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Sergipe

Cirurgia inédita no SUS de Sergipe salva paciente com implante Cardíaco

Uma paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) foi a primeira em Sergipe a passar por uma cirurgia de implante de um dispositivo de assistência circulatória do coração. O procedimento, realizado no Hospital Cirurgia em Aracaju, salvou a vida de Wiliene de Farias, de 36 anos, que se recupera bem.

22/08/2025 · 12h37
Cirurgia inédita no SUS de Sergipe salva paciente com implante Cardíaco

Uma paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) foi a primeira em Sergipe a passar por uma cirurgia de implante de um dispositivo de assistência circulatória do coração. O procedimento, realizado no Hospital Cirurgia em Aracaju, salvou a vida de Wiliene de Farias, de 36 anos, que se recupera bem.

A tecnologia atua diretamente no ventrículo esquerdo para manter a circulação sanguínea. Segundo o cardiologista Dr. Wersley Araújo, o implante foi crucial para a recuperação de Wiliene. “Ele é colocado dentro do ventrículo esquerdo e aumenta o débito cardíaco, melhorando a perfusão sistêmica. Isso evita disfunções orgânicas e ajuda o paciente a sair do choque”, explicou o médico, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia em Sergipe.

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No caso de Wiliene, o dispositivo a manteve totalmente dependente nas primeiras 24 horas, mas foi retirado com sucesso após 60 horas.

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Uma paciente do Sistema Único de Saúde (SUS) foi a primeira em Sergipe a passar por uma cirurgia de implante de um dispositivo de assistência circulatória do coração. O procedimento, realizado no Hospital Cirurgia em Aracaju, salvou a vida de Wiliene de Farias, de 36 anos, que se recupera bem.

A tecnologia atua diretamente no ventrículo esquerdo para manter a circulação sanguínea. Segundo o cardiologista Dr. Wersley Araújo, o implante foi crucial para a recuperação de Wiliene. “Ele é colocado dentro do ventrículo esquerdo e aumenta o débito cardíaco, melhorando a perfusão sistêmica. Isso evita disfunções orgânicas e ajuda o paciente a sair do choque”, explicou o médico, que também é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia em Sergipe.

No caso de Wiliene, o dispositivo a manteve totalmente dependente nas primeiras 24 horas, mas foi retirado com sucesso após 60 horas.

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