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Aracaju, Sexta-feira, 25 de setembro de 2026
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Defesa de Alexandre Pires diz ter colaborado após operação da PF

Equipe do cantor afirmou que ele segue tranquilo; a investigação apura venda e exportação de minério envolvendo empresário Matheus Possebon.

25/09/2026 · 11h51 · Atualizado às 17h00
Defesa de Alexandre Pires diz ter colaborado após operação da PF

Em nota (23/9), a defesa afirmou ter apresentado elementos após a 2ª fase da Operação Disco de Ouro, que investiga minério. Segundo a equipe, Pires entrou no radar por relação profissional com Matheus Possebon.

A defesa de Alexandre Pires se pronunciou nesta quarta-feira (23/9), após o cantor ser alvo da segunda fase da Operação Disco de Ouro, deflagrada pela Polícia Federal. A ação investiga suspeitas relacionadas à comercialização e exportação de minério.

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Em nota enviada à imprensa, a equipe do artista esclareceu a relação dele com os fatos investigados e disse ter apresentado elementos para colaborar com as apurações. Segundo a defesa, Alexandre Pires entrou no radar da investigação por sua relação profissional com Matheus Possebon, empresário que também foi alvo da operação.

A defesa afirmou que ele segue tranquilo diante da apuração.

Os advogados, porém, afirmam que o vínculo entre Alexandre Pires e o empresário era restrito à intermediação da venda de shows do cantor e que não havia qualquer outra relação jurídica ou comercial entre as partes. A nota busca separar a atuação profissional ligada à agenda de shows de possíveis negócios relativos à comercialização ou exportação de minério, que são o foco das investigações da Polícia Federal.

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A segunda fase da Operação Disco de Ouro concentrou medidas contra suspeitas de irregularidades no comércio e na exportação de minério, com busca de provas e ações determinadas pela autoridade policial. A defesa do cantor enfatizou a disposição em colaborar com os procedimentos instaurados e disse ter fornecido informações relevantes para esclarecer o alcance da vinculação profissional apontada pelos investigadores.

O caso ganhou repercussão nacional ao envolver nomes de destaque, e a nota da defesa buscou reduzir ambiguidades quanto à participação do artista nos fatos sob apuração. A comunicação oficial enviada pela equipe do artista seguiu o objetivo de detalhar que a relação com o empresário visava exclusivamente a intermediação de shows, afastando, conforme a defesa, existência de contratos ou negócios ligados ao comércio de minério.

Até o momento da divulgação da nota, não houve menção a medidas cautelares ou desdobramentos específicos envolvendo o cantor além da inclusão do seu nome na listagem de pessoas citadas na segunda fase da operação. As investigações prosseguem sob a responsabilidade da Polícia Federal, que apura os crimes relacionados à comercialização e exportação do minério mencionado na ação.

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Em nota (23/9), a defesa afirmou ter apresentado elementos após a 2ª fase da Operação Disco de Ouro, que investiga minério. Segundo a equipe, Pires entrou no radar por relação profissional com Matheus Possebon.

A defesa de Alexandre Pires se pronunciou nesta quarta-feira (23/9), após o cantor ser alvo da segunda fase da Operação Disco de Ouro, deflagrada pela Polícia Federal. A ação investiga suspeitas relacionadas à comercialização e exportação de minério.

Em nota enviada à imprensa, a equipe do artista esclareceu a relação dele com os fatos investigados e disse ter apresentado elementos para colaborar com as apurações. Segundo a defesa, Alexandre Pires entrou no radar da investigação por sua relação profissional com Matheus Possebon, empresário que também foi alvo da operação.

A defesa afirmou que ele segue tranquilo diante da apuração.

Os advogados, porém, afirmam que o vínculo entre Alexandre Pires e o empresário era restrito à intermediação da venda de shows do cantor e que não havia qualquer outra relação jurídica ou comercial entre as partes. A nota busca separar a atuação profissional ligada à agenda de shows de possíveis negócios relativos à comercialização ou exportação de minério, que são o foco das investigações da Polícia Federal.

A segunda fase da Operação Disco de Ouro concentrou medidas contra suspeitas de irregularidades no comércio e na exportação de minério, com busca de provas e ações determinadas pela autoridade policial. A defesa do cantor enfatizou a disposição em colaborar com os procedimentos instaurados e disse ter fornecido informações relevantes para esclarecer o alcance da vinculação profissional apontada pelos investigadores.

O caso ganhou repercussão nacional ao envolver nomes de destaque, e a nota da defesa buscou reduzir ambiguidades quanto à participação do artista nos fatos sob apuração. A comunicação oficial enviada pela equipe do artista seguiu o objetivo de detalhar que a relação com o empresário visava exclusivamente a intermediação de shows, afastando, conforme a defesa, existência de contratos ou negócios ligados ao comércio de minério.

Até o momento da divulgação da nota, não houve menção a medidas cautelares ou desdobramentos específicos envolvendo o cantor além da inclusão do seu nome na listagem de pessoas citadas na segunda fase da operação. As investigações prosseguem sob a responsabilidade da Polícia Federal, que apura os crimes relacionados à comercialização e exportação do minério mencionado na ação.

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