O que aconteceu
- A denúncia de estupro movida por Juliana Oliveira contra Otávio Mesquita foi arquivada definitivamente pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
- Juliana acusava que, em 2016, durante gravação do programa The Noite — do SBT — Mesquita teria praticado atos sem consentimento, como apalpamentos e toques íntimos.
- Apesar de a promotoria considerar a postura de Mesquita “reprovável”, entendeu que não havia “elementos suficientes para comprovar violência ou dolo sexual”.
A decisão da Justiça
- Em 12 de novembro de 2025, a Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo manteve o arquivamento, rejeitando pedido de reabertura do processo por Juliana.
- Dessa forma, o processo criminal foi finalizado sem possibilidade de novos recursos.
Reações e desdobramentos
- Mesquita se declarou “aliviado” e disse que a decisão é um “respiro” após a acusação que, segundo ele, atingiu sua imagem e carreira.
- Ele já move ação cível pedindo R$ 50 mil por danos morais contra Juliana, alegando prejuízos à sua reputação.
- A acusadora preferiu não comentar publicamente após a decisão.
Impacto e Repercussão
O arquivamento reacende debates sobre denúncia tardia, consentimento, cultura de poder nos bastidores da TV — e abre espaço para reflexões delicadas: até que ponto brincadeiras em programas podem ultrapassar limites? A decisão judicial afeta reputações, delimita responsabilidade e reacende a discussão sobre proteção às vítimas e segurança nos ambientes de trabalho.
LEIA TAMBÉM
Brics pressiona por reforma da governança global e amplia influência
16 de setArrocha Sergipano em Alta: Lucas Passos estreia com sucesso no CTN em São Paulo e divide palco com Nadson O Ferinha
15 de setReforma no Judiciário: Rogério Carvalho defende mandato de 15 anos para ministros do STF e cobra “solução definitiva”
15 de setReceba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →

