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Cidades

CPTM mantém greve em SP por risco de 500 demissões

Trabalhadores da CPTM em SP mantêm greve com foco em demissões após impasse com governo.

04/08/2026 · 00h00 · Atualizado às 16h59
CPTM mantém greve em SP por risco de 500 demissões

Trabalhadores das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade mantiveram a paralisação iniciada às 0h01 desta terça. Sindicato aponta risco de demissão de cerca de 500 funcionários. Nova assembleia ocorre às 17h de quarta.

Os trabalhadores das Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em São Paulo, decidiram manter a greve iniciada à 0h01 desta terça-feira, 4 de agosto de 2026. A decisão foi tomada em assembleia promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil.

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A principal pauta dos ferroviários é a preocupação com o risco de demissão de cerca de 500 funcionários. Para discutir a situação, uma nova assembleia está agendada para as 17h de quarta-feira, 5 de agosto de 2026.

“Apesar das tratativas realizadas ao longo desta terça-feira, o Governo do Estado ainda não apresentou uma garantia concreta por escrito, de manutenção dos empregos de todos os trabalhadores da CPTM, principal reivindicação dos Ferroviários durante todo o processo de negociação”, disse o sindicato em nota.

Atualmente, a CPTM reassumiu temporariamente as operações das linhas por 90 dias após falhas graves e um incêndio em um vagão durante os primeiros dias da gestão da concessionária Trivia Trens.

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Em nota divulgada na noite desta terça-feira, o Governo de São Paulo classificou a greve como injustificada, afirmando que a paralisação afeta quase 1 milhão de passageiros que utilizam as três linhas diariamente. Segundo o governo, uma garantia de que não haveria demissões durante o processo de realocação dos funcionários da CPTM foi comunicada formalmente ao sindicato antes da deflagração da greve.

“A greve nas Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade foi decretada pelo sindicato mesmo após o compromisso do Governo de São Paulo de não fazer nenhuma demissão durante o período de realocação de funcionários da CPTM. A paralisação ocorre por decisão unilateral do sindicato, com justificativas baseadas em desinformação e prejuízos a quase 1 milhão de passageiros que usam as 3 linhas diariamente”, afirmou o governo.

Os trabalhadores, por sua vez, alegam que não há garantia formal de preservação dos postos de trabalho. As linhas 11, 12 e 13 atendem principalmente a Zona Leste de São Paulo e municípios da Região Metropolitana. Nos últimos dias, os ramais enfrentaram interrupções por problemas técnicos, incluindo falhas no sistema elétrico e incêndios.

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O governo paulista também apresentou dados sobre a situação dos funcionários: dos 4.648 empregados em junho de 2026, 2.171 seguem na Linha 10-Turquesa; 475 permanecem nas Linhas 11, 12 e 13; 522 estão à disposição para novas cessões; 853 atuam em áreas administrativas; 450 foram para o Metrô; e 177 negociam realocação para a Artesp e outros órgãos.

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Trabalhadores das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade mantiveram a paralisação iniciada às 0h01 desta terça. Sindicato aponta risco de demissão de cerca de 500 funcionários. Nova assembleia ocorre às 17h de quarta.

Os trabalhadores das Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em São Paulo, decidiram manter a greve iniciada à 0h01 desta terça-feira, 4 de agosto de 2026. A decisão foi tomada em assembleia promovida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Zona Central do Brasil.

A principal pauta dos ferroviários é a preocupação com o risco de demissão de cerca de 500 funcionários. Para discutir a situação, uma nova assembleia está agendada para as 17h de quarta-feira, 5 de agosto de 2026.

“Apesar das tratativas realizadas ao longo desta terça-feira, o Governo do Estado ainda não apresentou uma garantia concreta por escrito, de manutenção dos empregos de todos os trabalhadores da CPTM, principal reivindicação dos Ferroviários durante todo o processo de negociação”, disse o sindicato em nota.

Atualmente, a CPTM reassumiu temporariamente as operações das linhas por 90 dias após falhas graves e um incêndio em um vagão durante os primeiros dias da gestão da concessionária Trivia Trens.

Em nota divulgada na noite desta terça-feira, o Governo de São Paulo classificou a greve como injustificada, afirmando que a paralisação afeta quase 1 milhão de passageiros que utilizam as três linhas diariamente. Segundo o governo, uma garantia de que não haveria demissões durante o processo de realocação dos funcionários da CPTM foi comunicada formalmente ao sindicato antes da deflagração da greve.

“A greve nas Linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade foi decretada pelo sindicato mesmo após o compromisso do Governo de São Paulo de não fazer nenhuma demissão durante o período de realocação de funcionários da CPTM. A paralisação ocorre por decisão unilateral do sindicato, com justificativas baseadas em desinformação e prejuízos a quase 1 milhão de passageiros que usam as 3 linhas diariamente”, afirmou o governo.

Os trabalhadores, por sua vez, alegam que não há garantia formal de preservação dos postos de trabalho. As linhas 11, 12 e 13 atendem principalmente a Zona Leste de São Paulo e municípios da Região Metropolitana. Nos últimos dias, os ramais enfrentaram interrupções por problemas técnicos, incluindo falhas no sistema elétrico e incêndios.

O governo paulista também apresentou dados sobre a situação dos funcionários: dos 4.648 empregados em junho de 2026, 2.171 seguem na Linha 10-Turquesa; 475 permanecem nas Linhas 11, 12 e 13; 522 estão à disposição para novas cessões; 853 atuam em áreas administrativas; 450 foram para o Metrô; e 177 negociam realocação para a Artesp e outros órgãos.

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