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Aracaju, Quarta-feira, 16 de setembro de 2026
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Economia

Desemprego em Sergipe cai para 7,9% no 2º trimestre, diz IBGE

Taxa de desocupação sergipana recuou a 7,9% no 2º trimestre de 2026, segundo o IBGE.

16/08/2026 · 10h22 · Atualizado às 12h08
Desemprego em Sergipe cai para 7,9% no 2º trimestre, diz IBGE

O desemprego em Sergipe caiu para 7,9% no segundo trimestre de 2026, segundo dados divulgados pelo IBGE na sexta-feira (14). O estado também manteve o maior rendimento médio do Nordeste, de R$ 3.042.

Taxa de desocupação recua pelo terceiro ano seguido

A taxa de desocupação no estado passou de 8,6% no primeiro trimestre de 2026 para 7,9% no segundo trimestre. Na comparação anual, o indicador também recuou: era de 8,1% no segundo trimestre de 2025.

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No segundo trimestre de 2023, a taxa estava em 10,3%. A diferença representa uma queda de 2,4 pontos percentuais em três anos.

Nordeste segue a mesma tendência

Na região Nordeste, a desocupação caiu de 8,4% no primeiro trimestre de 2026 para 7,6% no segundo trimestre. No mesmo período do ano anterior, a taxa regional era de 8,2%.

Para o IBGE, a redução do desemprego reflete a ampliação da capacidade de autossustento das famílias. A informalidade, porém, segue como ponto de atenção nos indicadores econômicos do estado.

Rendimento médio de R$ 3.042 lidera a região

No segundo trimestre de 2026, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores sergipanos ficou em R$ 3.042 por mês, o maior valor entre os estados nordestinos. Houve leve retração ante o primeiro trimestre de 2026, quando o rendimento médio foi de R$ 3.109.

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O valor atual supera os R$ 2.679 registrados no segundo trimestre de 2025. Na comparação com o mesmo período de 2023, quando o rendimento era de R$ 2.408, o crescimento real acumulado chega a 26,3%.

O rendimento médio do Nordeste foi estimado em R$ 2.645 no segundo trimestre de 2026, acima dos R$ 2.522 do segundo trimestre de 2025.

Número de desalentados cai quase pela metade

A pesquisa do IBGE apontou redução expressiva no número de pessoas desalentadas em Sergipe, aquelas que desejam trabalhar e estão disponíveis, mas desistiram de procurar vagas por acreditarem que não conseguirão.

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O contingente caiu de 64 mil no segundo trimestre de 2025 para 33 mil no mesmo período de 2026, uma queda de 49,4% em um ano.

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O desemprego em Sergipe caiu para 7,9% no segundo trimestre de 2026, segundo dados divulgados pelo IBGE na sexta-feira (14). O estado também manteve o maior rendimento médio do Nordeste, de R$ 3.042.

Taxa de desocupação recua pelo terceiro ano seguido

A taxa de desocupação no estado passou de 8,6% no primeiro trimestre de 2026 para 7,9% no segundo trimestre. Na comparação anual, o indicador também recuou: era de 8,1% no segundo trimestre de 2025.

No segundo trimestre de 2023, a taxa estava em 10,3%. A diferença representa uma queda de 2,4 pontos percentuais em três anos.

Nordeste segue a mesma tendência

Na região Nordeste, a desocupação caiu de 8,4% no primeiro trimestre de 2026 para 7,6% no segundo trimestre. No mesmo período do ano anterior, a taxa regional era de 8,2%.

Para o IBGE, a redução do desemprego reflete a ampliação da capacidade de autossustento das famílias. A informalidade, porém, segue como ponto de atenção nos indicadores econômicos do estado.

Rendimento médio de R$ 3.042 lidera a região

No segundo trimestre de 2026, o rendimento médio real habitual dos trabalhadores sergipanos ficou em R$ 3.042 por mês, o maior valor entre os estados nordestinos. Houve leve retração ante o primeiro trimestre de 2026, quando o rendimento médio foi de R$ 3.109.

O valor atual supera os R$ 2.679 registrados no segundo trimestre de 2025. Na comparação com o mesmo período de 2023, quando o rendimento era de R$ 2.408, o crescimento real acumulado chega a 26,3%.

O rendimento médio do Nordeste foi estimado em R$ 2.645 no segundo trimestre de 2026, acima dos R$ 2.522 do segundo trimestre de 2025.

Número de desalentados cai quase pela metade

A pesquisa do IBGE apontou redução expressiva no número de pessoas desalentadas em Sergipe, aquelas que desejam trabalhar e estão disponíveis, mas desistiram de procurar vagas por acreditarem que não conseguirão.

O contingente caiu de 64 mil no segundo trimestre de 2025 para 33 mil no mesmo período de 2026, uma queda de 49,4% em um ano.

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