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Economia

Dezenove estados e o DF registraram em 2025 a menor taxa de desemprego da série histórica

Dezenove unidades federativas e o Distrito Federal fecharam 2025 com as menores taxas de desemprego já registradas pela Pnad Contínua desde 2012,...

20/02/2026 · 15h29 · Atualizado às 18h59
Dezenove estados e o DF registraram em 2025 a menor taxa de desemprego da série histórica

Dezenove unidades federativas e o Distrito Federal fecharam 2025 com as menores taxas de desemprego já registradas pela Pnad Contínua desde 2012, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBGE divulgou nesta sexta-feira (20) que, no acumulado do ano, o país terminou 2025 com taxa de desemprego de 5,6%, a menor registrada desde o início da série histórica em 2012. A pesquisa apura a situação do mercado de trabalho para pessoas de 14 anos ou mais e considera todas as formas de ocupação, incluindo trabalhos formais, informais, por conta própria e temporários.

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De acordo com os critérios do instituto, são consideradas desocupadas apenas as pessoas que procuraram emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa. Para a Pnad Contínua, são visitados 211 mil domicílios em todas as unidades da federação e no Distrito Federal.

Estados com mínimos históricos

As unidades da federação que atingiram suas menores taxas históricas em 2025 foram: Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3,0%), Espírito Santo (3,3%), Paraná (3,6%), Rio Grande do Sul (4,0%), Minas Gerais (4,6%), Goiás (4,6%), Tocantins (4,7%), São Paulo (5,0%), Paraíba (6,0%), Ceará (6,5%), Pará (6,8%), Maranhão (6,8%), Distrito Federal (7,5%), Amapá (7,9%), Sergipe (7,9%), Rio Grande do Norte (8,1%), Amazonas (8,4%) e Bahia (8,7%).

Rondônia não apresentou queda na taxa em 2025, mas encerrou o ano com 3,3%, o quarto menor índice do país; o recorde histórico de Rondônia foi 3,1%, alcançado em 2023. Entre as unidades que tiveram suas mínimas em 2025, apenas o Amazonas manteve a taxa em 8,4%, sem queda frente a 2024.

Distribuição regional e ranking

Dos 27 estados e o DF, 12 ficaram abaixo da média nacional de 5,6% e 15 acima. O levantamento aponta que três estados do Nordeste estão entre os com maiores níveis de desocupação.

Ranking (seleção): Mato Grosso 2,2%; Santa Catarina 2,3%; Mato Grosso do Sul 3,0%; Espírito Santo 3,3%; Rondônia 3,3%; Paraná 3,6%; Rio Grande do Sul 4,0%; Goiás 4,6%; Minas Gerais 4,6%; Tocantins 4,7%; São Paulo 5,0%; Roraima 5,1%; Média Brasil 5,6%; Paraíba 6,0%; Ceará 6,5%; Acre 6,6%; Maranhão 6,8%; Pará 6,8%; Distrito Federal 7,5%; Rio de Janeiro 7,6%; Sergipe 7,9%; Amapá 7,9%; Rio Grande do Norte 8,1%; Alagoas 8,3%; Amazonas 8,4%; Bahia 8,7%; Pernambuco 8,7%; Piauí 9,3%.

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02 carteira de trabalho

Informalidade e rendimento

A pesquisa indica também níveis de informalidade distintos entre as unidades da federação. O Brasil encerrou 2025 com informalidade de 38,1%; 18 estados apresentaram índices superiores a essa média, com maior destaque negativo nas regiões Norte e Nordeste.

As maiores taxas de informalidade foram registradas em Maranhão (58,7%), Pará (58,5%), Bahia (52,8%), Piauí (52,6%) e Ceará (51%). A média Brasil foi de 38,1%.

O IBGE informa ainda que o Distrito Federal e oito estados fecharam 2025 com rendimento médio mensal do trabalhador acima da média nacional de R$ 3.560. O DF liderou com R$ 6.320, seguido por São Paulo R$ 4.190; Rio de Janeiro R$ 4.177; Santa Catarina R$ 4.091; Paraná R$ 4.083; Rio Grande do Sul R$ 3.916; Mato Grosso do Sul R$ 3.727; Mato Grosso R$ 3.688; e Goiás R$ 3.628.

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Comentando a Pnad, o analista da pesquisa William Kratochwill afirmou que a mínima histórica em 2025 “decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real”.

