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Crise no Ártico: Dinamarca envia tropas para a Groenlândia após ameaças de anexação de Trump

 Movimentação militar ocorre nesta segunda (19) em resposta à pressão de Washington. Donald Trump impõe tarifas de 10% contra aliados europeus e mantém plano sobre a ilha. Leia também Ataque com drones fecha oleoduto na Arábia Saudita; Iraque afasta comandante A tensão diplomática entre a Dinamarca e os Estados Unidos atingiu um novo patamar nesta […]

19/01/2026 · 17h37 · Atualizado às 18h55
Crise no Ártico: Dinamarca envia tropas para a Groenlândia após ameaças de anexação de Trump

 Movimentação militar ocorre nesta segunda (19) em resposta à pressão de Washington. Donald Trump impõe tarifas de 10% contra aliados europeus e mantém plano sobre a ilha.

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A tensão diplomática entre a Dinamarca e os Estados Unidos atingiu um novo patamar nesta segunda-feira (19 de janeiro). O governo dinamarquês confirmou um aumento substancial no número de tropas enviadas para a Groenlândia, em uma clara resposta às recentes declarações e pressões do presidente norte-americano, Donald Trump, para anexar a ilha ártica aos EUA.

Soldados do Exército Real Dinamarquês estão sendo deslocados para o município de Kangerlussuaq, um ponto estratégico no sudoeste da ilha, localizado dentro do Círculo Polar Ártico. O movimento é tão significativo que o próprio chefe do Exército, o major-general Peter Boysen, acompanhará o contingente pessoalmente.

Tarifa como Arma Diplomática

A movimentação militar dinamarquesa ocorre em meio a uma retaliação econômica de Washington. No último sábado (17), Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 10% contra nações europeias que reforçarem sua presença militar na Groenlândia.

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Nesta segunda-feira, ao ser questionado sobre o uso de força militar para concretizar a anexação, Trump evitou uma resposta direta, mas foi enfático ao garantir que manterá as punições comerciais contra os aliados.

A Reação Europeia e da OTAN

A União Europeia e a OTAN têm se manifestado em apoio à soberania dinamarquesa:

  • União Europeia: Declarou que, embora não queira uma “briga” aberta com os EUA, manterá sua posição firme de que a Groenlândia não está à venda.
  • Dinamarca: O chanceler dinamarquês alertou para “linhas vermelhas” que não podem ser cruzadas pelos americanos.
  • OTAN: Afirmou que continuará trabalhando em conjunto com Copenhague para garantir a estabilidade da região.

A Groenlândia, um território autônomo do Reino da Dinamarca, é vista como vital devido à sua localização estratégica e às vastas reservas minerais que se tornam acessíveis com o degelo do Ártico.

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 Movimentação militar ocorre nesta segunda (19) em resposta à pressão de Washington. Donald Trump impõe tarifas de 10% contra aliados europeus e mantém plano sobre a ilha.

A tensão diplomática entre a Dinamarca e os Estados Unidos atingiu um novo patamar nesta segunda-feira (19 de janeiro). O governo dinamarquês confirmou um aumento substancial no número de tropas enviadas para a Groenlândia, em uma clara resposta às recentes declarações e pressões do presidente norte-americano, Donald Trump, para anexar a ilha ártica aos EUA.

Soldados do Exército Real Dinamarquês estão sendo deslocados para o município de Kangerlussuaq, um ponto estratégico no sudoeste da ilha, localizado dentro do Círculo Polar Ártico. O movimento é tão significativo que o próprio chefe do Exército, o major-general Peter Boysen, acompanhará o contingente pessoalmente.

Tarifa como Arma Diplomática

A movimentação militar dinamarquesa ocorre em meio a uma retaliação econômica de Washington. No último sábado (17), Trump anunciou a imposição de uma tarifa de 10% contra nações europeias que reforçarem sua presença militar na Groenlândia.

Nesta segunda-feira, ao ser questionado sobre o uso de força militar para concretizar a anexação, Trump evitou uma resposta direta, mas foi enfático ao garantir que manterá as punições comerciais contra os aliados.

A Reação Europeia e da OTAN

A União Europeia e a OTAN têm se manifestado em apoio à soberania dinamarquesa:

  • União Europeia: Declarou que, embora não queira uma “briga” aberta com os EUA, manterá sua posição firme de que a Groenlândia não está à venda.
  • Dinamarca: O chanceler dinamarquês alertou para “linhas vermelhas” que não podem ser cruzadas pelos americanos.
  • OTAN: Afirmou que continuará trabalhando em conjunto com Copenhague para garantir a estabilidade da região.

A Groenlândia, um território autônomo do Reino da Dinamarca, é vista como vital devido à sua localização estratégica e às vastas reservas minerais que se tornam acessíveis com o degelo do Ártico.


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