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Economia

Dólar recua a R$ 5,37 e alcança menor cotação desde início de dezembro

O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira (6) vendido a R$ 5,379, queda de R$ 0,026 (-0,48%) e primeiro fechamento abaixo de R$ 5,40 desde 4 de dezembro. A divisa chegou a tocar a mínima de R$ 5,36 por volta do meio-dia, acumulando desvalorização de 3,5% nas últimas quatro sessões. O movimento foi atribuído […]

06/01/2026 · 20h28
Dólar recua a R$ 5,37 e alcança menor cotação desde início de dezembro

O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira (6) vendido a R$ 5,379, queda de R$ 0,026 (-0,48%) e primeiro fechamento abaixo de R$ 5,40 desde 4 de dezembro. A divisa chegou a tocar a mínima de R$ 5,36 por volta do meio-dia, acumulando desvalorização de 3,5% nas últimas quatro sessões.

O movimento foi atribuído à redução das tensões em torno da Venezuela e ao aumento do apetite por ativos de países emergentes. Após a abertura dos mercados nos Estados Unidos, investidores ampliaram a venda da moeda norte-americana, revertendo a leve alta registrada nos primeiros minutos de negociação.

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No mercado acionário, o clima também foi positivo. O índice Ibovespa, da B3, avançou 1,11% e fechou aos 163.664 pontos, maior patamar em mais de um mês e o nível mais alto desde 4 de dezembro, quando o indicador registrou recorde histórico.

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Fatores externos e internos

As moedas de economias emergentes ganharam força depois que a presidenta em exercício da Venezuela, Delcy Rodríguez, enviou carta ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump manifestando disposição para uma agenda de colaboração, reduzindo o risco político na região.

No cenário doméstico, o real também se beneficiou do realinhamento de posições típico do começo de ano. Em dezembro, a moeda brasileira havia sido pressionada por incertezas políticas ligadas à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à eleição de 2026 e por remessas de lucros de empresas ao exterior, antes do fim da isenção de Imposto de Renda sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais.

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O dólar comercial encerrou a sessão desta terça-feira (6) vendido a R$ 5,379, queda de R$ 0,026 (-0,48%) e primeiro fechamento abaixo de R$ 5,40 desde 4 de dezembro. A divisa chegou a tocar a mínima de R$ 5,36 por volta do meio-dia, acumulando desvalorização de 3,5% nas últimas quatro sessões.

O movimento foi atribuído à redução das tensões em torno da Venezuela e ao aumento do apetite por ativos de países emergentes. Após a abertura dos mercados nos Estados Unidos, investidores ampliaram a venda da moeda norte-americana, revertendo a leve alta registrada nos primeiros minutos de negociação.

No mercado acionário, o clima também foi positivo. O índice Ibovespa, da B3, avançou 1,11% e fechou aos 163.664 pontos, maior patamar em mais de um mês e o nível mais alto desde 4 de dezembro, quando o indicador registrou recorde histórico.

Fatores externos e internos

As moedas de economias emergentes ganharam força depois que a presidenta em exercício da Venezuela, Delcy Rodríguez, enviou carta ao ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump manifestando disposição para uma agenda de colaboração, reduzindo o risco político na região.

No cenário doméstico, o real também se beneficiou do realinhamento de posições típico do começo de ano. Em dezembro, a moeda brasileira havia sido pressionada por incertezas políticas ligadas à pré-candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à eleição de 2026 e por remessas de lucros de empresas ao exterior, antes do fim da isenção de Imposto de Renda sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais.

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