A notícia segue com os dados consolidados e o detalhamento por unidade da federação divulgados pelo IBGE.

Com informações de Agência Brasil

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Dezenove unidades federativas e o Distrito Federal fecharam 2025 com as menores taxas de desemprego já registradas pela Pnad Contínua desde 2012, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O IBGE divulgou nesta sexta-feira (20) que, no acumulado do ano, o país terminou 2025 com taxa de desemprego de 5,6%, a menor registrada desde o início da série histórica em 2012. A pesquisa apura a situação do mercado de trabalho para pessoas de 14 anos ou mais e considera todas as formas de ocupação, incluindo trabalhos formais, informais, por conta própria e temporários.

De acordo com os critérios do instituto, são consideradas desocupadas apenas as pessoas que procuraram emprego nos 30 dias anteriores à pesquisa. Para a Pnad Contínua, são visitados 211 mil domicílios em todas as unidades da federação e no Distrito Federal.

Estados com mínimos históricos

As unidades da federação que atingiram suas menores taxas históricas em 2025 foram: Mato Grosso (2,2%), Santa Catarina (2,3%), Mato Grosso do Sul (3,0%), Espírito Santo (3,3%), Paraná (3,6%), Rio Grande do Sul (4,0%), Minas Gerais (4,6%), Goiás (4,6%), Tocantins (4,7%), São Paulo (5,0%), Paraíba (6,0%), Ceará (6,5%), Pará (6,8%), Maranhão (6,8%), Distrito Federal (7,5%), Amapá (7,9%), Sergipe (7,9%), Rio Grande do Norte (8,1%), Amazonas (8,4%) e Bahia (8,7%).

Rondônia não apresentou queda na taxa em 2025, mas encerrou o ano com 3,3%, o quarto menor índice do país; o recorde histórico de Rondônia foi 3,1%, alcançado em 2023. Entre as unidades que tiveram suas mínimas em 2025, apenas o Amazonas manteve a taxa em 8,4%, sem queda frente a 2024.

Distribuição regional e ranking

Dos 27 estados e o DF, 12 ficaram abaixo da média nacional de 5,6% e 15 acima. O levantamento aponta que três estados do Nordeste estão entre os com maiores níveis de desocupação.

Ranking (seleção): Mato Grosso 2,2%; Santa Catarina 2,3%; Mato Grosso do Sul 3,0%; Espírito Santo 3,3%; Rondônia 3,3%; Paraná 3,6%; Rio Grande do Sul 4,0%; Goiás 4,6%; Minas Gerais 4,6%; Tocantins 4,7%; São Paulo 5,0%; Roraima 5,1%; Média Brasil 5,6%; Paraíba 6,0%; Ceará 6,5%; Acre 6,6%; Maranhão 6,8%; Pará 6,8%; Distrito Federal 7,5%; Rio de Janeiro 7,6%; Sergipe 7,9%; Amapá 7,9%; Rio Grande do Norte 8,1%; Alagoas 8,3%; Amazonas 8,4%; Bahia 8,7%; Pernambuco 8,7%; Piauí 9,3%.

02 carteira de trabalho

Informalidade e rendimento

A pesquisa indica também níveis de informalidade distintos entre as unidades da federação. O Brasil encerrou 2025 com informalidade de 38,1%; 18 estados apresentaram índices superiores a essa média, com maior destaque negativo nas regiões Norte e Nordeste.

As maiores taxas de informalidade foram registradas em Maranhão (58,7%), Pará (58,5%), Bahia (52,8%), Piauí (52,6%) e Ceará (51%). A média Brasil foi de 38,1%.

O IBGE informa ainda que o Distrito Federal e oito estados fecharam 2025 com rendimento médio mensal do trabalhador acima da média nacional de R$ 3.560. O DF liderou com R$ 6.320, seguido por São Paulo R$ 4.190; Rio de Janeiro R$ 4.177; Santa Catarina R$ 4.091; Paraná R$ 4.083; Rio Grande do Sul R$ 3.916; Mato Grosso do Sul R$ 3.727; Mato Grosso R$ 3.688; e Goiás R$ 3.628.

Comentando a Pnad, o analista da pesquisa William Kratochwill afirmou que a mínima histórica em 2025 “decorre do dinamismo observado no mercado de trabalho, impulsionados pelo aumento do rendimento real”.

A notícia segue com os dados consolidados e o detalhamento por unidade da federação divulgados pelo IBGE.

Com informações de Agência Brasil

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