Pular para o conteúdo principal
Aracaju, Quinta-feira, 17 de setembro de 2026
Pular para o conteúdo
Economia

CMN define regras para empréstimos do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária, a regulamentação das operações do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), criado em 2024 e dotado de R$ 10 bilhões no Orçamento de 2025. Condições dos financiamentos O colegiado confirmou as diretrizes estabelecidas pelo Comitê Gestor do FIIS: Leia também Semana do Cliente: saiba […]

10/10/2025 · 17h41
CMN define regras para empréstimos do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária, a regulamentação das operações do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), criado em 2024 e dotado de R$ 10 bilhões no Orçamento de 2025.

Condições dos financiamentos

O colegiado confirmou as diretrizes estabelecidas pelo Comitê Gestor do FIIS:

Publicidade

Prazo: 20 anos para quitação;
Carência: 24 meses, sem cobrança de juros no período;
Taxa de juros: 5% ao ano para contratos de até 10 anos e 7% ao ano para prazos superiores;
Remuneração dos agentes financeiros: 3,38% ao ano para bancos públicos, 4,35% para bancos privados, 1,25% ao ano nas operações indiretas do BNDES e 6% ao ano quando a instituição for apenas credenciada pelo banco de fomento.

Operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o FIIS permitirá que o banco credencie outras instituições para repassar os recursos.

Você pode se interessarConteúdo patrocinado · MGID

Áreas prioritárias

O Plano de Aplicação de Recursos de 2025, aprovado em setembro, estabelece prioridade para investimentos em saúde pública — tanto atenção primária quanto especializada — e na universalização da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio.

Impacto fiscal

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que a medida não gera despesas adicionais ao Tesouro, pois os empréstimos são reembolsáveis e o risco de inadimplência fica integralmente com os bancos que tomarem os recursos.

Composição do CMN

O CMN é presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e conta com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Publicidade

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Recomendado para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
Mais conteúdos para vocêConteúdo patrocinado · MGID
Sugeridas pra vocêConteúdo patrocinado · MGID
Publicidade
2 min de leitura

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou, em reunião extraordinária, a regulamentação das operações do Fundo Nacional de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS), criado em 2024 e dotado de R$ 10 bilhões no Orçamento de 2025.

Condições dos financiamentos

O colegiado confirmou as diretrizes estabelecidas pelo Comitê Gestor do FIIS:

Prazo: 20 anos para quitação;
Carência: 24 meses, sem cobrança de juros no período;
Taxa de juros: 5% ao ano para contratos de até 10 anos e 7% ao ano para prazos superiores;
Remuneração dos agentes financeiros: 3,38% ao ano para bancos públicos, 4,35% para bancos privados, 1,25% ao ano nas operações indiretas do BNDES e 6% ao ano quando a instituição for apenas credenciada pelo banco de fomento.

Operado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o FIIS permitirá que o banco credencie outras instituições para repassar os recursos.

Áreas prioritárias

O Plano de Aplicação de Recursos de 2025, aprovado em setembro, estabelece prioridade para investimentos em saúde pública — tanto atenção primária quanto especializada — e na universalização da educação infantil, do ensino fundamental e do ensino médio.

Impacto fiscal

Em nota, o Ministério da Fazenda informou que a medida não gera despesas adicionais ao Tesouro, pois os empréstimos são reembolsáveis e o risco de inadimplência fica integralmente com os bancos que tomarem os recursos.

Composição do CMN

O CMN é presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e conta com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, e a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Gostou? Compartilhe com quem precisa saber:

Receba as notícias no seu WhatsApp

Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe

Entrar no canal →

Publicidade

EM ALTA AGORA