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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Saúde

Casos recentes expõem necessidade de reforço na segurança de crianças com autismo

Os desaparecimentos e acidentes envolvendo crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) registrados em diferentes partes do país reacenderam o alerta para a importância da prevenção e da proteção desses menores. Entre os episódios que chamaram a atenção está o da menina Alice, localizada com vida dois dias após sumir e ser encontrada a quilômetros […]

10/02/2026 · 16h49
Casos recentes expõem necessidade de reforço na segurança de crianças com autismo

Os desaparecimentos e acidentes envolvendo crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) registrados em diferentes partes do país reacenderam o alerta para a importância da prevenção e da proteção desses menores.

Entre os episódios que chamaram a atenção está o da menina Alice, localizada com vida dois dias após sumir e ser encontrada a quilômetros de distância do ponto inicial de busca. Outro caso foi o do menino Brenno, que sobreviveu à queda do 10º andar de um prédio, sofrendo fraturas, mas sem lesões fatais.

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A psicóloga e cofundadora da Startup Abraço, Denise Ribeiro, lembra que crianças autistas podem ter dificuldades específicas na percepção de risco. “Mais do que buscar culpados, esses acontecimentos nos convidam a refletir: como prevenir riscos e criar ambientes mais seguros para crianças neurodivergentes?”, questiona.

O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por diferenças na comunicação social, comportamentos restritos ou repetitivos e alterações no processamento sensorial. Essas particularidades podem influenciar a forma como a criança reage em situações cotidianas.

Estudos apontam maior incidência de fuga, impulsividade e dificuldade na avaliação de riscos ambientais entre crianças autistas, fatores que aumentam a chance de acidentes. Segundo Denise Ribeiro, “pensar em segurança é parte fundamental do processo terapêutico”. Redes de proteção em janelas e sacadas, travas em portas e portões, identificação da criança, rotinas previsíveis e supervisão constante estão entre as medidas recomendadas.

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A especialista também destaca a importância de orientação parental e do trabalho integrado entre família, escola e equipe multiprofissional. “Nenhuma família deveria enfrentar isso sozinha. A prevenção é um trabalho coletivo e contínuo”, afirma.

A Abraço reforça que informação, empatia e planejamento são essenciais para garantir segurança, proteção e qualidade de vida a crianças autistas e seus familiares.

 

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Os desaparecimentos e acidentes envolvendo crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) registrados em diferentes partes do país reacenderam o alerta para a importância da prevenção e da proteção desses menores.

Entre os episódios que chamaram a atenção está o da menina Alice, localizada com vida dois dias após sumir e ser encontrada a quilômetros de distância do ponto inicial de busca. Outro caso foi o do menino Brenno, que sobreviveu à queda do 10º andar de um prédio, sofrendo fraturas, mas sem lesões fatais.

A psicóloga e cofundadora da Startup Abraço, Denise Ribeiro, lembra que crianças autistas podem ter dificuldades específicas na percepção de risco. “Mais do que buscar culpados, esses acontecimentos nos convidam a refletir: como prevenir riscos e criar ambientes mais seguros para crianças neurodivergentes?”, questiona.

O TEA é um transtorno do neurodesenvolvimento caracterizado por diferenças na comunicação social, comportamentos restritos ou repetitivos e alterações no processamento sensorial. Essas particularidades podem influenciar a forma como a criança reage em situações cotidianas.

Estudos apontam maior incidência de fuga, impulsividade e dificuldade na avaliação de riscos ambientais entre crianças autistas, fatores que aumentam a chance de acidentes. Segundo Denise Ribeiro, “pensar em segurança é parte fundamental do processo terapêutico”. Redes de proteção em janelas e sacadas, travas em portas e portões, identificação da criança, rotinas previsíveis e supervisão constante estão entre as medidas recomendadas.

A especialista também destaca a importância de orientação parental e do trabalho integrado entre família, escola e equipe multiprofissional. “Nenhuma família deveria enfrentar isso sozinha. A prevenção é um trabalho coletivo e contínuo”, afirma.

A Abraço reforça que informação, empatia e planejamento são essenciais para garantir segurança, proteção e qualidade de vida a crianças autistas e seus familiares.

 

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