Em entrevista durante o ensaio de quadra do Salgueiro, Cintia afirmou que não pretende tornar públicas eventuais desavenças com o ex. Ela diz nunca ter se intrometido nas polêmicas e seguirá discreta por Aurora.
Cintia Dicker afirmou que não pretende tornar públicas eventuais desavenças com Pedro Scooby. A modelo, que sempre preferiu manter distância das polêmicas envolvendo Pedro Scooby e Luana Piovani, falou sobre o assunto em entrevista durante o ensaio de quadra do Salgueiro neste sábado (31/10).
Segundo a modelo, ela nunca se intrometeu nas questões do antigo casal e mantém a mesma postura agora que está separada do surfista. A declaração veio no contexto da separação e das decisões tomadas pelo ex-casal visando à rotina da filha, Aurora.
“Tudo certo”
A separação levou Cintia e Pedro a deixarem de dividir o mesmo teto, mas eles optaram por seguir morando no mesmo condomínio para preservar a rotina de Aurora. Essa proximidade, informou a modelo, facilita a dinâmica familiar e permite que ambos mantenham uma convivência frequente, com conversas e encontros praticamente diários.
O arranjo residencial foi apresentado como uma medida prática para garantir estabilidade à filha e minimizar impactos na rotina da criança. A decisão de permanecer próximos geograficamente foi ressaltada como uma forma de facilitar a coparentalidade e organizar compromissos do dia a dia sem grandes mudanças para Aurora.
Cintia reafirmou que não tem intenção de expor desentendimentos ou transformar questões privadas em pauta pública. A postura gera um recorte de discrição em relação a episódios envolvendo relacionamentos anteriores e a atual fase de separação, com ênfase na proteção da rotina familiar.
No diálogo durante o ensaio, ela ressaltou que a prioridade é o bem-estar da filha e que a convivência próxima entre os pais contribui para isso. A rotina de conversas e encontros frequentes foi apontada como sinal de organização e de manutenção de uma relação funcional entre os dois, apesar do término do vínculo conjugal.
O relato da modelo indica uma opção por resolver questões familiares de forma reservada e administrativa, priorizando a estabilidade da criança e evitando exposição pública de conflitos. A decisão de dividir o condomínio, segundo ela, atende a essa lógica prática de coparentalidade.





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