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De ‘Fuzuê’ aos microdramas: autor conquista espaço na Globo com formato vertical

Brasil

De ‘Fuzuê’ aos microdramas: autor conquista espaço na Globo com formato vertical

Gustavo Reiz destaca-se na Globo com microdramas após "Fuzuê", apostando em narrativas verticais.

18/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 09h49
De ‘Fuzuê’ aos microdramas: autor conquista espaço na Globo com formato vertical

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Gustavo Reiz encontrou seu lugar na Globo além das novelas tradicionais. O autor aposta nos microdramas verticais e já assina até um livro sobre a revolução do formato mobile.

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Após uma carreira consolidada na Record, Gustavo Reiz ingressou na Globo em 2023, onde assumiu um dos maiores desafios de sua trajetória: escrever a novela “Fuzuê”, sua primeira produção na emissora. Embora a trama tenha gerado opiniões divergentes, foi em um novo formato que o autor encontrou seu espaço na casa.

Reiz se destacou como um dos principais nomes das chamadas novelas verticais, um tipo de produção pensado para ser consumido diretamente no celular, com episódios curtos e narrativas aceleradas. Ele também é autor do livro “Microdramas: Entendendo a Revolução Vertical”.

O autor já assinou produções como “Uma Babá Milionária” e “Encontrei um Marido Bilionário e Sem Teto para o Natal”, ambas para a plataforma ReelShort Brasil, além de “Icônica: De Faxineira a Fashionista” e “Então É Amor?”, lançadas pelo Globoplay. A última estreou na terça-feira, dia 16.

Essas novelinhas verticais têm conquistado cada vez mais o público ao apostarem em uma fórmula simples: episódios que variam de um a dois minutos, exibidos na vertical, repletos de romance, reviravoltas e ganchos que prendem a atenção do espectador. O formato foi pensado para se encaixar na rotina acelerada do público, ocupando pequenos intervalos do dia, como o tempo de espera entre compromissos ou uma pausa para o café.

Para Gustavo Reiz, o desafio com os microdramas vai além da velocidade. Ele afirma:

“Então É Amor?” é minha quarta experiência no formato microdrama. Ela mergulha na base que é o melodrama, então os personagens apresentam mais camadas, os conflitos familiares são um pouco mais aprofundados. A narrativa da novelinha é acelerada, como o formato pede, mas traz uma densidade dramática com mais elementos.

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Segundo Reiz, essa experiência tem contribuído para construir uma identidade brasileira para um modelo de narrativa que nasceu fora do país.

Eu tenho experimentado muitas histórias nesse formato, algumas muito ágeis, muito focadas nessa narrativa tão acelerada, e aos poucos a gente vai experimentando um pouco mais para trazer a nossa identidade brasileira. Essa novelinha é mais um passo nessa construção, tem mais a nossa cara, sem perder os elementos tão potentes que o gênero permite.

O autor destaca ainda que o principal desafio é equilibrar o ritmo acelerado com a profundidade emocional típica das novelas brasileiras.

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O desafio é a gente trazer a densidade emocional e os elementos dramáticos também, que não fiquem só na forma. Começa no texto e vai para a equipe inteira. É um formato que se torna mais colaborativo do que nunca.

Reiz também ressaltou o envolvimento do elenco e da equipe nas gravações:

Quando eu fui ao set, fiquei encantado porque estava todo mundo muito inteiro nos personagens. As piadas e ideias surgiram ali. Todo mundo se entregou muito. Eu estou muito empolgado para essa novelinha chegar logo ao público.

Em meio à expansão das narrativas verticais no Brasil, Gustavo Reiz acredita que a combinação entre agilidade e emoção é o caminho para consolidar o formato.

Estamos experimentando muitas histórias nesse formato de microdrama. Acho que a novelinha vem provando que é um acerto fazer esse combo da velocidade com a emoção.

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Gustavo Reiz encontrou seu lugar na Globo além das novelas tradicionais. O autor aposta nos microdramas verticais e já assina até um livro sobre a revolução do formato mobile.

Após uma carreira consolidada na Record, Gustavo Reiz ingressou na Globo em 2023, onde assumiu um dos maiores desafios de sua trajetória: escrever a novela “Fuzuê”, sua primeira produção na emissora. Embora a trama tenha gerado opiniões divergentes, foi em um novo formato que o autor encontrou seu espaço na casa.

Reiz se destacou como um dos principais nomes das chamadas novelas verticais, um tipo de produção pensado para ser consumido diretamente no celular, com episódios curtos e narrativas aceleradas. Ele também é autor do livro “Microdramas: Entendendo a Revolução Vertical”.

O autor já assinou produções como “Uma Babá Milionária” e “Encontrei um Marido Bilionário e Sem Teto para o Natal”, ambas para a plataforma ReelShort Brasil, além de “Icônica: De Faxineira a Fashionista” e “Então É Amor?”, lançadas pelo Globoplay. A última estreou na terça-feira, dia 16.

Essas novelinhas verticais têm conquistado cada vez mais o público ao apostarem em uma fórmula simples: episódios que variam de um a dois minutos, exibidos na vertical, repletos de romance, reviravoltas e ganchos que prendem a atenção do espectador. O formato foi pensado para se encaixar na rotina acelerada do público, ocupando pequenos intervalos do dia, como o tempo de espera entre compromissos ou uma pausa para o café.

Para Gustavo Reiz, o desafio com os microdramas vai além da velocidade. Ele afirma:

“Então É Amor?” é minha quarta experiência no formato microdrama. Ela mergulha na base que é o melodrama, então os personagens apresentam mais camadas, os conflitos familiares são um pouco mais aprofundados. A narrativa da novelinha é acelerada, como o formato pede, mas traz uma densidade dramática com mais elementos.

Segundo Reiz, essa experiência tem contribuído para construir uma identidade brasileira para um modelo de narrativa que nasceu fora do país.

Eu tenho experimentado muitas histórias nesse formato, algumas muito ágeis, muito focadas nessa narrativa tão acelerada, e aos poucos a gente vai experimentando um pouco mais para trazer a nossa identidade brasileira. Essa novelinha é mais um passo nessa construção, tem mais a nossa cara, sem perder os elementos tão potentes que o gênero permite.

O autor destaca ainda que o principal desafio é equilibrar o ritmo acelerado com a profundidade emocional típica das novelas brasileiras.

O desafio é a gente trazer a densidade emocional e os elementos dramáticos também, que não fiquem só na forma. Começa no texto e vai para a equipe inteira. É um formato que se torna mais colaborativo do que nunca.

Reiz também ressaltou o envolvimento do elenco e da equipe nas gravações:

Quando eu fui ao set, fiquei encantado porque estava todo mundo muito inteiro nos personagens. As piadas e ideias surgiram ali. Todo mundo se entregou muito. Eu estou muito empolgado para essa novelinha chegar logo ao público.

Em meio à expansão das narrativas verticais no Brasil, Gustavo Reiz acredita que a combinação entre agilidade e emoção é o caminho para consolidar o formato.

Estamos experimentando muitas histórias nesse formato de microdrama. Acho que a novelinha vem provando que é um acerto fazer esse combo da velocidade com a emoção.

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