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Dez anos depois, MH370 segue sem explicação: o maior mistério da aviação

Brasil

Dez anos depois, MH370 segue sem explicação: o maior mistério da aviação

O desaparecimento do voo MH370 da Malaysia Airlines em 2014 continua sem resposta.

20/06/2026 · 00h00 · Atualizado às 19h22
Dez anos depois, MH370 segue sem explicação: o maior mistério da aviação

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Em 2014, um Boeing 777 desapareceu com 239 pessoas a bordo e nunca foi encontrado. A última frase do piloto ainda ecoa: 'Boa noite, Malaysian três sete zero'.

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Em 8 de março de 2014, um Boeing 777-200ER partiu de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Pequim, operado pela Malaysia Airlines. Cerca de 38 minutos após a decolagem, a aeronave estabeleceu contato com o controle de tráfego aéreo enquanto sobrevoava o mar do sul da China. Logo em seguida, o avião saiu da rota planejada e desapareceu dos radares.

O voo MH370 sumiu dos radares civis 38 minutos após a decolagem, com a última mensagem do capitão Zaharie Ahmad Shah: “Boa noite, Malaysian três sete zero”. Nesse momento, a aeronave estava sobre o espaço aéreo do Vietnã. A bordo, estavam 239 pessoas de diversas nacionalidades. Após o desvio, a aeronave seguiu na direção nordeste da Malásia e, em seguida, na direção da ilha de Sumatra, na Indonésia, antes de perder contato.

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Já se passaram mais de 12 anos desde o desaparecimento do voo MH370, e o mistério em torno deste incidente da aviação comercial moderna permanece sem solução. Em dezembro de 2025, uma nova busca pelos destroços da aeronave foi iniciada, evidenciando o contínuo interesse e a necessidade de respostas a esse enigma.

Até o momento, mais de 30 fragmentos isolados foram encontrados ao longo do litoral da África e em algumas ilhas do oceano Índico, confirmados como partes da aeronave. No entanto, o “corpo” do avião e as caixas-pretas ainda permanecem ocultos. Para os investigadores, localizar o local do impacto é a única maneira de encerrar as especulações que cercam o desaparecimento.

Um relatório extenso, com quase 500 páginas, sobre o incidente, sugere que os controles da aeronave foram acionados de maneira intencional para desviá-la de sua rota original. Contudo, ainda não foi possível determinar quem seria o responsável por essa ação.

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Com a localização da provável queda ainda desconhecida, diversas teorias da conspiração emergem, variando de uma possível queda controlada remotamente a abduções por seres extraterrestres. Entretanto, alguns especialistas da aviação sustentam que um piloto experiente pode ter desviado o voo. Por outro lado, a equipe de investigação não encontrou evidências que pudessem levantar suspeitas sobre a história, treinamento e saúde mental do capitão e do copiloto da aeronave.

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Em 2014, um Boeing 777 desapareceu com 239 pessoas a bordo e nunca foi encontrado. A última frase do piloto ainda ecoa: 'Boa noite, Malaysian três sete zero'.

Em 8 de março de 2014, um Boeing 777-200ER partiu de Kuala Lumpur, na Malásia, com destino a Pequim, operado pela Malaysia Airlines. Cerca de 38 minutos após a decolagem, a aeronave estabeleceu contato com o controle de tráfego aéreo enquanto sobrevoava o mar do sul da China. Logo em seguida, o avião saiu da rota planejada e desapareceu dos radares.

O voo MH370 sumiu dos radares civis 38 minutos após a decolagem, com a última mensagem do capitão Zaharie Ahmad Shah: “Boa noite, Malaysian três sete zero”. Nesse momento, a aeronave estava sobre o espaço aéreo do Vietnã. A bordo, estavam 239 pessoas de diversas nacionalidades. Após o desvio, a aeronave seguiu na direção nordeste da Malásia e, em seguida, na direção da ilha de Sumatra, na Indonésia, antes de perder contato.

Já se passaram mais de 12 anos desde o desaparecimento do voo MH370, e o mistério em torno deste incidente da aviação comercial moderna permanece sem solução. Em dezembro de 2025, uma nova busca pelos destroços da aeronave foi iniciada, evidenciando o contínuo interesse e a necessidade de respostas a esse enigma.

Até o momento, mais de 30 fragmentos isolados foram encontrados ao longo do litoral da África e em algumas ilhas do oceano Índico, confirmados como partes da aeronave. No entanto, o “corpo” do avião e as caixas-pretas ainda permanecem ocultos. Para os investigadores, localizar o local do impacto é a única maneira de encerrar as especulações que cercam o desaparecimento.

Um relatório extenso, com quase 500 páginas, sobre o incidente, sugere que os controles da aeronave foram acionados de maneira intencional para desviá-la de sua rota original. Contudo, ainda não foi possível determinar quem seria o responsável por essa ação.

Com a localização da provável queda ainda desconhecida, diversas teorias da conspiração emergem, variando de uma possível queda controlada remotamente a abduções por seres extraterrestres. Entretanto, alguns especialistas da aviação sustentam que um piloto experiente pode ter desviado o voo. Por outro lado, a equipe de investigação não encontrou evidências que pudessem levantar suspeitas sobre a história, treinamento e saúde mental do capitão e do copiloto da aeronave.

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