Mesmo com blockbusters como Homem-Aranha e A Odisseia, cinco lançamentos de 2026 fracassaram comercialmente. As causas variam: críticas ruins, boca a boca fraco e campanhas de marketing ineficazes.
Enquanto produções como Homem-Aranha: Um Novo Dia e A Odisseia bateram recordes de público, outros lançamentos de 2026 não tiveram a mesma sorte e terminaram como fracassos comerciais. Mesmo em um ano com sucessos inesperados — como o terror Obsessão e a cinebiografia Michael — alguns títulos não conseguiram alcançar as expectativas do mercado.
As razões são variadas e dependem da situação de cada projeto. Em alguns casos, as projeções e a recepção do público já indicavam problemas antes mesmo da estreia, e o desempenho nos cinemas confirmou essas expectativas.
Mestres do Universo foi apontado como um dos maiores fracassos do ano. Com orçamento estimado em aproximadamente US$ 200 milhões, o filme arrecadou US$ 113 milhões no mercado global, valor insuficiente para cobrir os custos de produção e gerar lucro. Entre os motivos levantados estiveram a falta de diálogo com a nova geração e escolhas de tom e estética que desagradaram parte do público saudosista.
O longa, estrelado por Nicholas Galitzine, narra a história de origem de He-Man, um herói que enfrenta uma grave ameaça para salvar seu planeta natal. Onde assistir: Prime Video.
Star Wars: O Mandaloriano e Grogu também ficou abaixo do esperado. Apesar do retorno da franquia às telonas, o filme arrecadou cerca de US$ 345 milhões no mundo, um dos números mais baixos já registrados pela franquia da Lucasfilm. Com orçamento de US$ 165 milhões, a produção não alcançou o patamar de lucro projetado, em parte por uma queda brusca de bilheteria após o primeiro fim de semana.
Sequência da série The Mandalorian, O Mandaloriano e Grogu acompanha as aventuras de Din Djarin e do jovem Grogu em um período de fragilidade da Nova República. Onde assistir: 2 de setembro de 2026 no Disney+.
O live-action de Moana também enfrentou descrença desde o anúncio e teve estreia fraca. Com orçamento estimado em US$ 250 milhões, o filme arrecadou US$ 293 milhões mundialmente e foi criticado por reproduzir a animação de 2016 sem o carisma necessário. A produção sofreu quedas acentuadas de público após a estreia, o que torna provável que se configure como um prejuízo relevante para o estúdio até o fim do ano.
Dirigido por Thomas Kail, o live-action conta a mesma jornada da personagem titular, uma jovem escolhida pelo oceano para salvar sua tribo. Onde assistir: em cartaz nos cinemas.
Supergirl teve orçamento de US$ 170 milhões e arrecadou US$ 126 milhões globalmente. O filme marcou o retorno de Milly Alcock ao papel de prima do Superman, mas não conseguiu se firmar diante de críticas negativas e divisão de opiniões do público, o que resultou em quedas expressivas nas bilheterias e antecipação da janela de streaming.
A produção aposta em uma abordagem mais jovem e acompanha Kara Zor-El ao lado de uma parceira destemida em uma jornada espacial repleta de desafios. Onde assistir: disponível para compra ou aluguel no Prime Video e Apple TV.
No universo do horror, Terror em Silent Hill: Regresso para o Inferno aparece listado como um dos primeiros fracassos do ano. O material indica que o filme foi desacreditado por muitos fãs do jogo antes da estreia, mas não fornece detalhes adicionais sobre números de bilheteria ou disponibilidade.
LEIA TAMBÉM
Receba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →

