Duda Freire publicou nas redes sociais na tarde de sexta-feira (27/2) a primeira manifestação após a prisão do pai, Dyogo Hilario Tocafundo, detido por tráfico de drogas em Goiânia na quinta-feira (26/2).
Na nota divulgada, a influenciadora afirmou lamentar o episódio e classificou a situação como difícil, mas fez questão de distinguir sua trajetória das escolhas do pai. Segundo o texto, ela optou por se manifestar “com calma e respeito” diante da repercussão.
Duda afirmou que, como filha, se solidariza com o momento vivido por Dyogo, mas ressaltou que as atitudes dele são de responsabilidade exclusiva dele e não definem seus valores, sua história ou a forma como conduz sua vida pessoal e profissional.
A influenciadora também informou que não mantém convivência próxima com o pai há algum tempo por questões familiares. Ela lembrou que começou a trabalhar aos 15 anos e que, desde então, assumiu responsabilidades financeiras, passando a responder pelo sustento da casa e pelos cuidados com a mãe, a irmã e o tratamento médico do avô. Segundo a publicação, essa realidade permanece inalterada.
No comunicado, Duda declarou confiança na Justiça como caminho para apurar os fatos e esclarecer o caso dentro da lei. Afirmou ainda que tudo o que construiu até agora resultou de trabalho e dedicação, e que seguirá focada na carreira e nos projetos. A influenciadora pediu o fim dos ataques, julgamentos e associações injustas, e agradeceu o apoio e a compreensão de seguidores e apoiadores.

Histórico criminal
A prisão de Dyogo Hilario Tocafundo ocorreu em cumprimento a um mandado de prisão definitivo que, conforme informado, estava em aberto desde julho de 2025. Ele já havia sido preso em dezembro de 2020 e em abril de 2023, quando cumpriu pena em regime fechado e depois progrediu para regime aberto. Desde outubro de 2024, estava sem tornozeleira eletrônica por decisão judicial, mas continuava formalmente em cumprimento de pena.
Segundo a Polícia Militar, Dyogo atua no tráfico de drogas desde 2008, com quase 20 anos de envolvimento. Investigações apontaram que o homem operava um esquema de “delivery” em bairros nobres de Goiânia e que seria integrante de uma facção criminosa do Rio de Janeiro. Após a prisão, ele foi encaminhado ao Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia para início do cumprimento da pena.
O caso teve ampla repercussão nas redes sociais e nas imagens veiculadas pela Record, que registraram a detenção e as informações sobre o esquema investigado.
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