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Como escolher um banco seguro para abrir uma conta digital

Brasil

Como escolher um banco seguro para abrir uma conta digital

Aprenda a identificar a segurança de bancos para abrir contas digitais e os critérios essenciais.

01/07/2026 · 00h00 · Atualizado às 17h27
Como escolher um banco seguro para abrir uma conta digital

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A abertura de contas digitais vem crescendo em popularidade, mas é fundamental que os usuários saibam como identificar a segurança das instituições financeiras antes de realizar a operação. Alguns critérios essenciais para definir quais bancos são mais seguros incluem a autorização do Banco Central, a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), a transparência na divulgação de dados e um bom relacionamento com clientes e investidores.

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As contas digitais, que podem ser abertas, movimentadas e gerenciadas totalmente pela internet, eliminam a necessidade de ir a uma agência. A interação com o banco acontece por meio de aplicativos ou sites, tornando o processo mais ágil.

Embora não exista um ranking oficial que classifique a segurança das contas digitais, é possível pesquisar e verificar se as instituições financeiras estão em conformidade com os requisitos de segurança. Entre os bancos que se destacam nesse quesito estão o Inter, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

De acordo com Leandro dos Santos Maciel, professor de finanças da FEA-USP, é crucial que os usuários verifiquem se a instituição é autorizada e supervisionada pelo Banco Central. “O órgão regulador é responsável por estabelecer e fiscalizar os padrões mínimos de segurança que essas instituições devem seguir”, explica Maciel. “A proteção cibernética deve ser uma responsabilidade das instituições e não apenas dos usuários.”

Em dezembro de 2025, o Banco Central atualizou sua política de segurança cibernética, definindo controles mínimos que as instituições financeiras devem seguir. Esses controles incluem autenticação, gestão de certificados digitais, proteção de redes, controle de acessos, rastreabilidade de operações, integração segura de sistemas, correção de vulnerabilidades, inteligência cibernética e testes de intrusão independentes.

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Além dos critérios de segurança, é importante considerar indicadores financeiros que avaliam a saúde das instituições. Aspectos como inadimplência, provisões para perdas e ratings de crédito são essenciais para uma avaliação completa. O FGC oferece uma camada adicional de proteção, garantindo depósitos até os limites estabelecidos.

Maciel ressalta que, para avaliar a qualidade e segurança do banco, também é importante observar a transparência nas informações, o relacionamento com clientes e os investimentos em tecnologia e segurança cibernética.

Para empresas, os critérios de análise de contas digitais são semelhantes, mas a análise é mais rigorosa, especialmente para contas que concentram capital de giro. É recomendado diversificar a movimentação entre instituições para reduzir riscos e ampliar o acesso ao crédito.

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Os clientes também possuem responsabilidades em relação à segurança. Proteger senhas, tokens e dados biométricos, manter dispositivos atualizados e comunicar movimentações suspeitas ao banco são ações fundamentais para garantir a segurança nas contas digitais.

Além disso, ao compartilhar informações por meio do Open Finance, é essencial fazê-lo apenas com instituições autorizadas, mantendo controle sobre quais dados estão sendo compartilhados.

As contas digitais oferecem vantagens como a isenção de tarifas de manutenção e a possibilidade de gerenciar tudo online, facilitando o dia a dia financeiro dos usuários.

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A abertura de contas digitais vem crescendo em popularidade, mas é fundamental que os usuários saibam como identificar a segurança das instituições financeiras antes de realizar a operação. Alguns critérios essenciais para definir quais bancos são mais seguros incluem a autorização do Banco Central, a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), a transparência na divulgação de dados e um bom relacionamento com clientes e investidores.

As contas digitais, que podem ser abertas, movimentadas e gerenciadas totalmente pela internet, eliminam a necessidade de ir a uma agência. A interação com o banco acontece por meio de aplicativos ou sites, tornando o processo mais ágil.

Embora não exista um ranking oficial que classifique a segurança das contas digitais, é possível pesquisar e verificar se as instituições financeiras estão em conformidade com os requisitos de segurança. Entre os bancos que se destacam nesse quesito estão o Inter, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

De acordo com Leandro dos Santos Maciel, professor de finanças da FEA-USP, é crucial que os usuários verifiquem se a instituição é autorizada e supervisionada pelo Banco Central. “O órgão regulador é responsável por estabelecer e fiscalizar os padrões mínimos de segurança que essas instituições devem seguir”, explica Maciel. “A proteção cibernética deve ser uma responsabilidade das instituições e não apenas dos usuários.”

Em dezembro de 2025, o Banco Central atualizou sua política de segurança cibernética, definindo controles mínimos que as instituições financeiras devem seguir. Esses controles incluem autenticação, gestão de certificados digitais, proteção de redes, controle de acessos, rastreabilidade de operações, integração segura de sistemas, correção de vulnerabilidades, inteligência cibernética e testes de intrusão independentes.

Além dos critérios de segurança, é importante considerar indicadores financeiros que avaliam a saúde das instituições. Aspectos como inadimplência, provisões para perdas e ratings de crédito são essenciais para uma avaliação completa. O FGC oferece uma camada adicional de proteção, garantindo depósitos até os limites estabelecidos.

Maciel ressalta que, para avaliar a qualidade e segurança do banco, também é importante observar a transparência nas informações, o relacionamento com clientes e os investimentos em tecnologia e segurança cibernética.

Para empresas, os critérios de análise de contas digitais são semelhantes, mas a análise é mais rigorosa, especialmente para contas que concentram capital de giro. É recomendado diversificar a movimentação entre instituições para reduzir riscos e ampliar o acesso ao crédito.

Os clientes também possuem responsabilidades em relação à segurança. Proteger senhas, tokens e dados biométricos, manter dispositivos atualizados e comunicar movimentações suspeitas ao banco são ações fundamentais para garantir a segurança nas contas digitais.

Além disso, ao compartilhar informações por meio do Open Finance, é essencial fazê-lo apenas com instituições autorizadas, mantendo controle sobre quais dados estão sendo compartilhados.

As contas digitais oferecem vantagens como a isenção de tarifas de manutenção e a possibilidade de gerenciar tudo online, facilitando o dia a dia financeiro dos usuários.

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