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CEO do Grupo Fictor, Rafael de Gois, é alvo da Operação Fallax da PF por fraudes contra a Caixa

Economia

CEO do Grupo Fictor, Rafael de Gois, é alvo da Operação Fallax da PF por fraudes contra a Caixa

O sócio-fundador e CEO do Grupo Fictor, Rafael de Gois, foi apontado como um dos alvos da Operação Fallax, deflagrada pela Polícia Federal na manhã...

25/03/2026 · 12h56 · Atualizado às 18h50
CEO do Grupo Fictor, Rafael de Gois, é alvo da Operação Fallax da PF por fraudes contra a Caixa

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O sócio-fundador e CEO do Grupo Fictor, Rafael de Gois, foi apontado como um dos alvos da Operação Fallax, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira, 25 de março de 2026. A ação mira um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além de crimes como estelionato e lavagem de dinheiro, segundo a corporação.

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De acordo com a PF, as fraudes investigadas podem ultrapassar R$ 500 milhões. Em diligências realizadas nesta data, houve busca e apreensão na residência de Rafael de Gois; conforme nota divulgada pelo Grupo Fictor, apenas o celular do executivo foi apreendido. O grupo informou que seus advogados prestarão esclarecimentos às autoridades após terem acesso ao conteúdo da investigação.

Mandados e medidas

A Operação Fallax cumpre 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em endereços localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Foram autorizadas medidas cautelares para rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas.

A Justiça determinou ainda o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos, contas e outros ativos dos investigados até o limite de R$ 47 milhões, com a finalidade de descapitalizar a organização criminosa. A operação contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Modus operandi e investigação

Segundo a PF, a apuração teve início em 2024, quando surgiram indícios de um esquema estruturado para obtenção de vantagens ilícitas. O grupo teria atuado por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras, que inseriam dados falsos em sistemas bancários permitindo saques e transferências que pareciam legítimos. Valores eram movimentados por meio de empresas de fachada e outras estruturas empresariais.

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Posteriormente, os recursos desviados eram convertidos em bens de luxo e em criptoativos, com o objetivo de dificultar o rastreamento da origem ilícita dos recursos, aponta a investigação.

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Relação com o Banco Master

O nome da Fictor também aparece no caso do Banco Master. Em novembro de 2025, a Fictor Holding Financeira anunciou a compra do Master um dia antes de o dono do banco, Daniel Vorcaro, ser detido pela PF no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. O Banco Master encontra-se em liquidação extrajudicial determinada pelo Banco Central.

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Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

Com informações de Agência Brasil

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O sócio-fundador e CEO do Grupo Fictor, Rafael de Gois, foi apontado como um dos alvos da Operação Fallax, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quarta-feira, 25 de março de 2026. A ação mira um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal, além de crimes como estelionato e lavagem de dinheiro, segundo a corporação.

De acordo com a PF, as fraudes investigadas podem ultrapassar R$ 500 milhões. Em diligências realizadas nesta data, houve busca e apreensão na residência de Rafael de Gois; conforme nota divulgada pelo Grupo Fictor, apenas o celular do executivo foi apreendido. O grupo informou que seus advogados prestarão esclarecimentos às autoridades após terem acesso ao conteúdo da investigação.

Mandados e medidas

A Operação Fallax cumpre 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, expedidos pela Justiça Federal de São Paulo, em endereços localizados nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Foram autorizadas medidas cautelares para rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de 33 pessoas físicas e 172 pessoas jurídicas.

A Justiça determinou ainda o bloqueio e o sequestro de bens imóveis, veículos, contas e outros ativos dos investigados até o limite de R$ 47 milhões, com a finalidade de descapitalizar a organização criminosa. A operação contou com o apoio da Polícia Militar do Estado de São Paulo.

Modus operandi e investigação

Segundo a PF, a apuração teve início em 2024, quando surgiram indícios de um esquema estruturado para obtenção de vantagens ilícitas. O grupo teria atuado por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras, que inseriam dados falsos em sistemas bancários permitindo saques e transferências que pareciam legítimos. Valores eram movimentados por meio de empresas de fachada e outras estruturas empresariais.

Posteriormente, os recursos desviados eram convertidos em bens de luxo e em criptoativos, com o objetivo de dificultar o rastreamento da origem ilícita dos recursos, aponta a investigação.

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Relação com o Banco Master

O nome da Fictor também aparece no caso do Banco Master. Em novembro de 2025, a Fictor Holding Financeira anunciou a compra do Master um dia antes de o dono do banco, Daniel Vorcaro, ser detido pela PF no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. O Banco Master encontra-se em liquidação extrajudicial determinada pelo Banco Central.

Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva e crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.

Com informações de Agência Brasil

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