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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Cesta básica recua em 22 capitais em setembro; Aracaju tem menor preço, R$ 552,65

O custo da cesta básica diminuiu em 22 das 27 capitais brasileiras em setembro. Aracaju apresentou o menor valor médio, R$ 552,65, seguida por Maceió (R$ 593,17), Salvador (R$ 601,74), Natal (R$ 610,27) e João Pessoa (R$ 610,93). Na outra ponta, São Paulo registrou o preço mais alto, R$ 842,26. De acordo com a Companhia […]

08/10/2025 · 22h22
Cesta básica recua em 22 capitais em setembro; Aracaju tem menor preço, R$ 552,65

O custo da cesta básica diminuiu em 22 das 27 capitais brasileiras em setembro. Aracaju apresentou o menor valor médio, R$ 552,65, seguida por Maceió (R$ 593,17), Salvador (R$ 601,74), Natal (R$ 610,27) e João Pessoa (R$ 610,93). Na outra ponta, São Paulo registrou o preço mais alto, R$ 842,26.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a queda nos preços reflete a maior oferta de alimentos e as políticas federais voltadas ao abastecimento e apoio à produção. “Conab e Dieese trabalham para garantir transparência nos preços e comida de qualidade a preços justos”, afirmou o presidente da Conab, Edegar Pretto.

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Principais variações por produto

Tomate: recuo em 26 capitais, de -47,61% em Palmas a -3,32% em Campo Grande; única alta em Macapá (4,41%), impulsionada pela colheita da safra nacional.

Arroz agulhinha: queda em 25 capitais, com destaque para Natal (-6,45%), Brasília (-5,33%) e João Pessoa (-5,05%). Vitória teve alta de 1,29% e Palmas manteve estabilidade.

Açúcar: preço menor em 22 capitais, variando de -17,01% em Belém a -0,26% em São Luís. Goiânia (0,51%) e João Pessoa (0,49%) registraram aumentos.

Café em pó: redução em 14 capitais; maiores recuos no Rio de Janeiro (-2,92%) e Natal (-2,48%). As elevações mais expressivas ocorreram em São Luís (5,10%) e Campo Grande (4,32%).

Batata: queda de preço em 10 capitais do Centro-Sul, lideradas por Brasília (-21,06%) e Porto Alegre (-3,54%). Belo Horizonte foi a única com alta (3,07%).

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Carne bovina de primeira: recuo mais acentuado em Macapá (-2,41%), Natal (-1,13%) e São Luís (-1,03%). O produto subiu em 16 capitais, com maior elevação em Vitória (4,57%).

Análise trimestral

Entre julho e setembro de 2025, o levantamento aponta queda no custo da cesta em 25 capitais. Fortaleza teve o maior recuo (-8,96%), passando de R$ 738,09 em julho para R$ 677,42 em setembro. São Luís (-6,51%), Recife (-6,41%) e João Pessoa (-6,07%) aparecem na sequência. No período, apenas Macapá (+0,94%) e Campo Grande (+0,63%) registraram alta.

Ampliação do monitoramento

Graças à parceria firmada em 2025 entre Conab e Dieese, a coleta de preços foi estendida de 17 para 27 capitais, reforçando a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os resultados completos passaram a ser divulgados em agosto de 2025, com base nos dados de julho.

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As informações reforçam a tendência de acomodação nos preços dos alimentos básicos, beneficiando o orçamento das famílias nas principais regiões do país.

 

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O custo da cesta básica diminuiu em 22 das 27 capitais brasileiras em setembro. Aracaju apresentou o menor valor médio, R$ 552,65, seguida por Maceió (R$ 593,17), Salvador (R$ 601,74), Natal (R$ 610,27) e João Pessoa (R$ 610,93). Na outra ponta, São Paulo registrou o preço mais alto, R$ 842,26.

De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), a queda nos preços reflete a maior oferta de alimentos e as políticas federais voltadas ao abastecimento e apoio à produção. “Conab e Dieese trabalham para garantir transparência nos preços e comida de qualidade a preços justos”, afirmou o presidente da Conab, Edegar Pretto.

Principais variações por produto

Tomate: recuo em 26 capitais, de -47,61% em Palmas a -3,32% em Campo Grande; única alta em Macapá (4,41%), impulsionada pela colheita da safra nacional.

Arroz agulhinha: queda em 25 capitais, com destaque para Natal (-6,45%), Brasília (-5,33%) e João Pessoa (-5,05%). Vitória teve alta de 1,29% e Palmas manteve estabilidade.

Açúcar: preço menor em 22 capitais, variando de -17,01% em Belém a -0,26% em São Luís. Goiânia (0,51%) e João Pessoa (0,49%) registraram aumentos.

Café em pó: redução em 14 capitais; maiores recuos no Rio de Janeiro (-2,92%) e Natal (-2,48%). As elevações mais expressivas ocorreram em São Luís (5,10%) e Campo Grande (4,32%).

Batata: queda de preço em 10 capitais do Centro-Sul, lideradas por Brasília (-21,06%) e Porto Alegre (-3,54%). Belo Horizonte foi a única com alta (3,07%).

Carne bovina de primeira: recuo mais acentuado em Macapá (-2,41%), Natal (-1,13%) e São Luís (-1,03%). O produto subiu em 16 capitais, com maior elevação em Vitória (4,57%).

Análise trimestral

Entre julho e setembro de 2025, o levantamento aponta queda no custo da cesta em 25 capitais. Fortaleza teve o maior recuo (-8,96%), passando de R$ 738,09 em julho para R$ 677,42 em setembro. São Luís (-6,51%), Recife (-6,41%) e João Pessoa (-6,07%) aparecem na sequência. No período, apenas Macapá (+0,94%) e Campo Grande (+0,63%) registraram alta.

Ampliação do monitoramento

Graças à parceria firmada em 2025 entre Conab e Dieese, a coleta de preços foi estendida de 17 para 27 capitais, reforçando a Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e a Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Os resultados completos passaram a ser divulgados em agosto de 2025, com base nos dados de julho.

As informações reforçam a tendência de acomodação nos preços dos alimentos básicos, beneficiando o orçamento das famílias nas principais regiões do país.

 

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