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Caso Otávio Mesquita x Juliana Oliveira

A denúncia de estupro movida por Juliana Oliveira contra Otávio Mesquita foi arquivada definitivamente pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP).

03/12/2025 · 01h02
Caso Otávio Mesquita x Juliana Oliveira

O que aconteceu

  • A denúncia de estupro movida por Juliana Oliveira contra Otávio Mesquita foi arquivada definitivamente pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
  • Juliana acusava que, em 2016, durante gravação do programa The Noite — do SBT — Mesquita teria praticado atos sem consentimento, como apalpamentos e toques íntimos.
  • Apesar de a promotoria considerar a postura de Mesquita “reprovável”, entendeu que não havia “elementos suficientes para comprovar violência ou dolo sexual”.

A decisão da Justiça

  • Em 12 de novembro de 2025, a Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo manteve o arquivamento, rejeitando pedido de reabertura do processo por Juliana.
  • Dessa forma, o processo criminal foi finalizado sem possibilidade de novos recursos.

Reações e desdobramentos

  • Mesquita se declarou “aliviado” e disse que a decisão é um “respiro” após a acusação que, segundo ele, atingiu sua imagem e carreira.
  • Ele já move ação cível pedindo R$ 50 mil por danos morais contra Juliana, alegando prejuízos à sua reputação.
  • A acusadora preferiu não comentar publicamente após a decisão.

Impacto e Repercussão

O arquivamento reacende debates sobre denúncia tardia, consentimento, cultura de poder nos bastidores da TV — e abre espaço para reflexões delicadas: até que ponto brincadeiras em programas podem ultrapassar limites? A decisão judicial afeta reputações, delimita responsabilidade e reacende a discussão sobre proteção às vítimas e segurança nos ambientes de trabalho.

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O que aconteceu

  • A denúncia de estupro movida por Juliana Oliveira contra Otávio Mesquita foi arquivada definitivamente pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP).
  • Juliana acusava que, em 2016, durante gravação do programa The Noite — do SBT — Mesquita teria praticado atos sem consentimento, como apalpamentos e toques íntimos.
  • Apesar de a promotoria considerar a postura de Mesquita “reprovável”, entendeu que não havia “elementos suficientes para comprovar violência ou dolo sexual”.

A decisão da Justiça

  • Em 12 de novembro de 2025, a Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo manteve o arquivamento, rejeitando pedido de reabertura do processo por Juliana.
  • Dessa forma, o processo criminal foi finalizado sem possibilidade de novos recursos.

Reações e desdobramentos

  • Mesquita se declarou “aliviado” e disse que a decisão é um “respiro” após a acusação que, segundo ele, atingiu sua imagem e carreira.
  • Ele já move ação cível pedindo R$ 50 mil por danos morais contra Juliana, alegando prejuízos à sua reputação.
  • A acusadora preferiu não comentar publicamente após a decisão.

Impacto e Repercussão

O arquivamento reacende debates sobre denúncia tardia, consentimento, cultura de poder nos bastidores da TV — e abre espaço para reflexões delicadas: até que ponto brincadeiras em programas podem ultrapassar limites? A decisão judicial afeta reputações, delimita responsabilidade e reacende a discussão sobre proteção às vítimas e segurança nos ambientes de trabalho.

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