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Correspondente em NY emociona ao relembrar perda do pai 30 anos depois

Carolina Cimenti recordou no Instagram os 30 anos da morte do pai e falou do luto que a acompanha desde os 18 anos.

01/09/2026 · 00h00 · Atualizado às 08h23
Correspondente em NY emociona ao relembrar perda do pai 30 anos depois

Carolina Cimenti, correspondente em Nova York, publicou no Instagram sobre os 30 anos da morte do pai. Ela disse que perdeu o pai aos 18, a avó uma semana depois e que a crise financeira agravou a dor.

A jornalista Carolina Cimenti, correspondente internacional em Nova York desde 2016, emocionou internautas ao recordar o 30º aniversário da morte do pai, Gianfranco Cimenti. Em um desabafo publicado no Instagram, ela relatou o impacto do luto que carrega desde os 18 anos e descreveu as perdas e dificuldades que marcaram aquele período.

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Carolina disse que, na semana do seu aniversário de 18 anos, perdeu o pai e, uma semana depois, a avó. Segundo a jornalista, a família também descobriu graves problemas financeiros na época. Ela afirmou que o evento mudou sua vida e que, desde então, pensa no pai diariamente.

“No último dia 23 foi o aniversário de 30 anos de morte do meu pai. 30 anos sem Gianfranco Cimenti. Confesso que a vida anda tão corrida que eu nem parei para pensar nisso. Mas hoje esse aniversário de morte me atravessou e não deu para ignorar. Foi um luto muito difícil porque logo depois do meu pai morrer (na semana do meu aniversário de 18 anos), a gente ainda perdeu a minha avó — uma semana depois, e nos descobrimos financeiramente falidos”.

Carolina, que tem 47 anos, falou sobre a sensação de ter se tornado adulta de repente e sobre a saudade constante. Ela mencionou a filha, Frida, e refletiu sobre como imagina a reação do pai ao vê-la como mãe. No trecho do texto que circulou nas redes, ela disse que, neste ano, ficará mais velha do que o pai jamais foi, uma percepção que descreveu como estranha e carregada de emoção.

“Mas aos trancos e barrancos sobrevivemos. 30 anos atrás eu virei adulta da noite para o dia. E desde lá eu penso nesse véio todos os dias com uma saudade gigante. O que será que ele diria? Como ele reagiria? Que cara faria ao pegar a Frida [filha da jornalista] no colo? Todos os dias. Há 30 anos. Eu amo ele à distância. Às vezes é bom parar para lembrar. Esse ano eu vou ficar mais velha do que meu pai jamais foi. É uma sensação muito estranha. E tudo que eu queria era exatamente o abraço dele, que congelado no tempo como vive dentro de mim, já é mais jovem que eu”.

A reação de seguidores e colegas nas redes destacou identificação com o relato. O jornalista Bruno Quintella escreveu:

“Há ausências que o tempo não diminui, apenas nos ensina a carregar. Seu texto é lindo e cheio de amor… Quem conhece essa saudade entende cada palavra. Um abraço carinhoso em vocês”.

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A jornalista Bianca Rothier deixou outra mensagem de apoio, ressaltando a dificuldade do momento vivido por Carolina:

“Minha amiga querida. Aos 18 anos. Me dói muito só de imaginar. Mas que orgulho ele tem de você”.

O jornalista Marcelo Pimentel Lins também comentou sobre a presença afetiva daqueles que se perderam:

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“A única certeza é que levamos conosco quem amamos. Para sempre”.

Uma seguidora acrescentou:

“Sua declaração tem uma beleza encantadora. A vida é um lugar estranho, mas não existe sentimento que se compare ao amor de pai e filha”.

O relato de Carolina voltou a colocar na discussão pública como lutos antigos seguem presentes na vida cotidiana, mesmo quando o tempo e as responsabilidades parecem exigir seguir em frente. A lembrança, compartilhada em redes sociais, suscitou empatia e comentários que reforçaram a universalidade da saudade e do desejo de manter vivos os afetos perdidos.

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Carolina Cimenti, correspondente em Nova York, publicou no Instagram sobre os 30 anos da morte do pai. Ela disse que perdeu o pai aos 18, a avó uma semana depois e que a crise financeira agravou a dor.

A jornalista Carolina Cimenti, correspondente internacional em Nova York desde 2016, emocionou internautas ao recordar o 30º aniversário da morte do pai, Gianfranco Cimenti. Em um desabafo publicado no Instagram, ela relatou o impacto do luto que carrega desde os 18 anos e descreveu as perdas e dificuldades que marcaram aquele período.

Carolina disse que, na semana do seu aniversário de 18 anos, perdeu o pai e, uma semana depois, a avó. Segundo a jornalista, a família também descobriu graves problemas financeiros na época. Ela afirmou que o evento mudou sua vida e que, desde então, pensa no pai diariamente.

“No último dia 23 foi o aniversário de 30 anos de morte do meu pai. 30 anos sem Gianfranco Cimenti. Confesso que a vida anda tão corrida que eu nem parei para pensar nisso. Mas hoje esse aniversário de morte me atravessou e não deu para ignorar. Foi um luto muito difícil porque logo depois do meu pai morrer (na semana do meu aniversário de 18 anos), a gente ainda perdeu a minha avó — uma semana depois, e nos descobrimos financeiramente falidos”.

Carolina, que tem 47 anos, falou sobre a sensação de ter se tornado adulta de repente e sobre a saudade constante. Ela mencionou a filha, Frida, e refletiu sobre como imagina a reação do pai ao vê-la como mãe. No trecho do texto que circulou nas redes, ela disse que, neste ano, ficará mais velha do que o pai jamais foi, uma percepção que descreveu como estranha e carregada de emoção.

“Mas aos trancos e barrancos sobrevivemos. 30 anos atrás eu virei adulta da noite para o dia. E desde lá eu penso nesse véio todos os dias com uma saudade gigante. O que será que ele diria? Como ele reagiria? Que cara faria ao pegar a Frida [filha da jornalista] no colo? Todos os dias. Há 30 anos. Eu amo ele à distância. Às vezes é bom parar para lembrar. Esse ano eu vou ficar mais velha do que meu pai jamais foi. É uma sensação muito estranha. E tudo que eu queria era exatamente o abraço dele, que congelado no tempo como vive dentro de mim, já é mais jovem que eu”.

A reação de seguidores e colegas nas redes destacou identificação com o relato. O jornalista Bruno Quintella escreveu:

“Há ausências que o tempo não diminui, apenas nos ensina a carregar. Seu texto é lindo e cheio de amor… Quem conhece essa saudade entende cada palavra. Um abraço carinhoso em vocês”.

A jornalista Bianca Rothier deixou outra mensagem de apoio, ressaltando a dificuldade do momento vivido por Carolina:

“Minha amiga querida. Aos 18 anos. Me dói muito só de imaginar. Mas que orgulho ele tem de você”.

O jornalista Marcelo Pimentel Lins também comentou sobre a presença afetiva daqueles que se perderam:

“A única certeza é que levamos conosco quem amamos. Para sempre”.

Uma seguidora acrescentou:

“Sua declaração tem uma beleza encantadora. A vida é um lugar estranho, mas não existe sentimento que se compare ao amor de pai e filha”.

O relato de Carolina voltou a colocar na discussão pública como lutos antigos seguem presentes na vida cotidiana, mesmo quando o tempo e as responsabilidades parecem exigir seguir em frente. A lembrança, compartilhada em redes sociais, suscitou empatia e comentários que reforçaram a universalidade da saudade e do desejo de manter vivos os afetos perdidos.

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