O presidente Abelardo de la Espriella decretou a medida nesta terça-feira (11), após o terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na segunda (10). As bandeiras ficarão a meio mastro em prédios públicos, embaixadas e consulados até quinta-feira (13).
O presidente da Colômbia, Abelardo de la Espriella, declarou três dias de luto nacional em memória das vítimas do terremoto de magnitude 7,4 que atingiu o país na segunda-feira (10). A medida foi anunciada na terça-feira (11) e visa honrar aqueles que perderam a vida em decorrência do desastre natural.
O decreto estabelece que, durante o período de luto, a bandeira colombiana deve ser hasteada a meio mastro em todos os prédios públicos e nas embaixadas e repartições consulares da Colômbia no exterior. A ação se estenderá até quinta-feira (13), refletindo a solidariedade do governo e do povo colombiano com as famílias afetadas.
Até o momento, o número de mortes confirmadas em decorrência do tremor chegou a pelo menos 224, conforme relatos de agências e autoridades locais. As operações de busca e resgate continuam, com equipes trabalhando incansavelmente para encontrar sobreviventes. O terremoto, considerado um dos mais fortes dos últimos dez anos, gerou estado de calamidade pública nas comunidades atingidas.
A União Europeia mobilizou seu serviço de satélites Copernicus para auxiliar nas operações de resposta, em demonstração de apoio internacional diante da tragédia. O novo presidente, que assumiu o cargo há poucos dias, anunciou medidas de auxílio econômico para os afetados, incluindo apoio financeiro para aqueles que perderam suas casas.
As operações de busca e resgate já entraram no terceiro dia, com equipes utilizando tecnologia moderna para localizar sobreviventes. O terremoto causou danos significativos em diversas regiões, incluindo a região cafeeira, uma das mais impactadas. O presidente visitou áreas afetadas, como Cali e Quibdó, e se comprometeu a liderar os esforços de resposta ao desastre.
A logística da ajuda tem sido desafiadora devido à magnitude dos danos. A Asocapitales, entidade que colabora com o governo na resposta à emergência, registrou diversas estruturas desabadas e um grande número de casas afetadas. A situação é crítica em cidades como Cali e Pereira, onde muitas pessoas permanecem presas sob os escombros.
O foco das autoridades permanece na busca e no resgate de sobreviventes, enquanto a Cruz Vermelha e outras organizações humanitárias intensificam os esforços nas áreas mais afetadas. O país enfrenta um desafio significativo para lidar com as consequências do terremoto e com a necessidade de apoio contínuo às comunidades impactadas.
LEIA TAMBÉM
Receba as notícias no seu WhatsApp
Entre no nosso canal oficial e fique por dentro de tudo que acontece em Sergipe
Entrar no canal →

