa de Lewandowski O ex-ministro da Justiça e do STF veio a público após o portal Metrópoles revelar um suposto pagamento de R$ 5 milhões do Banco Master ao seu escritório. O “Escândalo Master” em […]

26/01/2026 · 20h28 · Atualizado às 19h12
Caso Banco Master: Lewandowski explica consultoria e Lula admite “golpe de R$ 40 bi”

Ex-ministro afirma que prestou serviços antes de assumir a Justiça. Enquanto isso, investigações da PF avançam sob relatoria de Dias Toffoli no STF.

A Defesa de Lewandowski

O ex-ministro da Justiça e do STF veio a público após o portal Metrópoles revelar um suposto pagamento de R$ 5 milhões do Banco Master ao seu escritório.

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  • O Argumento: Lewandowski afirma que a consultoria foi realizada no período em que ele voltou à advocacia (abril/2023 a janeiro/2024), após se aposentar do Supremo e antes de aceitar o convite de Lula para o ministério.
  • Status Atual: Ele ressalta que suspendeu seu registro na OAB e se retirou do escritório assim que assumiu o cargo público, deixando de atuar em qualquer caso.

O “Escândalo Master” em 2026

Para entender a gravidade, é preciso olhar para o que aconteceu com o banco comandado por Daniel Vorcaro:

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  1. Liquidação: O Banco Central decretou a liquidação do Banco Master em 18 de novembro de 2025, por insolvência e suspeitas de fraude.
  2. O Rombo: O presidente Lula classificou a situação, na última sexta-feira (23), como um “golpe de R$ 40 bilhões”, cujos prejuízos recairão sobre o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
  3. Investigação “Compliance Zero”: A Polícia Federal investiga a fabricação de carteiras de crédito falsas e esquemas envolvendo fundos de pensão estaduais e o Banco de Brasília (BRB).

Outro ponto crítico é um encontro revelado hoje: em 4 de dezembro de 2024, o dono do banco, Daniel Vorcaro, foi recebido por Lula no Palácio do Planalto.

  • Articulação: A reunião foi organizada pelo ex-ministro Guido Mantega.
  • Participantes: Além de Lula e Vorcaro, participou Gabriel Galípolo (hoje presidente do Banco Central).
  • Teor: Vorcaro teria reclamado da “concentração bancária” e da pressão dos órgãos reguladores. Lula, na ocasião, teria dito que o tema era técnico e deveria ser tratado diretamente com o Banco Central.

A Reunião Fora da Agenda

No STF e na PF

Apesar das polêmicas, as instituições tentam passar uma imagem de normalidade:

  • Andrei Rodrigues (Diretor da PF): Afirmou hoje que as investigações seguem com “absoluta regularidade” e que a perícia já acessou materiais apreendidos de Vorcaro.
  • Dias Toffoli: O ministro do STF marcou para hoje (26) e amanhã (27) os depoimentos de executivos do banco e empresários ligados ao caso.

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Ex-ministro afirma que prestou serviços antes de assumir a Justiça. Enquanto isso, investigações da PF avançam sob relatoria de Dias Toffoli no STF.

A Defesa de Lewandowski

O ex-ministro da Justiça e do STF veio a público após o portal Metrópoles revelar um suposto pagamento de R$ 5 milhões do Banco Master ao seu escritório.

  • O Argumento: Lewandowski afirma que a consultoria foi realizada no período em que ele voltou à advocacia (abril/2023 a janeiro/2024), após se aposentar do Supremo e antes de aceitar o convite de Lula para o ministério.
  • Status Atual: Ele ressalta que suspendeu seu registro na OAB e se retirou do escritório assim que assumiu o cargo público, deixando de atuar em qualquer caso.

O “Escândalo Master” em 2026

Para entender a gravidade, é preciso olhar para o que aconteceu com o banco comandado por Daniel Vorcaro:

  1. Liquidação: O Banco Central decretou a liquidação do Banco Master em 18 de novembro de 2025, por insolvência e suspeitas de fraude.
  2. O Rombo: O presidente Lula classificou a situação, na última sexta-feira (23), como um “golpe de R$ 40 bilhões”, cujos prejuízos recairão sobre o Fundo Garantidor de Créditos (FGC).
  3. Investigação “Compliance Zero”: A Polícia Federal investiga a fabricação de carteiras de crédito falsas e esquemas envolvendo fundos de pensão estaduais e o Banco de Brasília (BRB).

Outro ponto crítico é um encontro revelado hoje: em 4 de dezembro de 2024, o dono do banco, Daniel Vorcaro, foi recebido por Lula no Palácio do Planalto.

  • Articulação: A reunião foi organizada pelo ex-ministro Guido Mantega.
  • Participantes: Além de Lula e Vorcaro, participou Gabriel Galípolo (hoje presidente do Banco Central).
  • Teor: Vorcaro teria reclamado da “concentração bancária” e da pressão dos órgãos reguladores. Lula, na ocasião, teria dito que o tema era técnico e deveria ser tratado diretamente com o Banco Central.

A Reunião Fora da Agenda

No STF e na PF

Apesar das polêmicas, as instituições tentam passar uma imagem de normalidade:

  • Andrei Rodrigues (Diretor da PF): Afirmou hoje que as investigações seguem com “absoluta regularidade” e que a perícia já acessou materiais apreendidos de Vorcaro.
  • Dias Toffoli: O ministro do STF marcou para hoje (26) e amanhã (27) os depoimentos de executivos do banco e empresários ligados ao caso.

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